<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774</id><updated>2012-01-27T17:31:45.425-01:00</updated><category term='Rabiscos'/><category term='Séries'/><category term='Rascunhos'/><category term='Informática'/><category term='Cheio de Nada'/><category term='Estados de Espírito'/><category term='Desafios'/><category term='A Janela'/><category term='Filmes'/><category term='Opinião'/><category term='Fotos'/><category term='Memórias'/><category term='Livros'/><category term='Pensamentos'/><category term='Livro'/><category term='Manuscritos'/><category term='Crónicas ou Opiniões'/><category term='Textos'/><category term='Prós e Contras'/><category term='Videos'/><category term='Música'/><category term='Sabias Que'/><category term='Fusões'/><category term='Partilhando'/><category term='Inconsciente'/><category term='Redes Sociais'/><category term='Videoclips'/><category term='Corredor'/><category term='Paródia'/><category term='Arte'/><category term='Interrogações'/><category term='Divagações'/><category term='Pintura'/><title type='text'>Fragmentos Repartidos</title><subtitle type='html'>Cada batimento do meu coração é um pequeno fragmento da minha vida que partilho através de cada palavra que aqui deixo e que ao ser lida por alguém, faz-me saber que foi um momento que não deixei passar em vão...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>267</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-9133814545727995413</id><published>2012-01-07T17:26:00.000-01:00</published><updated>2012-01-07T17:26:59.873-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Porque Escrevo...se me transformasse em palavras</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"E disse que eu não imaginava a importância das minhas palavras no mundo. Eu, rodeado de silêncio, disse-lhe que não havia palavras que me pertencessem.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Perguntou-me o que é que eu escrevia nos livros. Respondi-lhe que me escrevia a mim. Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridículas: amor, esperança, estrelas, e nas palavras mais belas: claridade, pureza, céu. Transformo-me todo em palavras. Ele olhou-me, e tudo isto ele sabia antes de me ter perguntado." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;José Luís Peixoto, em "Uma Casa na Escuridão"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, se me escrevesse, se me transformasse em palavras, seriam palavras liquidas e quentes. Um quente que haveria de arrefecer e secar com o passar do tempo e cujos efeitos poderiam ser antagónicos. Gostaria de falar de esperança como gostaria de falar de amor, gostaria de poder dedicar-me a falar de coisas ridículas e banais, falar só por falar, mas infelizmente as palavras nas quais me havia de transformar seriam escuras, dotadas de uma tristeza que não quero ver espelhada nos olhos das outras pessoas. Se me transformasse em palavras se calhar transformava-me na palavra "nada" ou na palavra&amp;nbsp;"zero" mas sei que não posso porque não derivo dessas palavras, ninguém deriva dessas palavras. Por mais que se queira, custa muito não pensarmos nas palavras que nos deram origem, e por mais palavras em que nos possamos transformar, haverá sempre uma letra que faz parte das palavras que nos originaram. Afinal de contas essas palavras que desejava, ainda têm quatro letras cada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-9133814545727995413?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/9133814545727995413/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=9133814545727995413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9133814545727995413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9133814545727995413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2012/01/porque-escrevose-me-transformasse-em.html' title='Porque Escrevo...se me transformasse em palavras'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3832843270395203783</id><published>2011-12-30T22:37:00.001-01:00</published><updated>2011-12-30T22:37:56.103-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Que venha 2012!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Chegamos mais uma vez ao fim de um ciclo, mas isso não significa necessariamente (como é óbvio) o fim e o início de tudo! É mais uma continuação que nos oferece uma oportunidade de fazermos uma espécie de balanço ao passado recente, uma oportunidade de avaliar os objectivos traçados e de definir novas etapas para os próximos tempos. Assinalar um momento de avaliação do sucesso ou insucesso perante aquilo que havíamos definido para este ano de 2011 que agora&amp;nbsp;deixa cair&amp;nbsp;os últimos grãos de areia da ampulheta que será virada do avesso já amanhã! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;2011 foi um ano complicado e neste momento estou dividido entre o medo de chegar a 2012 e a ansiedade de o ver chegar,&amp;nbsp;uma ansiedade quase traduzida numa atitude de "mandem lá isso para cá para ver o que se pode fazer!". Por mais que nos tentemos abstrair da realidade para dar umas migalhas à esperança, é relativamente difícil conseguir fazer isso porque somos cercados pelos gritos de um papão escondido nas noticias da rádio, tv, internet, jornais, etc. Gritos esses que&amp;nbsp;arranjam sempre maneira de chegar aos nossos&amp;nbsp;ouvidos e muitas vezes já em versões distorcidas ou ampliadas,&amp;nbsp;o que acaba por ser ainda pior.&amp;nbsp;Vou para 2012 (espero eu)&amp;nbsp;alimentado pelas&amp;nbsp;poucas migalhas que consegui dar à minha vontade de acreditar que as coisas podem até não ser tão más como se prevêem e que&amp;nbsp;com algum esforço conseguiremos ultrapassar os desafios que se atravessarem no nosso caminho. A vontade de ir dormir e só acordar no final de 2013 é imensa, mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam e se fosse assim, se calhar&amp;nbsp;todos, ou quase todos,&amp;nbsp;iríamos dormir, e quando acordássemos as coisas estavam certamente ainda piores e&amp;nbsp;não é isso que se quer. Daqui para a frente teremos de viver os pesadelos acordados&amp;nbsp;e deixar os sonhos para quando estamos a dormir. Espero não ter motivos que me roubem o sono, pois isso seria mau sinal. Mas chega de pensamentos negativos e&amp;nbsp;vamos lá pensar que coisas boas também podem acontecer.&amp;nbsp;Àqueles que chegaram a estas palavras aproveito para desejar &lt;strong&gt;BOA SORTE para 2012&lt;/strong&gt; e não se esqueçam de ajudar as pessoas que estão ao vosso redor ou de pedirem ajuda se necessário, pois por vezes a vergonha&amp;nbsp;de o fazer, dá origem ao desespero que por sua vez&amp;nbsp;corrompe a razão e o bom senso.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quem este ano não tiver oportunidade de&amp;nbsp;presenciar pessoalmente&amp;nbsp;a explosão de cores e sons de qualquer fogo de artifício, como será o meu caso, relembro que não são&amp;nbsp;só&amp;nbsp;as coisas materiais, palpáveis ou visíveis, que conseguem fazer estremecer o nosso coração, há muito mais para além disso!&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RW1P9hzqQQo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3832843270395203783?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3832843270395203783/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3832843270395203783' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3832843270395203783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3832843270395203783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/12/que-venha-2012.html' title='Que venha 2012!'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/RW1P9hzqQQo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3419970369191142866</id><published>2011-12-07T23:18:00.001-01:00</published><updated>2011-12-08T00:06:06.286-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livro'/><title type='text'>Inocência: "Antes de Adormecer" e "O Quarto de Jack"</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Muitas coisas na nossa vida estão sujeitas a uma dualidade de sentido, estão sujeitas a uma oscilação que nos faz balançar entre o positivo e o negativo, entre as vantagens e as desvantagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A ignorância (não aquela intencional ou injustificada, mas sim aquela camuflada de inocência) que é atribuída às pessoas que na gíria se podem classificar como "serem tudo o que é bom", é uma dessas coisas da vida que não escapa à tal dualidade que eu falava. Se por um lado a inocência pode ser como uma bolha protectora que nos pode servir de abrigo perante os vários perigos e diversos tipos de armadilhas do mundo que nos rodeia, por outro lado, ela talvez apenas nos garante ou faculta uma ilusão de protecção porque no fundo, pode acabar por originar o efeito&amp;nbsp;oposto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O conforto dessa protecção pode deixar-nos mais vulneráveis, ou mais mal preparados para enfrentar a realidade. Gosto de acreditar que na dureza da realidade ainda existe bondade nas pessoas, em algumas pessoas, pessoas essas que supostamente possuem valores semelhantes aos nossos ou semelhantes aos que para nós são importantes. Gosto de por vezes manter uma certa inocência, para não dizer ignorância (porque essa parece-me ser uma palavra mais crua), no modo como observo e interajo&amp;nbsp;perante certas situações, pois assim parece-me que a aspereza dos dias&amp;nbsp;se torna mais suavizada. Posso estar a iludir-me, mas de certa forma tenho a noção que aos poucos essa inocência se vai transformando em algo diferente, em algo que nos faz automaticamente duvidar...duvidar de muita coisa, inclusive das pessoas (de algumas pelo menos). Se calhar quanto mais duvidarmos mais hipóteses temos de descobrir e descobrir (de forma saudável) é sinónimo de aprender e aprender equivale a sabedoria, nem que seja sabedoria da vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma vez que trouxe aqui (penso que novamente) o tema da inocência ou ignorância (no bom sentido), aproveito para falar de dois livros que li recentemente e que de certa forma, e cada um à sua maneira, abordam esse tema. Qualquer um deles é recomendável e vale a pena ser lido, não sendo de forma alguma uma perda de tempo nem de dinheiro (em caso de compra do livro - mesmo na crise).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um deles é o romance de estreia de S. J. Watson "Antes de Adormecer".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-p8TLbZdbvcs/TuAJDcTVKAI/AAAAAAAAAaE/mV7a6zqOMiE/s1600/antes_adormecer.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" mda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-p8TLbZdbvcs/TuAJDcTVKAI/AAAAAAAAAaE/mV7a6zqOMiE/s320/antes_adormecer.png" width="199" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Neste livro encontramos a história da vida de uma jovem que acorda todos os dias no corpo de uma senhora (porque entretanto foi ficando mais velha) e na companhia de um marido que mal conhece porque a partir de um certo momento da sua vida passa a sofrer de um certo tipo de amnésia que só lhe permite guardar memórias até ao momento em que cai no sono! Assim que ela dorme, ela esquece-se de tudo novamente e é como se tivesse de recomeçar tudo todos os dias. Como é possível imaginar, ela vive num sufoco devido à ignorância em relação à sua própria vida e àqueles que fazem parte do seu mundo, o não saber o porquê das coisas leva-a a duvidar de tudo e mais alguma coisa. Seria melhor para ela ficar na ignorância e viver cada dia conforme lhe fosse possível? Talvez sim, talvez não... mas vale a pena tentar descobrir!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O outro livro, bem diferente do anterior, mas que também nos fala da inocência, é o "Quarto de Jack" ou "The Room" no original de Emma Donoghue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_Xg-bEk8Fm0/TuAK1yBSjsI/AAAAAAAAAaM/WTu8xBtRQ_Y/s1600/Room-EmmaDonoghue.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="218" mda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-_Xg-bEk8Fm0/TuAK1yBSjsI/AAAAAAAAAaM/WTu8xBtRQ_Y/s320/Room-EmmaDonoghue.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este livro leva-nos a visitar o pequeno Jack, de 5 anos (acabadinhos de fazer), que vive com a sua mãe. Uma das principais particularidades da história, do livro, é que ele&amp;nbsp;sempre viveu num quarto com a sua&amp;nbsp;mãe e por isso,&amp;nbsp;o mundo que ele conhece, e que vamos descobrir, é um mundo com algumas semelhanças em relação ao nosso, mas ao mesmo tempo&amp;nbsp;com muitas adaptações que até certo ponto&amp;nbsp;acabam por ser&amp;nbsp;a tal&amp;nbsp;bolha protectora que eu mencionava no inicio deste post aqui no blog. Será isso algo de bom para o Jack ou nem por isso?!&amp;nbsp;É impossível não sermos contagiados pela imaginação e inocência do pequeno Jack, e em certas alturas é como se também estivessemos ali fechados naquele quarto com eles, com vontade de interagir com eles e de certa forma ajudá-los.&amp;nbsp;Será que algum dia conseguirão sair daquele quarto? Como seria (sobretudo para o Jack)&amp;nbsp;se algum dia conseguissem&amp;nbsp;sair de lá? &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3419970369191142866?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3419970369191142866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3419970369191142866' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3419970369191142866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3419970369191142866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/12/inocencia-antes-de-adormecer-e-o-quarto.html' title='Inocência: &quot;Antes de Adormecer&quot; e &quot;O Quarto de Jack&quot;'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-p8TLbZdbvcs/TuAJDcTVKAI/AAAAAAAAAaE/mV7a6zqOMiE/s72-c/antes_adormecer.png' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5070494639565738341</id><published>2011-11-12T20:27:00.001-01:00</published><updated>2011-11-12T20:57:54.390-01:00</updated><title type='text'>a Morte com sinceridade e Novembro</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"É tão triste desejar a morte com sinceridade. É tão triste não encontrar nada na vida, olhar todas as escolhas da vida e todas serem uma só e essa única possibilidade ser a miséria e o sofrimento e a solidão definitiva. Com olhos cansados, via a minha mãe. Se pudesse tinha chorado. Se pudesse, tinha chorado com todas as minhas forças. Se pudesse, tinha gritado até arrancar a última réstia de sofrimento e de vida de mim, até transformar o meu sofrimento, a minha vida, num grito que impressionasse o mundo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Veio o mês da noite. Os dias não nasceram durante um mês. Os relógios, alheios ao mundo, continuavam a dar as horas, mas era sempre noite. A luz da electricidade não tinha força suficiente para iluminar a escuridão do mês da noite. Se alguém acendia uma lâmpada, não se distinguia sequer a luz pequena da presença de uma lâmpada acesa. Às vezes, ia á varanda. Olhava o céu negro, o lugar onde imaginava nuvens a passarem lentas á frente do lugar onde imaginava a forma embaciada da luz, as estrelas apagadas nos seus sítios. Olhava a escuridão absoluta, as ruas a tocar-me a pele, como pontos finos de luz imaginada."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;"A chuva tinha parado. Entrava pela janela o cheiro interior da terra molhada, o cheiro germinal da terra por dentro, molhada de ervas viçosas a crescer, talvez verdes na escuridão."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Textos de José Luís Peixoto, "Uma Casa na Escuridão"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OfPgK7uYgls" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5070494639565738341?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5070494639565738341/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5070494639565738341' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5070494639565738341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5070494639565738341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/11/morte-com-sinceridade-e-novembro.html' title='a Morte com sinceridade e Novembro'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/OfPgK7uYgls/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3166034714436882956</id><published>2011-11-09T23:30:00.000-01:00</published><updated>2011-11-10T00:24:43.454-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Abraço</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WoxE2fnbFf0/Trsna0oWlmI/AAAAAAAAAZ8/P9zuhBb3m1Q/s1600/JoanPaintingHug.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-WoxE2fnbFf0/Trsna0oWlmI/AAAAAAAAAZ8/P9zuhBb3m1Q/s1600/JoanPaintingHug.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um abraço, um ABRAÇO GRANDE, um abraço pequeno, um abraço de alegria, um abraço de tristeza, um abraço de paixão, um abraço de amizade, um abraço, um gesto de infinitos significados e que só&amp;nbsp;a&amp;nbsp;sua própria duração o pode definir, o pode formar e transformar. Palavra essa que inspira nomes de canções, nomes de livros, nomes de filmes, mas que também me saiu agora roleta das palavras que um dia haveriam de se tornar um título de um texto. Mais um que me faz querer estar com as palavras e com elas sentir o pensar, ficar feliz e ficar triste, tudo com as palavras. Palavras essas que muitas vezes saem mais facilmente da ponta dos dedos do que da ponta da língua, correndo talvez o risco de se perderem mais facilmente por aterrarem num local tão abstracto, e talvez solitário, como este aqui, quem sabe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas vou-me dirigir novamente à origem deste texto e evocar novamente a palavra abraço, esse gesto que sei que podia ser tão simples&amp;nbsp;e mesmo assim se tivesse acontecido talvez, apesar da sua simplicidade,&amp;nbsp;tivesse sido também&amp;nbsp;algo extremamente precioso porque acredito que era tudo o que precisavas naquele momento. Naquele momento&amp;nbsp;em que lamentos, lágrimas, interrogações e&amp;nbsp;inquietações fugiam de ti e&amp;nbsp;circulavam à tua volta e eu não fui capaz de as esmagar com a força do meu abraço,&amp;nbsp;os meus braços à tua volta, o calor do meu abraço a fazer desaparecer as tuas&amp;nbsp;inquietações, dando lugar a uma calma igualável à calma que se sente quando já não temos mais forças para chorar, quando o cansaço já superou a tristeza, a frustração,&amp;nbsp;e nos deixa estafados a não sentir, a não sentir mais nada.&amp;nbsp;Mas nada disso aconteceu, porque o meu abraço não aconteceu. Fui fraco e deixei-me ser invadido por seres semelhantes aos que te circundavam, seres esses que tenho dificuldade em afastar quando emergem algures. Sem saberes, porque não te disse, porque não vês essas palavras, peço-te desculpa pelo abraço que te fiquei a dever, e mesmo não te abraçando fisicamente, abraço-te sempre no meu pensamento e no meu coração.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3166034714436882956?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3166034714436882956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3166034714436882956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3166034714436882956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3166034714436882956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/11/abraco.html' title='Abraço'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WoxE2fnbFf0/Trsna0oWlmI/AAAAAAAAAZ8/P9zuhBb3m1Q/s72-c/JoanPaintingHug.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1286596309882709468</id><published>2011-10-21T20:34:00.001Z</published><updated>2011-10-21T20:34:30.445Z</updated><title type='text'>106 e 107</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Hoje...correm na minha cabeça as páginas 106 e 107 do livro "Uma casa na Escuridão"! Mas sei que isso pouco ou nada servia para melhorar o que quer que fosse por isso.....se calhar é melhor virar a página, mas é difícil, muito difícil!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1286596309882709468?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1286596309882709468/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1286596309882709468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1286596309882709468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1286596309882709468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/10/106-e-107.html' title='106 e 107'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2135401517379902653</id><published>2011-10-15T21:17:00.002Z</published><updated>2011-10-16T12:02:17.153Z</updated><title type='text'>Contradições</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;São inúmeras as&amp;nbsp;contradições que encontramos no dia-a-dia e também&amp;nbsp;naquelas coisas que se entranham em nós criando aquilo a que chamamos&amp;nbsp;de hábitos ou costumes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Muitas vezes lamentamos a solidão e desejamos que ela se vá embora, que esse sentimento de isolamento fique para trás, no entanto, e devido ao hábito de não conversar, não dialogar, não conviver, cria-se uma espécie de amizade com o vazio, com o silêncio, com o nada, e quando somos confrontados com um preenchimento desse vazio, ficamos sem saber como&amp;nbsp;reagir, e nesse desconserto sentimos uma espécie de saudades da solidão. Ficamos presos na incapacidade, ou ideia de incapacidade, de socializar (mesmo com pessoas mais chegadas) e ficamos reféns da comodidade negativa que&amp;nbsp;a solidão é capaz de enraizar em nós quando lhe damos espaço e tempo para isso. Se estamos acompanhados, depois&amp;nbsp;queremos&amp;nbsp;estar sós. Se estamos sós, sentimos a&amp;nbsp;frieza do vazio, do nada e do ninguém, e então&amp;nbsp;desejamos a companhia, a partilha de momentos, de conversas, de sons, imagens, etc... Contrariedades ridiculas que conseguem dar de si quando menos esperamos ou quando não estamos atentos aos seus sinais.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;---------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Saudade é solidão acompanhada, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é quando o amor ainda não foi embora,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;mas o amado já... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Saudade é amar um passado que ainda não passou,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é recusar um presente que nos machuca,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é não ver o futuro que nos convida...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Saudade é sentir que existe o que não existe mais...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Saudade é o inferno dos que perderam,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é a dor dos que ficaram para trás,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;é o gosto de morte na boca dos que continuam...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;aquela que nunca amou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E esse é o maior dos sofrimentos:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;não ter por quem sentir saudades,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;passar pela vida e não viver.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;Pablo Neruda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2135401517379902653?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2135401517379902653/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2135401517379902653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2135401517379902653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2135401517379902653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/10/contrariedades.html' title='Contradições'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-9061076144475325731</id><published>2011-10-02T00:15:00.000Z</published><updated>2011-10-02T00:15:12.480Z</updated><title type='text'>The Tree of Life</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como quase todos nosso fazemos em determinados momentos da nossa vida, paramos um pouco para pensar o que é que ela é exactamente, ou o que é que ela pode ser e qual o propósito de tudo isso que nos envolve.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;São perguntas infinitas que também têm respostas infinitas, mas que infelizmente só algumas podem ser encontradas por nós e mesmo essas que encontramos nem sempre são satisfatórias porque sabem apenas a "algo melhor do que nada". Será que é aí que está a piada disso tudo? O facto de não sabermos e queremos descobrir? De onde viemos, para onde vamos, que influência real temos nós no nosso percurso de vida que supostamente é definido pelas nossas acções e em&amp;nbsp;circunstâncias&amp;nbsp;que nem sempre as recordamos como momentos que foram tão decisivos como depois, mais tarde, nos apercebemos que o foram? Essas são só algumas das questões que encontramos no filme "The Tree of Life". Certamente haverão opiniões que vão contra o que lá é sugerido, mas a ciência diz-nos de uma forma, a religião pode dizer-nos de outra, mas apesar de todas as vertentes, não se pode dizer que não haja um pouco de tudo, afinal de contas há coisas que nem mesmo a ciência mais avançada dos nossos dias é capaz de explicar. Quem já viu o filme saberá que a componente musical e visual são fundamentais no seu objectivos que é positivamente cumprido transportando-nos para uma atmosfera ou ambiente de reflexão ou se simples observação, como se&amp;nbsp;estivéssemos&amp;nbsp;num amplo local escuro onde apenas existiam aquelas imagens à nossa volta. A juntar a isso ainda temos a componente humana e os seus sentimentos e complexas formas de ligação que culminam naquilo a que chamamos&amp;nbsp;família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/D27BBIc1QvM/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D27BBIc1QvM&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/D27BBIc1QvM&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-9061076144475325731?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/9061076144475325731/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=9061076144475325731' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9061076144475325731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9061076144475325731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/10/tree-of-life.html' title='The Tree of Life'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1606456705942703063</id><published>2011-09-03T16:50:00.000Z</published><updated>2011-09-03T16:54:16.031Z</updated><title type='text'>Talvez um amigo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yIwco5uVVqo/TmJbkwPU7HI/AAAAAAAAAZ4/7Hd3htW39-w/s1600/7cidades.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="172" src="http://1.bp.blogspot.com/-yIwco5uVVqo/TmJbkwPU7HI/AAAAAAAAAZ4/7Hd3htW39-w/s400/7cidades.jpg" width="400" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;02-09-2011...terá sido esse dia&amp;nbsp;o escolhido por ter algum significado especial ou terá sido&amp;nbsp;o limite dos limites que te levou a decidir que era "simplesmente" hora de partir? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Conhecia-te pouco mais do que "de vista", mas mesmo assim, com base no que me fora possível conhecer através da observação e de interacções, mesmo que indirectas, não posso deixar de demonstrar tristeza pela tua escolha&amp;nbsp;e agora ausência. Todos nós temos uma maneira de ver e de estar no mundo e nem todos lidamos com os problemas da mesma forma. Quando os problemas parecem&amp;nbsp;acumular-se e sem solução que os elimine, é preciso muita coragem e força para continuar a acreditar que é possível superá-los. No entanto sei que fazer isso sozinho ainda é mais difícil&amp;nbsp;e&amp;nbsp;infelizmente a solidão, a timidez, podem ser factores que não ajudam nada nessas situações e podem dar origem às piores decisões. Talvez um amigo, um verdadeiro amigo&amp;nbsp;ou um amigo verdadeiro, pudesse ter sido suficiente para hoje não ter motivos para estar aqui a escrever essas palavras de tristeza. Mas sei que esse tipo de amigos não abundam, pois apesar de&amp;nbsp;nos dias de hoje haver muitas formas&amp;nbsp;de as pessoas se interligarem, poucas são aquelas que dão origem a amizades&amp;nbsp;sólidas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Infelizmente o tempo não volta atrás e resta-nos apenas desejar-te uma boa viagem, que as inquietações dos últimos tempos&amp;nbsp;tenham sido&amp;nbsp;lavadas pelas águas (que outrora dizem ter sido originadas por lágrimas de amor) e&amp;nbsp;que onde quer que estejas,&amp;nbsp;encontres a paz e que tudo seja mais fácil do que supostamente estaria a ser para ti durante esta tua passagem pela nossa terra, e que sonhes&amp;nbsp;com as paisagens que&amp;nbsp;decidiste levar no coração.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É revoltante e triste ter conhecimento de situações em que descobrimos que as pessoas sofrem em silêncio e que é tarde demais para fazer algo que pudesse mudar os factos. Com medo e vergonha de abordar as outras pessoas com os nossos problemas,&amp;nbsp;muitas vezes devidos a estigmas sociais, criamos dentro de nós&amp;nbsp;raizes que&amp;nbsp;se apoderam de nós lentamente, consumindo-nos gradualmente até chegar a um ponto em que só existe um vazio. Mediante a infinidade de razões que fazem parte das preocupações de todos nós, era bom que todos&amp;nbsp;pudessemos ter a capacidade de tentar,&amp;nbsp;e claro, conseguir, ter alguém que nos ajude...verdadeiramente!&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1606456705942703063?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1606456705942703063/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1606456705942703063' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1606456705942703063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1606456705942703063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/09/talvez-um-amigo.html' title='Talvez um amigo...'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yIwco5uVVqo/TmJbkwPU7HI/AAAAAAAAAZ4/7Hd3htW39-w/s72-c/7cidades.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6311760986676258796</id><published>2011-08-06T01:07:00.000Z</published><updated>2011-08-06T01:07:43.381Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Por agora...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Somos fragmentos de um todo que se complementam, ou que se deviam complementar, peças de uma máquina que facilmente pode avariar se uma dessas peças estiver avariada, danificada. Uma avaria que pode sobrecarregar a restante maquinaria dando origem a outras avarias, até que chegará o ponto em que já não há reparação possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há tanta coisa que gostaria de reparar e vou para longe em pensamentos que não me levam a lado nenhum, a nenhuma resolução, a nenhuma solução e sei que o nosso melhor amigo, e também muitas vezes inimigo [o tempo] não pára, não nos dá tréguas. Como uma parte de um todo, é difícil ter em mim a energia, e todos os outros atributos,&amp;nbsp;de todas as partes. Há coisas que sozinhos não somos capazes de resolver, por mais vontade que haja no nosso coração. Vamos balançando entre o desespero e a esperança, uns dias mais perto de um lado, outros dias mais perto do outro lado, na tentativa de estabelecer o equilíbrio que nos permite continuar nesta caminhada desconhecida, nesta etapa atribulada e desgastante. Mas é a vida, é a vida por&amp;nbsp;agora e é essa que se tem de viver...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/TDFa5XdhZaQ" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6311760986676258796?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6311760986676258796/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6311760986676258796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6311760986676258796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6311760986676258796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/08/por-agora.html' title='Por agora...'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/TDFa5XdhZaQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6075077935350132288</id><published>2011-07-25T00:27:00.000Z</published><updated>2011-07-25T00:27:34.621Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Take all for granted</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Muitas vezes, mesmo que inconscientemente, acabamos por levar a vida, e seus "sub-elementos", como algo garantido. Somente coisas que de alguma forma mexem connosco são capazes de nos abanar como se agarrassem nos nossos ombros e nos sacudissem para a frente e para trás para nos fazer despertar para a realidade e ver as coisas como elas deviam ser vistas ou vividas. Um desses exemplos são as doenças que de um momento para o outro mudam tudo, acabam com tudo, retiram debaixo dos nossos pés o chão que seguramente pisávamos.&amp;nbsp;Na maioria dos casos é preciso ter um exemplo próximo de nós para nos apercebermos de que nada está garantido. No entanto, infelizmente com o passar do tempo vamos voltando ao estado anterior, como se houvesse um íman que nos atraísse para aquele estado, para&amp;nbsp;aquele pensamento, para&amp;nbsp;aquele absorto&amp;nbsp;modo de estar e de viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Falando por mim, e certamente também por muitas outras pessoas, devo dizer que os tempos que vivemos e as coisas a que temos vindo a assistir, tanto no nosso país como um pouco por tudo o mundo, deixam-nos um&amp;nbsp;pouco com o pé atrás em relação a perspectivas de futuro e para onde caminhamos. Temos de aprender a viver com essa espécie de receio, que mesmo que seja imaginário, coloca alguma pressão ou tensão sobre os nossos ombros. Talvez tenhamos agora&amp;nbsp;mais motivos para não ter tudo como garantido, quer seja materialmente quer seja nos outros aspectos das nossas vidas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Claro que falar é fácil e muitas conversas&amp;nbsp;podem se&amp;nbsp;transformar em encorajamentos para aproveitarmos a vida porque ela é curta e só temos uma.&amp;nbsp;Não é que essas ideias sejam falsas, mas por em prática os modos de aproveitamento dessa única vida nem sempre é fácil, mesmo que muitos de nós tenhamos o dom de complicar as coisas, temos de admitir que é preciso parabenizar aquelas pessoas que sabem levar a vida "numa boa" (desde que o façam de forma justa, pois de injustiças já estamos todos fartos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/McEEiZU8t4Y" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6075077935350132288?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6075077935350132288/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6075077935350132288' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6075077935350132288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6075077935350132288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/07/take-all-for-granted.html' title='Take all for granted'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/McEEiZU8t4Y/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2687799440495899677</id><published>2011-07-21T23:42:00.016Z</published><updated>2011-07-22T09:45:44.644Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>Traços # 3</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-H4Gp68jqAF8/Tii83ud9hcI/AAAAAAAAAZ0/eajDaZbXXOQ/s1600/Tracos3_RN_700.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="305" src="http://4.bp.blogspot.com/-H4Gp68jqAF8/Tii83ud9hcI/AAAAAAAAAZ0/eajDaZbXXOQ/s400/Tracos3_RN_700.jpg" t$="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Posso dizer que esse "traços #3" foi feito a pedido de um amigo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;tem o seu significado e&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;por isso teve mais "piada" fazê-lo, embora o tema não seja o mais agradável. Este podia ser apenas mais um desenho, uns rabiscos, mas não é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2687799440495899677?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2687799440495899677/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2687799440495899677' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2687799440495899677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2687799440495899677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/07/tracos-3.html' title='Traços # 3'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-H4Gp68jqAF8/Tii83ud9hcI/AAAAAAAAAZ0/eajDaZbXXOQ/s72-c/Tracos3_RN_700.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5635991113773271178</id><published>2011-07-20T23:00:00.000Z</published><updated>2011-07-21T23:38:37.847Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Três gerações e um dia.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Três gerações e um dia. Um dia que marca o inicio, o inicio da vossa existência, das vossas vidas. Um dia que vos marca como um carimbo, como acontece com todos nos. Infelizmente chega o dia em que chega a hora de partir e a partir dai há datas que se sobrepõem, alcançando uma diferente importância ou significado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas hoje e o dia que vocês tem em comum e que certamente já celebraram de diversas formas. Embora eu esteja fisicamente ausente nesse vosso dia &lt;span style="color: #666666;"&gt;(num caso porque a presença física de quem já partiu torna-se impossível; noutro caso o tempo encarregou-se de aumentar a distancia e de reduzir a ligação entre nos, algo que se vai sumindo aos poucos como se fosse um papel com um desenho colorido que, com o passar do tempo, vai perdendo as suas cores e formas ate chegar um ponto em que já não conseguimos dizer o que lá estava; e no outro caso, posso dizer que por vezes ganham-se hábitos ou rotinas que desviam as nossas atenções daquilo ou daqueles que deviam estar em primeiro lugar para todos nos (não menosprezando os outros claro)&lt;/span&gt; e chega-se ao ponto de celebrar este dia supostamente importante nas vossas vidas com outras pessoas que não a família...que aos poucos vai-se desintegrando e perdendo o seu significado ou valor) não estou ausente em espírito e desejo-vos as maiores felicidades nesse dia, qualquer que seja a vossa geração; uma avo, um primo e um pai...PARABÉNS!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5635991113773271178?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5635991113773271178/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5635991113773271178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5635991113773271178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5635991113773271178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/07/tres-geracoes-e-um-dia.html' title='Três gerações e um dia.'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3523244720146356770</id><published>2011-06-19T14:43:00.000Z</published><updated>2011-06-19T14:43:51.469Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Por a casa em ordem - um romance sobre almas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.bymattruff.com/sethousecov.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i$="true" src="http://www.bymattruff.com/sethousecov.jpg" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pergunto-me quantos de nós, diante de um espelho (ou não necessariamente nessa ocasião), nunca experimentou o pensamento de&amp;nbsp;podermos observar-nos a nós próprios como se estivessemos fora do nosso corpo, uma experiência extra-corporal. Imaginar que nos observamos e nos avaliamos como se fossemos outra pessoa que não nós próprios. Talvez a imagem do santinho e do diabinho ao topo da nossa cabeça, uma imagem muito recorrente quando se deseja expressar a dualidade do "bom vs mau" ou "bem vs mal", possa ser adicionada a esta&amp;nbsp;linha de pensamento.&amp;nbsp;E se elevarmos o nível de complexidade que uma experiência intra-pessoal e/ou extra-pessoal pode ter sobre nós, poderemos facilmente&amp;nbsp;chegar a um cenário de personalidade múltipla! Apesar de não ser algo que me seja totalmente desconhecido enquanto conceito, devo dizer que ler o livro "Por a casa em ordem" de Matt Ruff, resumidamente descrito como "um romance sobre almas",&amp;nbsp;foi uma forma muito interessante e divertida de explorar aquilo que pode ser a personalidade múltipla, aguçando a nossa curiosidade em relação a esse assunto enquanto vamos lidando com as personlidades (no livro denominadas, e com razão,&amp;nbsp;de "almas") das personagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um livro que&amp;nbsp;nos seus primeiros passos parecia encaminhar-me erradamente para algo&amp;nbsp;abstracto e que iria requerer doses elevadas de concentração para não perder o fio à meada. Digo erradamente porque depois de entender pequenos pormenores que não podem escapar porque fazem toda a diferença, tudo começa a fazer sentido no que diz respeito à mecânica do livro e à forma genial como o autor do livro consegue criar esses mundos interiores onde vivem as almas, e que, como&amp;nbsp;temos oportunidade de&amp;nbsp;ir descobrindo ao longo do livro, estão de alguma forma espelhados ou relacionados com o mundo exterior e com a vida/história das personagens. Como se isso não fosse suficiente, o livro ainda nos oferece reflexões que podem estar relacionadas com qualquer um de nós enquanto pessoas uniformes ou multiplas, histórias muito bem contadas e que fazem todo o sentido, levando-nos para a resolução de uma espécie de puzzle, mais complexo do que aquele que vemos na capa do livro, fornecendo-nos aquela satisfação que procuramos quando lemos um livro, um bom livro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Alguém tem de gerir o corpo; isto é, sob muitos aspetos, um truísmo, mas não é literalmente verdade; é possível, embora geralmente não seja boa ideia, deixá-lo sem atenção. O truque é assegurar-se que o corpo está num lugar seguro, onde, se começarem a acontecer coisas más, isso aconteça lentamente e com muitos avisos. …&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Embora eu troce disto, é um assunto sério…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;…qual era a sensação de abandonar o corpo. «Contrais-te para dentro de ti próprio, flutuas para fora de ti, ou como é?» Depois de várias tentativas ineptas de lhe fornecer uma descrição, descobri este exercício que, embora não seja perfeito, pelo menos transmite a ideia geral: inclinas a cabeça para trás o mais que puderes. Sentirás uma tensão nos músculos da parte detrás do pescoço que se torna rapidamente dolorosa. Imagina essa tensão a espalhar-se para fora, embrulhando-se em torno da tua cara e descendo para o tronco, braços e pernas, tornando toda a tua pele numa casca rija como uma armadura. Agora, imagina-te a recuar para fora dessa armadura e a encontrares-te a ti próprio, não atrás do teu corpo, mas num sítio completamente diferente. Imagina tudo isso a acontecer entre dois batimentos cardíacos.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Para ela, o pai era uma série de histórias, algumas contadas pela mãe, outras pela avó, e mais algumas histórias ficcionais fornecidas por memorando. As histórias de que Mouse gostava mais eram as da avó, mas eram as da mãe as mais imponentes – histórias de Morgan Driver, o valoroso cavaleiro, o cavalheiro que morrera tragicamente, mas não sem ter primeiro assegurado que a sua família tivesse coisas boas para sempre.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Eu estava morto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Isso, por si só, não me preocupava muito. Nunca tive medo da morte. De morrer, sim-, de um fim doloroso, ou prematuro – coisas importantes que ficam por fazer - , sem duvida. Mas a ideia de estar morto não me causava qualquer terror particular. Lembrava-me do momento do meu nascimento e, tendo vindo da escuridão, parecia-me perfeitamente adequado que lá voltasse. As partes assustadoras ficavam todas no meio. Então estar morto não me incomodava. O que me incomodava era a forma como não me incomodava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No lugar nenhum do esquecimento não devem existir emoções; o tempo para nos sentirmos confortáveis com a morte deve ocorrer antes desta, não depois.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Pois a minha alma não se dissolveu uniformemente em nada: desintegrou-se em estágios, camadas de identidade a descascar como uma cebola, reduzindo-me à não-existência.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Já que o assunto deste post&amp;nbsp;está relacionado com&amp;nbsp;a personalidade múltipla, deixo aqui o trailer de um filme que aborda este tema e que parace valer a pena ser visto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="286" src="http://www.youtube.com/embed/4cb60liIl9o" width="450"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3523244720146356770?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3523244720146356770/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3523244720146356770' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3523244720146356770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3523244720146356770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/06/por-casa-em-ordem-um-romance-sobre.html' title='Por a casa em ordem - um romance sobre almas'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4cb60liIl9o/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4678393605792013138</id><published>2011-06-15T18:24:00.000Z</published><updated>2011-06-15T18:24:14.355Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Papel castanho amarrotado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Embrulho-me dentro deste papel castanho amarrotado e sinto a envolvência de uma segurança provisória que vale por cada segundo que passa porque me deixa escondido. Não sou uma toupeira nem tão pouco uma avestruz, mas também não sou invulnerável. Sei que mais cedo ou mais tarde virá a chuva e o vento...irão destruir o meu abrigo, o meu embrulho, e ficarei à mercê da realidade. Realidade onde por vezes parece estar tudo e todos a caírem à minha volta e eu não tenho meios para evitar tais quedas. Para impedir a queda de uns, teria de deixar outros caírem ou provocar algumas outras quedas. Não gosto de pensar em mim como cobarde nem ingrato, mas tem-me sido difícil encontrar armas para enfrentar a realidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ahjUmQ5wZ3k" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4678393605792013138?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4678393605792013138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4678393605792013138' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4678393605792013138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4678393605792013138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/06/papel-castanho-amarrotado.html' title='Papel castanho amarrotado'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ahjUmQ5wZ3k/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6935642902512754510</id><published>2011-05-27T07:30:00.001Z</published><updated>2011-05-28T16:53:32.668Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Senhor Santo Cristo dos Milagres</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hiqlisrk4yA/TeEoYtOuJWI/AAAAAAAAAZw/uac4mxF6CSY/s1600/Mulher_pedindo_ajuda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-hiqlisrk4yA/TeEoYtOuJWI/AAAAAAAAAZw/uac4mxF6CSY/s320/Mulher_pedindo_ajuda.jpg" t8="true" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sejam benvindos de volta à vossa terra! Sei que faz já algum tempo desde que cá estiveram pela última vez. Pelo vosso olhar quase que posso afirmar que já se aperceberam que muita coisa está diferente, muita coisa mudou desde que partiram. É verdade, já se passou tanto tempo. Esse agente que, juntamente com as pessoas,&amp;nbsp;se encarrega das transformações. O relógio não pára. Essa é uma boa altura para visitarem as ruas da vossa pequena cidade. Ruas essas que este fim-de-semana estarão inundadas de pessoas, multidões provenientes de toda a ilha, de todo o arquipélago e de diversos locais espalhadas por esse vasto mundo que se estica e encolhe como um acordeão perante o nosso estado de espírito.&amp;nbsp;É uma oportunidade única para testemunharem e viverem&amp;nbsp;novamente actos de fé que assumem dimensões que só cada indivíduo pode tentar explicar. Nem sempre temos a capacidade de interpretar tamanhas forças e devoções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É bom ter-vos de volta. Há tanto para vos dizer e há mais ainda para vos perguntar. São tantas as questões que nos atormentam todos os dias. Mesmo não estando cá, sei que saberão muita coisa, que saberão responder a muitas dúvidas. Fico feliz por mostrar-vos algumas coisas e de falar convosco acerca do presente. No entanto também&amp;nbsp;devo dizer que não sinto vergonha de chorar junto de vós os fracassos, as perdas e as desilusões que fazem parte da vida de todos nós e creio que nem precisaria de vos mencionar isso....quem melhor do que vocês&amp;nbsp;para o saber.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Vamos aproveitar o almoço para estarmos todos juntos. Hoje iremos almoçar no café daquela senhora que cujo marido partiu para junto de vós há uns anos, lembram-se? O café dela continua sem ter um rádio ou uma televisão!&amp;nbsp;Podemos&amp;nbsp;conversar à vontade, não há distracções. Acho que vão gostar de a rever. Ela fez um novo penteado. Deve&amp;nbsp;ter sido por causa da&amp;nbsp;festa. Costuma ser sossegado lá, mas&amp;nbsp;hoje é possível que esteja mais movimentado visto que hoje é a sexta-feira que começa a festa e há mais movimento do que o habitual&amp;nbsp;na zona onde se situa o café. Quem sai do trabalho aproveita o sol&amp;nbsp;e o ambiente que se enche de algo que não sei explicar, mas que tenho a certeza que se deve ao facto de haver várias pessoas, grupos de pessoas,&amp;nbsp;algumas de um lado para o outro, outras paradas a conversar, outras só sentadas olhando em redor, para dar um passeio na hora de almoço.&amp;nbsp;Talvez aproveitem para ir almoçar nas barracas da festa que já começam a&amp;nbsp;confeccionar os primeiros pratos sem esquecer os petiscos. Já se sente o cheiro. Entre a movimentação existem ainda aqueles que se esforçam por completar os últimos preparativos para a festa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este fim-de-semana muitas famílias encontrar-se-ão e poderão passar bons momentos juntas, pelo menos era isso que costumava acontecer. Espero que ainda assim seja para não ficarem desiludidos ao longo desta vossa visita. Algumas pessoas ainda têm o hábito de comprar a roupa nova para a festa. Nos dias de hoje a maior parte das pessoas compra roupa todo o ano, mas há ainda aquelas famílias que mantêm o hábito (também devido as condições financeiras) de comprar a roupa nova para a festa do Natal e para esta festa, a festa do Senhor Santo Cristo dos Milagres.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6935642902512754510?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6935642902512754510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6935642902512754510' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6935642902512754510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6935642902512754510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/senhor-santo-cristo-dos-milagres.html' title='Senhor Santo Cristo dos Milagres'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hiqlisrk4yA/TeEoYtOuJWI/AAAAAAAAAZw/uac4mxF6CSY/s72-c/Mulher_pedindo_ajuda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4917165835477341375</id><published>2011-05-23T08:20:00.001Z</published><updated>2011-05-23T11:44:45.260Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Como me sinto agora</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yckcaNRuwaU/TdpIkf_4ptI/AAAAAAAAAZs/Lwb-yCpBb7U/s1600/Chama.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="319" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-yckcaNRuwaU/TdpIkf_4ptI/AAAAAAAAAZs/Lwb-yCpBb7U/s320/Chama.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Talvez, e à semelhança de muitas outras pessoas, tendo a recorrer a ti com mais afinco em situações que me ultrapassam ou que pelo menos assim parecem. E digo "talvez" porque lá no fundo não é preciso dizer nada, o sentir diz tudo. Sei que esse conjunto binário de "zeros" e "uns",&amp;nbsp;transformados&amp;nbsp;em letras, estarão armazenados num vasto mundo virtual e que não chegarão a ti ou que tu não chegarás a eles, mas em tempos de escassos recursos, é preciso acreditar que neste canal entre pensamento, nervos,&amp;nbsp;músculos, dedos e teclas, existe uma voz e existe alguém à escuta. Não acredito sempre nisso, ninguém acredita sempre, mas até haver dúvida, há sempre Fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entretanto já não sinto o calor da fogueira a meus pés, as suas chamas estão praticamente extintas e tentam timidamente manter-se vivas e temo que em breve vaia restar apenas cinzas. Cinzas que o vento encarregar-se-á de espalhar por aqui e por acolá. Será o fim? Será o início? Não sei...só sei que será como me sinto agora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4917165835477341375?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4917165835477341375/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4917165835477341375' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4917165835477341375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4917165835477341375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/como-me-sinto-agora.html' title='Como me sinto agora'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yckcaNRuwaU/TdpIkf_4ptI/AAAAAAAAAZs/Lwb-yCpBb7U/s72-c/Chama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3549926196660646874</id><published>2011-05-19T13:03:00.001Z</published><updated>2011-05-19T13:13:43.771Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Pesadelos sonhados ou vividos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/---VqwCqbB0M/TdUXeVGre8I/AAAAAAAAAZo/bjCflGz_3FE/s1600/b0049794_181953.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/---VqwCqbB0M/TdUXeVGre8I/AAAAAAAAAZo/bjCflGz_3FE/s320/b0049794_181953.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há dias que se transformam em noites e trazem consigo sonhos em forma de pesadelos, dos quais tentamos escapar. Tentamos escapar ao sufoco dos trágicos acontecimentos que ganham vida nos pesadelos. Esse escape seria obviamente acordar! Acordar e sentir o alívio imediato de saber que a realidade afinal não é a mesma daquele lugar ou instante que nos agoniza. Acordamos e podemos respirar fundo, inspiramos satisfação e reconfortamo-nos para adormecer novamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas... e se a situação for outra?! Outra, em que não estamos a dormir e&amp;nbsp;nem tão pouco a sonhar, mas mesmo assim estamos a enfrentar um pesadelo equivalente ou pior do que aqueles que nos fazer ansiar pela hora de acordar, nos fazem ansiar por sentir a leveza de saber que afinal está tudo bem e que o mal era somente algo fictício!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda estou a tentar descobrir e ao longo do dia anseio pela noite para poder cair no sono, cair no inconsciente e afastar-me da realidade que consegue ser bem assustadora do que os pesadelos sonhados e não vividos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3549926196660646874?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3549926196660646874/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3549926196660646874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3549926196660646874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3549926196660646874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/pesadelos-sonhados-ou-vividos.html' title='Pesadelos sonhados ou vividos'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/---VqwCqbB0M/TdUXeVGre8I/AAAAAAAAAZo/bjCflGz_3FE/s72-c/b0049794_181953.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6029800128406445847</id><published>2011-05-16T13:30:00.002Z</published><updated>2011-05-16T16:21:23.504Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paródia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>Traços # 2 - Pegar, Largar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NZSzOGm_acQ/TdFOJVfX8CI/AAAAAAAAAZk/L0WARnnosfc/s1600/Tra%25C3%25A7os2_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-NZSzOGm_acQ/TdFOJVfX8CI/AAAAAAAAAZk/L0WARnnosfc/s320/Tra%25C3%25A7os2_500.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pegar, largar... não largar, simplesmente deixar&amp;nbsp;cair, não deixar,&amp;nbsp;atirar... atirar para longe, atirar para além do horizonte, atirar para o infinito, não atirar, não fazer nada...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6029800128406445847?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6029800128406445847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6029800128406445847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6029800128406445847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6029800128406445847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/pegar-largar.html' title='Traços # 2 - Pegar, Largar'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NZSzOGm_acQ/TdFOJVfX8CI/AAAAAAAAAZk/L0WARnnosfc/s72-c/Tra%25C3%25A7os2_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7915087499263114045</id><published>2011-05-10T00:01:00.001Z</published><updated>2011-05-10T10:29:04.689Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>Traços # 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WuxYUFQiujo/TckS6pEOoRI/AAAAAAAAAZg/SmqHq5zLbkg/s1600/Tra%25C3%25A7os_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-WuxYUFQiujo/TckS6pEOoRI/AAAAAAAAAZg/SmqHq5zLbkg/s320/Tra%25C3%25A7os_500.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7915087499263114045?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7915087499263114045/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7915087499263114045' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7915087499263114045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7915087499263114045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/tracos-1.html' title='Traços # 1'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WuxYUFQiujo/TckS6pEOoRI/AAAAAAAAAZg/SmqHq5zLbkg/s72-c/Tra%25C3%25A7os_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6986486892180439258</id><published>2011-05-01T23:23:00.001Z</published><updated>2011-05-01T23:59:32.262Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Mundo Paralelo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por vezes dou por mim e sinto-me como se eu, ou parte de mim, estivesse numa espécie de mundo paralelo no qual nunca chego a entrar plenamente. Somente sinto uma evasão que resulta como um olhar para trás, um olhar para o mundo do lado de cá, imaginando a minha ausência e sua insignificância. Sinto-me pequeno e sinto-me desligado.&amp;nbsp;Entretanto sei que nesses momentos a transparência não é total,&amp;nbsp;existem espectros de cor que me recordam que ainda há coisas que requerem a minha presença, nem que seja somente para cumprir funções predefinidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Certos problemas, para os quais infelizmente não tenho solução,&amp;nbsp;fazem surgir em mim um&amp;nbsp;de sentimento fraqueza, de culpa, e de certa forma, de&amp;nbsp;alguma cobardia também. Quando se trata de situações nas quais estamos envolvidos, mesmo que indirectamente, e quando as outras variáveis da equação estão directamente ligadas a nós, é impossível dissociar&amp;nbsp;o pensamento da realidade.&amp;nbsp;Estar no tal mundo paralelo&amp;nbsp;não resulta sempre, pois por mais que custe, a realidade persegue-nos sempre, e mais cedo ou mais tarde teremos de a enfrentar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Hoje foi mais um dia da mãe, aquele que, na óptica do comércio&amp;nbsp;supostamente pode servir&amp;nbsp;para provarmos o quanto gostamos dessa pessoa. Um daqueles dias ao longo do ano em que muitos abrem excepções e não ligam às dificuldades ($). Gostava que um desses mimos, ou simplesmente gestos mais&amp;nbsp;sinceros como&amp;nbsp;um beijo, um abraço ou umas palavras fossem suficientes para fazerem a minha mãe feliz no dia de hoje, mas presumi que muito pouca coisa, ou talvez nenhuma,&amp;nbsp;estivesse ao meu alcance para que eu fosse capaz de cumprir tal objectivo. E nessa presunção, nem dei corda a essa tentativa. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6986486892180439258?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6986486892180439258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6986486892180439258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6986486892180439258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6986486892180439258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/05/mundo-paralelo.html' title='Mundo Paralelo'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-115664053447729199</id><published>2011-04-28T00:01:00.001Z</published><updated>2011-04-28T11:21:52.116Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Cola Super 3</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Adormeci a pensar&amp;nbsp;numa força que me atingia com pujança e me transformava em pó e fragmentos,&amp;nbsp;&amp;nbsp;em nada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Acordei e comecei o dia com Cola 3, ou Cola Super 3, porque achava que era a mais eficaz para voltar atrás e refazer algo que desfiz, algo que quebrei e que se espalhou em pedaços. Juntei-os como se fizessem parte de um puzzle&amp;nbsp;à medida que&amp;nbsp;ia tentando&amp;nbsp;colar cuidadosamente&amp;nbsp;as arestas para que tudo retomasse a sua forma original. Ao longo do processo estive perto de acabar por também ficar colado aos estilhaços. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há coisas que depois de quebradas jamais conseguem voltar a ser como eram antes, pois&amp;nbsp;estarão sempre presentes as rachadelas, as marcas e imperfeições que nos lembrarão dos incidentes que marcaram tal acontecimento. Podemos tentar disfarçar a nossa tentativa de reparação, de reconstituição de algo, recorrendo a artifícios que possam enganar a vista mais desatenta, como por exemplo&amp;nbsp;passar alguma massa para tapar as rachadelas e posteriormente&amp;nbsp;uma mão de tinta para dar um aspecto&amp;nbsp;novo, mas com o tempo, as imperfeições voltam à superfície. Talvez tenha sido tempo perdido tentar reparar algo que talvez&amp;nbsp;o melhor&amp;nbsp;fosse simplesmente esquecer e colocar no lixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pior do que tudo isso, é que há coisas quem nem a cola mais poderosa do mundo é capaz de fazer algo para ajudar, é um pouco como a ironia de ter algo que sempre desejamos no momento em que esse algo é-nos completamente inútil, insignificante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;An old man turned ninety-eight &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;He won the lottery and died the next day &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;It's a free ride when you've already paid &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;It's the good advice that you just didn't take &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;Mr. Play It Safe was afraid to fly &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;He packed his suitcase and kissed his kids good-bye &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;He waited his whole damn life to take that flight &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;And as the plane crashed down he thought &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #fff2cc;"&gt;It's like ten thousand spoons when all you need is a knife &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-115664053447729199?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/115664053447729199/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=115664053447729199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/115664053447729199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/115664053447729199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/04/cola-super-3.html' title='Cola Super 3'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6008508568647459521</id><published>2011-04-23T23:45:00.001Z</published><updated>2011-04-24T00:41:25.100Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>A luz</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yMQxS9JgDDM/TbNwpwlW-FI/AAAAAAAAAZc/HDmz9VWHexk/s1600/light-in-darkness2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-yMQxS9JgDDM/TbNwpwlW-FI/AAAAAAAAAZc/HDmz9VWHexk/s320/light-in-darkness2.jpg" width="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando sentimos uma escuridão dentro do nosso coração, da nossa alma, ou de qualquer outro local que sabemos que existe dentro de nós, e que acreditamos que seja de lá que vem a nossa maneira de ver e sentir o mundo, sentimos uma desorientação, uma ansiedade por encontrar a luz que nos possa guiar para um lugar aparentemente mais seguro, mais acolhedor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Tentamos encontrar dentro ou fora de nós essa espécie de salvação, um rumo, uma quietude e uma paz de espírito que nos permita crer que, apesar de o futuro não se mostrar fácil, não podemos baixar os braços. E não o fazemos porque acreditamos que ainda há muito para viver, razões para viver,&amp;nbsp;que há mais tempo pela frente do que aquele que já ficou para trás. &lt;br /&gt;Estas certamente já foram a minha palavras usadas como forma de dar algum incentivo a quem achei que precisava, pois é nisso que também tento acreditar e basear as minhas perspectivas.&lt;br /&gt;Pode ser que cada vez seja mais difícil continuar a ter esperança e acreditar em finais felizes para todos aqueles que fazem parte da nossa vida, mas o que é que nos irá restar se já nem esperança tivermos?! &lt;br /&gt;Também tenho noção que há situações esgotantes e por isso pergunto...como podemos dizer essas palavras a alguém que perdeu o seu rumo e talvez inclusive todas aquelas&amp;nbsp;pequenas coisas que, no caso de muitos de nós, ainda são o que restam&amp;nbsp;para manter a chama acesa?!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6008508568647459521?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6008508568647459521/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6008508568647459521' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6008508568647459521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6008508568647459521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/04/luz.html' title='A luz'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-yMQxS9JgDDM/TbNwpwlW-FI/AAAAAAAAAZc/HDmz9VWHexk/s72-c/light-in-darkness2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-63839338175307775</id><published>2011-04-21T13:40:00.001Z</published><updated>2011-04-21T14:18:31.558Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Another Year</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O filme chama-se Another Year e tal como o próprio nome indica...acompanhamos um ano, ou mais um ano, da vida de um casal que já tem a sua idade e que&amp;nbsp;aparenta&amp;nbsp;ser feliz. À semelhança do que acontece connosco ou com alguns de nós, esse casal tem amigos/colegas de trabalho&amp;nbsp;de longa data que de vez em quando, uns mais do que outros, se lembram de aparecer lá por casa para tomar um chá ou para um jantar, mantendo assim em dia a relação de amizade e companheirismo existente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Este filme Inglês, que não pretende ser mais do que aquilo que é, surge perante nós como&amp;nbsp;um reflexo da realidade da vida das pessoas, ou de algumas delas, uma vez&amp;nbsp;que determinados aspectos que são abordados, podiam ser da nossa própria vida e à medida que vamos vendo o filmes vamos&amp;nbsp;balançando&amp;nbsp;entre a simplicidade das situações do filme e a complexidade das situações da vida através das personagens que são pessoas e que por isso, como sabemos, podem&amp;nbsp;ser um reservatório infinito de características.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O que o presente nos dá, é fruto de um passado e o que o futuro nos trará é o resultado das nossas acções ou reacções que ocorrem no "agora" e por isso, olharemos&amp;nbsp;para nós, para quem somos, como o resultado daquilo que&amp;nbsp;fizermos e&amp;nbsp;aquilo que&amp;nbsp;fizermos será o resultado das nossas decisões e será um fardo que cada um terá de carregar, independentemente das suas características.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para muitos, este&amp;nbsp;filme talvez seja&amp;nbsp;apenas "Another Movie"...mas para outras pessoas que&amp;nbsp;o virem de outra forma, acredito que seja mais do que isso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="425" height="259" src="http://www.youtube.com/embed/qDVJwhj5EgA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-63839338175307775?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/63839338175307775/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=63839338175307775' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/63839338175307775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/63839338175307775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/04/another-year.html' title='Another Year'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/qDVJwhj5EgA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6817054957499537224</id><published>2011-04-06T13:45:00.001Z</published><updated>2011-04-06T15:34:59.065Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Sossego no silêncio, ou não!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6Xy1w0I6BHU/TZwtGIL8IiI/AAAAAAAAAZY/hXYt0YZZoXs/s1600/silencio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="243" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-6Xy1w0I6BHU/TZwtGIL8IiI/AAAAAAAAAZY/hXYt0YZZoXs/s320/silencio.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Subitamente, ou talvez gradulamente, fez-se silêncio...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Há silêncios que valem ouro, mas há outros que são extenuantes porque em vez de darem lugar ao sossego, deixam o ar atribulado por uma série de questões que dançam como as folhas que dizem adeus à sua árvore e partem ondulando de um lado para o outro até chegarem ao seu destino, o chão. Muitas questões não chegam ao chão, acabam por se transformar em pó, em nada. A "questão-mãe" é aquela que permanece e que, apesar de ser muitas vezes ignorada e vista a determinada altura como pano de fundo, um papel de parede, de tempos a tempos ela lembra-nos que ainda não foi saciada. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Qual a razão deste silêncio?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como seres curiosos que somos, gostamos de saber a razão das coisas serem como são, de estarem como estão, gostamos de saber qual o nosso papel. Sou eu que não ouço? Sou eu que não falo?...Estas são crias da "questão-mãe" e o melhor é fazer com que ela pare já e&amp;nbsp;cobri-la com pele de camaleão. Se ela continuar faminta, isso já é problema dela porque neste momento eu não quero saber.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Nem tudo na vida é como andar de bicicleta que dizem que nunca se esquece, nunca se desaprende. Quem sabe se o modo silencioso nos leva a desaprender a falar e ouvir e a aprender a sentir uma espécie de conforto nesse silêncio.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6817054957499537224?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6817054957499537224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6817054957499537224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6817054957499537224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6817054957499537224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/04/sossego-no-silencio.html' title='Sossego no silêncio, ou não!'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6Xy1w0I6BHU/TZwtGIL8IiI/AAAAAAAAAZY/hXYt0YZZoXs/s72-c/silencio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5450321092464567394</id><published>2011-04-01T22:42:00.001Z</published><updated>2011-04-01T22:42:58.779Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estados de Espírito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Egoísta</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_OGUWwAb0so/TZZUw_cnDhI/AAAAAAAAAZU/__F65wCdZw4/s1600/smiles+and+tears.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-_OGUWwAb0so/TZZUw_cnDhI/AAAAAAAAAZU/__F65wCdZw4/s320/smiles+and+tears.bmp" width="286" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E hoje fui egoísta, neguei algo que à partida não era nada que fosse&amp;nbsp;fora do normal, mas que por instinto simplesmente disse não, respondi "não". Para mim, e para muitas outras pessoas, aquilo que neguei, nem sempre&amp;nbsp;tem o devido valor e passados alguns segundos após tal atitude, parei e foi como se naquele instante, me abandonasse a mim próprio e me repreendesse, me repreendesse por tal&amp;nbsp;gesto.&amp;nbsp;Senti-me envergonhado ao recordar as palavras e o olhar e ao recordar o olhar a quem neguei algo, o meu olhar humedeceu. Perante tal repreensão,&amp;nbsp;virei-me hesitante&amp;nbsp;na possibilidade de poder voltar atrás e tentar remediar a situação, mas tal não aconteceu. Há momentos que têm o seu timing e quando&amp;nbsp;perdem o seu prazo de validade, desaparecem,&amp;nbsp;é como uma gota de água que já secou e transforma-se em nada, viajou para um universo onde as coisas existem mas não são visíveis, um pouco à semelhança das nossas memórias...embora não as vejam, elas existem e agora resta-me lidar com esse pequeno fragmento de memória que me poderá fazer sentir mal perante mim próprio, sobretudo naqueles dias em que os pequenos gestos são suficientes para criar&amp;nbsp;um sorriso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5450321092464567394?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5450321092464567394/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5450321092464567394' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5450321092464567394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5450321092464567394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/04/egoista.html' title='Egoísta'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_OGUWwAb0so/TZZUw_cnDhI/AAAAAAAAAZU/__F65wCdZw4/s72-c/smiles+and+tears.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3501753631657702407</id><published>2011-03-17T13:30:00.002-01:00</published><updated>2011-03-17T17:19:10.450-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Redes Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Opinião'/><title type='text'>Sentimentos sociais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ipwE1CtcDbI/TYHnsmcbMaI/AAAAAAAAAZM/WbEgWsIEWcQ/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://1.bp.blogspot.com/-ipwE1CtcDbI/TYHnsmcbMaI/AAAAAAAAAZM/WbEgWsIEWcQ/s320/2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sem dúvida que as redes sociais são um excelente meio de interligar as pessoas, e tal como imensas outras coisas, têm os seus factores positivos e os seus factores negativos. Chegam mesmo a ser um desafio para todos nós e cabe a cada um definir o nível de atenção a dar a cada tipo de rede social, que informações procurar, que informações partilhar, em suma, estabelecer o seu próprio limite e respeitar os limites dos outros. Pode ser uma excelente ferramenta de trabalho (ou o oposto), um entretenimento, um passatempo, uma companhia, um perigo, etc, são inúmeros os adjectivos que se podem atribuir. Mas o que me traz aqui não é explicar o que são as redes sociais, pois isso já todos nós sabemos o que são, ou não fosse isso um dos assuntos frequentemente abordados pela imprensa e diversos programas e documentários que chegam até nós através dos diversos formatos disponíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Existem diversas formas de prestarmos a nossa homenagem perante alguém que parte para uma nova etapa da sua vida (uma vida com presença espiritual) e se alguns de nós prefere manter os sentimentos guardados dentro de si, outros preferem torná-los públicos, partilhá-los de forma espontânea. Tem-me feito alguma impressão ou confusão, ver como nas redes sociais isso se pode transformar no assunto do momento (a partida de alguém) e ver mensagens, sobretudo de adeus, no perfil de uma pessoa que partiu e de certa forma torna-se ainda mais estranho para mim quando se trata de alguém que me era (e continuará a ser) próximo. Claro que não sou contra esse tipo de atitude (e é das situações que sei que não posso dizer "desta água não beberei") porque percebo que um suporte como o Facebook por exemplo&amp;nbsp;(a rede social mais comum e bem sucedida nos dias de hoje) possa ser como um ponto de encontro para as pessoas que conheciam a pessoa que partiu, que possa ser "o" local de encontro. O meu recuo está relacionado com o pensar que esse tipo de situações ou atitudes, pode transformar de alguma maneira em algo comum, para não dizer banal, aspectos da nossa vida, existência e sentimentos que devem continuar a ter toda a importância e respeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estranho como ver as mensagens no perfil de alguém que já não está fisicamente entre nós,&amp;nbsp;é ver no telemóvel o contacto dessa pessoa e&amp;nbsp;passar pela cabeça ligar para o&amp;nbsp;respectivo número. É algo estranho de se pensar, quanto mais de se fazer...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas voltando ao que estava a falar (ou escrever),&amp;nbsp;devo dizer que respeito e compreendo que utilizem&amp;nbsp;essas novas ferramentas (aka redes sociais) para se manifestarem e até para&amp;nbsp;agendarem eventos (tal como um tributo/homenagem à pessoa que partiu), ou não fosse esse o suporte mais utilizado nos dias de hoje para dar voz e força a acontecimentos recentes que acabam por chegar a todos nós e em alguns casos, são acontecimentos que acabam por serem extremamente importantes na medida em contribuem para a mudança pessoal, social, de um país, do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Cada vez mais estamos todos interligados de alguma forma, mesmo que não tenhamos consciência disso no dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3501753631657702407?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3501753631657702407/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3501753631657702407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3501753631657702407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3501753631657702407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/03/sentimentos-sociais.html' title='Sentimentos sociais'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ipwE1CtcDbI/TYHnsmcbMaI/AAAAAAAAAZM/WbEgWsIEWcQ/s72-c/2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1496131388772021860</id><published>2011-02-20T23:30:00.000-01:00</published><updated>2011-02-20T23:51:42.209-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>A Rapariga que roubava Livros</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A morte...o que é a morte?! Pode ter infinitas definições, e resumidamente, pode ser&amp;nbsp;um "simples" momento, o derradeiro momento em que nos apagamos, desligamos o interruptor e embarcamos numa suposta nova viagem que pode ter mil e um destinos, como também pode não ter nenhum, e ser absolutamente nada, simplesmente o vazio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;As palavras que venho aqui deixar, não têm forçosamente a ver com a morte propriamente dita, ou com o seu peso negativo, o seu fardo, mas sim com a leitura de mais um excelente livro: "A rapariga que roubava livros", no seu título original, "The Book Thief". A razão pela qual a morte&amp;nbsp;é para aqui "chamada", tem a ver com o facto de ela ser a narradora da história que encontramos no livro. É certamente uma forma original de pensar na morte e olhar para ela noutra perspectiva. Ela, de tanto carregar nos seus braços as almas que abandonam os&amp;nbsp;corpos das pessoas a quem pertenciam, acaba por ter também uma espécie de alma dentro de si, por mais irónico que isso possa parecer. Afinal de contas nem sempre é ela que decide ir ao encontro de quem não se quer encontrar com ela, pois também há aqueles que a chamam constantemente e resta-lhe cumprir a sua função, a sua missão. Mas vou parar de falar&amp;nbsp;nisso (na morte)&amp;nbsp;porque provavelmente vão achar o assunto algo mórbido ou macabro. Aliás, já houve uma pessoa que só pelo facto de saber que&amp;nbsp;a narradora do livro&amp;nbsp;era quem é, fez logo questão de "rejeitar" o livro, pois esse tipo de narradora metia-lhe impressão. Mas agora falando daquilo que&amp;nbsp;o livro é (e já fiz referência a ele num post anterior "Refúgio nos livros"), posso dizer que se trata de acompanhar a vida, ou parte da vida, da pequena Liesel Meminger, uma rapariga Alemã que ganhou uma nova família e&amp;nbsp;que enfrenta uma série de desafios ao longo da história que nos é contada, alguns destes desafios são provocados pelas consequências da 2ª Grande Guerra,&amp;nbsp;em que nem todos são proporcionais ao seu tamanho fisíco, mas sim ao tamanho do seu coração! Ainda assim ela consegue de certa forma viver a sua infância [quase] normalmente, como muitos de nós tivemos oportunidade de o fazer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É um livro onde palavras menos positivas, digamos assim, como Saukerl&amp;nbsp;e Saumensch (palavras que aparecem&amp;nbsp;no original Alemão), vão quase acabar por significar o oposto e é difícil não esboçar um sorriso quando elas surgem em determinados momentos da história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Amizade, valores familiares, confiança, amor, perda, companheirismo, são algumas das coisas que encontrei neste livro e que, quem o leu, poderá certamente comprovar. Como se não fosse suficiente, a história fala de livros e é sempre um prazer ler um livro que realce aquilo que é um livro (passe a redundância), aquilo que as suas palavras são capazes de siginificar,&amp;nbsp;inclusive a sua capacidade de fazer uma pessoa feliz, de a preencher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/rRt2Guu-w7k" title="YouTube video player" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1496131388772021860?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1496131388772021860/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1496131388772021860' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1496131388772021860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1496131388772021860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/rapariga-que-roubava-livros.html' title='A Rapariga que roubava Livros'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/rRt2Guu-w7k/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7590007609362820350</id><published>2011-02-13T12:16:00.000-01:00</published><updated>2011-02-13T12:16:20.325-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Almoço no jardim</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j6Lr0ggTy9c/TVfZclCUcBI/AAAAAAAAAZI/72uTG_yY_bM/s1600/pombos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="235" src="http://4.bp.blogspot.com/-j6Lr0ggTy9c/TVfZclCUcBI/AAAAAAAAAZI/72uTG_yY_bM/s320/pombos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Um jovem casal demonstra os seus afectos, um grupo de rapazes conversam entre os elementos do grupo como se fossem um gang a combinar qualquer coisa, num jogo de palavras e movimentos que parecem uma dança. Aqui e ali encontram-se aqueles que serenamente observam o tempo, as outras pessoas, os carros. Algures em frente a um dos bancos do jardim, alguém faz do chão, duro e frio, a sua cama durante algumas horas (quantas, não sei). Umas horas de evasão do que se passa no mundo acordado. É algo que desperta a atenção, mas já não a retém por muito tempo porque as pessoas já estão de certa forma imunes a essas situações e por isso, para além de um possível breve comentário verbal em caso de passarem acompanhadas, resta somente um olhar de soslaio,&amp;nbsp;minimamente surpreendido. No mundo acordado,&amp;nbsp;e mesmo assim parado para alguns, os outros continuam as suas vidas. Os seus beijos e abraços, as suas conversas, os seus olhares, a revelarem alguma reflexão, os passos que as conduzem de&amp;nbsp;um local para o outro e até mesmo&amp;nbsp;as pombas ou pombos, deambulam calmamente...umas parecem brincar, outras procuram alguma migalha de pão. O homem continua a dormir e tudo à sua volta pode ser o seu sonho, uma realidade aparentemente normal, uma hora de almoço como a dos outros dias. No entanto, para ele, possivelmente&amp;nbsp;não existe horas de almoço e por isso, amigas pombas e pombos, é melhor irem procurar alimento para outro&amp;nbsp;lado, para outro jardim, pois aqui ninguém almoça, somente aproveitam o tempo para um momento de descontracção.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7590007609362820350?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7590007609362820350/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7590007609362820350' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7590007609362820350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7590007609362820350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/almoco-no-jardim.html' title='Almoço no jardim'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-j6Lr0ggTy9c/TVfZclCUcBI/AAAAAAAAAZI/72uTG_yY_bM/s72-c/pombos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-9004465990721698426</id><published>2011-02-11T12:45:00.000-01:00</published><updated>2011-02-11T12:45:01.041-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Refúgio nos livros</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ANrxu8kj0hU/TVSPFJhH5rI/AAAAAAAAAZE/e9aE285_F_0/s1600/Rnunes_Aldeia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="204" src="http://4.bp.blogspot.com/-ANrxu8kj0hU/TVSPFJhH5rI/AAAAAAAAAZE/e9aE285_F_0/s320/Rnunes_Aldeia.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Desde há uma semana para cá, ou mais, que me refugio nas páginas do livro que ultimamente me tem feito companhia nas hortas supostamente "mortas". Abro uma porta e entro para o mundo do livro. Alheio-me da realidade porque nos dias que correm, há situações a decorrer que me entristecem e preocupam. Fujo para o livro e apesar de entrar directamente para as ruas de Munique, numa Alemanha em&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: yellow;"&gt;plena&lt;/span&gt; 2ª Guerra Mundial, repleta de conflitos, regras, injustiças e atrocidades, sinto-me estranhamente seguro e intocável. Talvez seja por acompanhar a narradora do livro, que não é nada mais, nada menos que a morte "em pessoa" ou em voz. Vagueio com ela através das aventuras da rapariga que roubava livros, a pequena Liesel Meminger, que, embora seja uma ladra de livros, não é má rapariga, antes pelo contrário. Ou não fosse ela e os seus amigos mais próximos, o reflexo de uma infância com momentos&amp;nbsp;que todos nós gostamos de recordar de vez em quando (obviamente que esses momentos são os bons, os maus nem sempre conseguimos evitar recordar, mas damos primazia aos outros), onde as brincadeiras de rua e a inocência desempenham o papel principal. Ela não vive uma vida fácil, mas mesmo assim consegue encontrar a alegria&amp;nbsp;e felicidade nas pequenas coisas e nos pequenos gestos...não será ela uma lição?! Ao escrever estas palavras tomo consciência que o mundo real e os seus problemas não vão desaparecer só porque o tentamos ignorar temporariamente.&amp;nbsp;Se calhar o melhor a fazer é lutar contra eles, enfrentá-los, tentando assim arranjar a solução para os fazer desaparecer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quando o dever chama e chega a outra de fechar&amp;nbsp;o livro, saio pela porta por onde entrei há uns minutos que pareceram horas, e a sensação é semelhante à de&amp;nbsp;sair do silêncio de uma igreja, de um museu, ou de outros local&amp;nbsp;que no interior das suas portas, parece ter uma barreira de protecção que separa aquele mundo do mundo lá fora, o real.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-9004465990721698426?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/9004465990721698426/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=9004465990721698426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9004465990721698426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9004465990721698426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/refugio-nos-livros.html' title='Refúgio nos livros'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ANrxu8kj0hU/TVSPFJhH5rI/AAAAAAAAAZE/e9aE285_F_0/s72-c/Rnunes_Aldeia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7570219277806312251</id><published>2011-02-10T23:10:00.002-01:00</published><updated>2011-02-10T23:50:52.609-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Dia dos Amigos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por estas bandas, celebra-se hoje novamente o dia dos amigos, um dia dedicado ao festejo da amizade. Como não podia deixar de ser, e à semelhança&amp;nbsp;do o&amp;nbsp;que acontece com outras comemorações que ganham um dia especial no calendário, há muitas ideias e opiniões que divergem umas das outras. Para uns trata-se de mais um dia normal na companhia dos amigos do dia-a-dia, na sua versão mais comum, dos colegas de trabalho. Para&amp;nbsp;outros é um dia que merece ser verdadeiramente festejado, mas&amp;nbsp;o facto de&amp;nbsp;o dia ser dedicado aos amigos, talvez para esses&amp;nbsp;não passe de&amp;nbsp;apenas mais um pretexto para poderem fazer coisas que noutro dia da semana, do mês ou do ano, se sentiriam de certa forma mais inibidos ou sem justificação para tal, deixando-se assim dominar por alguns excessos em diversas vertentes.&amp;nbsp;As esses vale que é sexta-feira no dia seguinte e se a consequência for apenas uma ressaca,&amp;nbsp;o fim-de-semana poderá ajudar, ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para outros, sobretudo para aqueles que frequentemente pensam na amizade e tentam compreendê-la, é um dia&amp;nbsp;em que andar sozinho na rua tem um significado diferente dos outros dias, tem um significado mais pesado&amp;nbsp;que lhes fazem puxar o braço do pensamento para lhes fazer companhia por qualquer trajecto ao ar livre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para alguns, é um dia em que aproveitam a oportunidade para agradecer novamente àquelas pessoas que, por algum motivo, são especiais e&amp;nbsp;representam o conceito de amizade.&amp;nbsp;É importante terem a noção que&amp;nbsp;é preciso estar-se grato por haver alguém com&amp;nbsp;quem se possa partilhar as nossas vivências, sobretudo aquelas que&amp;nbsp;não se limitam a conversas acerca do estado&amp;nbsp;do tempo,&amp;nbsp;do jogo de futebol, do vizinho ou do outro colega de trabalho.&amp;nbsp;A vida é mais profunda do que isso e termos pessoas [amigos] que&amp;nbsp;nos possam apoiar&amp;nbsp;nessa caminhada é sem dúvida um previlégio.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/9SxToTUoWGM" title="YouTube video player" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7570219277806312251?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7570219277806312251/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7570219277806312251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7570219277806312251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7570219277806312251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/dia-dos-amigos.html' title='Dia dos Amigos'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/9SxToTUoWGM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5245800131265988253</id><published>2011-02-09T21:38:00.002-01:00</published><updated>2011-02-09T21:38:49.616-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Generation A - Douglas Coupland</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TVMXR5h-wFI/AAAAAAAAAY8/9ylVLcVp40g/s1600/GA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TVMXR5h-wFI/AAAAAAAAAY8/9ylVLcVp40g/s1600/GA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em "Geração A", ou "o livro das Abelhas" como algumas pessoas gostam de o chamar :-) (e repito aqui porque sei que essa pessoa não irá levar a mal o uso da sua expressão), encontramos um pouco de todos nós e apesar de a história decorrer num tempo futuro, estão presentes semelhanças e consequências da realidade do nosso presente. Aquilo que já fizemos e&amp;nbsp;que estamos a fazer e aquilo que ainda não decidimos ou pensamos fazer, mas que iremos fazer, vão-nos levar a algum lado e disso não há qualquer dúvida. Se iremos ter culpa por as abelhas desaparecerem ou não, não sabemos, mas provavelmente sim, também seremos culpados. Num palco em que as abelhas podem escolher-nos (para logo de seguida irem dessa para melhor) e numa altura em que elas estão extintas, ser-se escolhido por uma abelha é certamente um privilégio. Sendo um dos escolhidos, saberíamos dar um rumo a algo que nos foi de certa forma confiado ou&amp;nbsp;oferecido? Algo que,&amp;nbsp;numa maior instância e abordando a questão como um choque entre o real e o abstracto, poderia muito bem ser aquilo a que chamamos de vida. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por mais que se queira não se pode dar grande resposta a isso, pois o futuro, apesar de estar imensamente dependente de nós, é algo incerto e acerca do qual não podemos fazer grandes apostas. Dar tiros no escuro não é seguro. No meio em que nos inserimos, independentemente do local ou do tempo, existem inúmeras transformações externas e sobre as quais temos pouca influência, ou a mínima influência necessária para conseguir algo grandioso, e chega a um certo ponto em que nos limitamos a seguir o rebanho na tentativa de&amp;nbsp;se conseguir acompanhar a mudança externa e que na sua extensão, nos permitirá uma mudança interior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Era suposto essas mudanças ocorrerem na ordem oposta, mas devido às exigências, reais ou imaginárias, do estilo de vida que nos é praticamente e inconscientemente imposto, elas&amp;nbsp;ocorrem muitas vezes pela ordem que não nos convém.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Mas voltando ao livro, tentando divagar menos&amp;nbsp;e também sem querer revelar grandes pormenores, posso dizer que quem o ler, irá certamente mudar a sua expressão facial (nem que seja apenas interiormente) quando se depararem com as inúmeras situações que&amp;nbsp;são capazes dos nos colocar à prova: assentir ou duvidar?! rir ou reclamar?! mas sobretudo, o que o livro faz de&amp;nbsp;certeza, é&amp;nbsp;deliciar-nos com uma escrita refrescante, curiosa e&amp;nbsp;realista, muitas vezes irónica, e na minha opinião, desenvolvida de forma inteligente e criativa. Acredito que quem&amp;nbsp;gostar de uma leitura diferente, irá ver-se agarrado ao livro durante algum tempo, tempo esse que afinal não será muito porque é um livro que consegue ser lido rápido devido à ansiedade de querer saber mais sobre um mundo supostamente sem abelhas, mas onde aparecem 5 pessoas (que podiam muito bem ser qualquer um de nós)&amp;nbsp;picadas por elas! O livro pode já ser curioso por falar dessa hipótese&amp;nbsp;e suas consequências, mas&amp;nbsp;depois vemos que há algo mais pelo meio que acaba por ser também uma surpresa....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ainda não chegou ao nosso &amp;nbsp;mercado a solução&amp;nbsp;para combater a questão do tempo ou a noção&amp;nbsp;da velocidade a que este passa por nós... nem a solução para nos abstrair do mundo ou e despertar em nós a&amp;nbsp;capacidade de desfrutar da nossa própria companhia, ignorando assim um dos nossos&amp;nbsp;grandes medos, a solidão!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Será que vamos viver o suficiente para estar num mundo sem abelhas?! Acredito que não, mas sei que seria um mundo diferente e até lá, quem quiser experimentar um mundo sem elas, passe algum tempo nas páginas do livro das abelhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;-----------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;"Foi quando tive a estranha sensação que estava a ser levantado de mim próprio - ou que o meu corpo se estava a duplicar como uma bactéria", o novo eu elevava-se acima do meu corpo&amp;nbsp;que estava sentado na beira da cama. Passei por entre o tecto e o telhado da casa e estava sobre os campos ..., como um helicóptero, só que mais alto e mais silencioso. Continuei a subir e a subir e já estava onde a atmosfera se transforma em Espaço. Virei-me, olhei para o Sol e, em vez de cegar, senti um momento de reverência, de reconhecimento de que a vida na Terra é frágil e delicada e deve tudo ao Sol. Voltei-me e olhei para o Universo e estremeci por ele ser tão vasto e essencialmente vazio. E pensei na Terra ... Olhei para baixo, para o planeta e pensei: Que maravilha poder ser uma das raríssimas moléculas do Universo a quem é dada a oportunidade de experimentar isto a que chamamos vida - Estrelas e nebulosas e buracos negros aos quadriliões e apenas umas moléculas na Terra podem estar vivas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;E então comecei a cair. Não foi bem a cair, mas a a descida assustou-me. Plop..."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;"As almas pareciam animais domésticos sobreviventes de um furacão que descobriram que os seus lares e os seus donos tinham desaparecido. Viam o mundo a avançar, mas eram incapazes de participar na mudança ou no progresso. Viram envelhecer os corpos de onde saíram. Ficaram surpreendidas quando se aperceberam de como é cruel envelhecer no mundo moderno onde tudo o resto parece manter-se jovem. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;As almas interrogavam-se porque não iam para o céu, ou para o inferno ou para outro sítio qualquer. Havia apenas uma errância infinita; E embora se tivessem revoltado e fugido dos corpos, as almas sentiam falta dos corpos da mesma forma que um pai sente a falta de um filho.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;"Neste emprego, é quase só disso que aparece: pessoas como você, que entram aqui à espera de poder carregar num botão que de repente transforme as suas vidas em histórias. ...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;... as coisas mais difíceis na vida são ser único e conseguir que a vida seja uma história. Antigamente, era muito mais fácil, mas a nossa cultura obcecada pela fama, com o escabeche diário de informação electrónica em tempo real, exige muito dos cidadãos modernos, e cria grandes obstáculos à narrativa. Os cidadãos verdadeiramente modernos são carismáticos e apenas conseguem interagir com outra pessoa com carisma. Para sobreviver precisamos de nos transformar em robôs carismáticos e vender a nossa imagem. No entanto, ironicamente a sociedade ridiculariza e castiga quem aspira a tal condição."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;"... a supremacia dos PDA anunciava o princípio do fim. Bem, talvez não o princípio do fim, porque ele tinha crescido nas tradições familiares dos Glogs, o que significava acreditar que todos os momentos da vida anunciavam o principio do fim. Talvez estes novos PDA triunfantes marcassem, de forma profunda, o fim da linguagem, que estava a implodir numa sucata óptica de traços, marcas diacríticas e intrusões numéricas sem sentido.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;Meus Deus, a linguagem regrediu até se tornar numa série de matrículas de automóvel personalizadas coladas umas às outras!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;...As pessoas deixaram de vez de utilizar telefones fixos. Toda a gente na Terra usava um PDA, mesmo as pessoas que passavam fome, nos países que passavam fome. Todas as línguas do mundo&amp;nbsp;desabaram e contraíram-se e a visão GAME OVER do Bartholomew estava a concretizar-se.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;...Mas a partir do momento em que as pessoas ficaram espertas e começaram a falar da forma que escreviam e começaram a encolher a linguagem de volta às suas origens de grunhidos e murmúrios, as pessoas tornaram-se mais primárias, mais elementares...&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #eeeeee; font-family: Verdana;"&gt;&lt;em&gt;E depois de se tornarem mais autênticas e mais interessadas em usar sons e barulhos em vez de palavras para comunicarem umas com as outras, as suas vidas interiores mudaram. Os monólogos interiores, egoístas e cheios de raiva acabaram. Uma paz e dignidade santas abateram-se sobre as suas vidas. Acidentalmente aproximaram-se de Deus."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/SKCVxd2SOsQ" title="YouTube video player" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/G-gY4_dGOYg" title="YouTube video player" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5245800131265988253?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5245800131265988253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5245800131265988253' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5245800131265988253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5245800131265988253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/generation-douglas-coupland.html' title='Generation A - Douglas Coupland'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TVMXR5h-wFI/AAAAAAAAAY8/9ylVLcVp40g/s72-c/GA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5979647029908858629</id><published>2011-02-01T23:30:00.007-01:00</published><updated>2011-02-02T10:29:57.278-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><title type='text'>Never let me Go</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Todos nós, ou pelo menos quase todos nós, gostamos de acreditar que a nossa vida tem um propósito e que está nas nossas mãos defini-lo e construí-lo ao longo do tempo que nos foi premiado e cuja quantidade não fazemos a mais pequena ideia. Tentamos completar-nos todos os dias com alguma coisa nova, com novos desafios, reformulando pensamentos, revisitando memórias, viajando nos sonhos e fazendo planos. Por mais pequeno que seja o fragmento que adicionamos a nós próprios, vamos dando forma à nossa personalidade e vamos tentando "viver" em vez de apenas "existirmos", vamos tentando estar presentes neste mundo de uma forma voluntária e consciente. Como seria se soubessemos ou descobríssemos que tínhamos sido criados, naturalmente ou artificialmente, para cumprir um objectivo e que estava fora do nosso alcance ignorá-lo, sendo que este objectivo&amp;nbsp;tinha uma data marcada que seria o dia do fim da nossa vida?! Como seria viver com o nosso bilhete de ida, sem volta,&amp;nbsp;sempre guardado no bolso lembrando-nos que dentro de alguns anos teríamos de nos despedir?! Que coisas iríamos querer fazer até chegar àquela fatídica data? Que pessoas gostaríamos de conhecer? Que locais gostaríamos de visitar?...ou será que acabaríamos por baixar os&amp;nbsp;braços e deixaríamos de lutar porque talvez não valesse a pena o esforço?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Never Let me Go é um filme excelente que confronta a simplicidade da vida com a sua complexidade...e porque apesar de podermos (pessoas como as que encontramos no filme)&amp;nbsp;ser "treinados" para ignorar o mundo real, quando os sentimentos explodem dentro de nós, nasce uma luta interna que requer muita força a coragem para não a perder...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="258" src="http://www.youtube.com/embed/kymQcM4ej3w" title="YouTube video player" type="text/html" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/y8F5Wttkf9w" title="YouTube video player" type="text/html" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5979647029908858629?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5979647029908858629/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5979647029908858629' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5979647029908858629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5979647029908858629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/02/never-let-me-go.html' title='Never let me Go'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/kymQcM4ej3w/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8822133274352492270</id><published>2011-01-26T23:45:00.000-01:00</published><updated>2011-01-27T00:19:15.754-01:00</updated><title type='text'>Mãe...filho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TUDGEPrak1I/AAAAAAAAAYw/YQKjyjqLnwE/s1600/Klimt_MotherAndChildDetail.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" s5="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TUDGEPrak1I/AAAAAAAAAYw/YQKjyjqLnwE/s320/Klimt_MotherAndChildDetail.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Ahhh...Realmente as mães nunca têm os filhos que gostariam de ter..." Eis uma conversa que se atravessou ao meu lado e que de imediato chamou a minha atenção como se eu estivesse prestes a atravessar uma rua e alguém, por algum motivo,&amp;nbsp;me puxasse para trás. Os momentos seguintes foram preenchidos com fragmentos de pensamentos em forma de questões arredondadas e relacionadas com aquela conversa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Certamente que escondido atrás&amp;nbsp;das palavras proferidas por aquela senhora, devem existir razões que na opinião dela, justificam tal afirmação, razões que desviam a atenção para os piores adjectivos, para as piores decisões que um filho pode tomar e por conseguinte, para as piores atitudes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Estarão todas as mães desiludidas com os seus filhos?! Obviamente que não. Que bonito sarilho seria esse! Sei que&amp;nbsp; poderão&amp;nbsp;ser muitas as vezes que a desilusão fala mais alto e atinge-as como se quebrasse um vidro, mas a nível geral acredito que lá no fundo existe o amor pelos seus filhos e, como reflexo disso, um certo tipo de orgulho neles, ou não fosse o laço criado entre uma mãe e um filho algo extremamente forte, que não se quebra tão simplesmente e não deixa lugar para algo tão degenerativo como a desilusão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entretanto também consigo posicionar-me no outro extremo e compreendo que muitas mães passam por situações que as fazem pensar e sentir que falharam por completo,&amp;nbsp;tais como&amp;nbsp;verem um filho transformar-se num marginal, num toxicodependente, numa pessoa egoísta e de propósitos negativos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nascemos "planos" e vamos sendo moldados pelas acções, gestos, palavras, afectos, olhares e silêncios daqueles que nos rodeiam e progressivamente vamos aprendendo a filtrar o que&amp;nbsp;os outros nos dão, o que o mundo nos&amp;nbsp;dá, e vamos formando quem somos.&amp;nbsp;Por mais avançada que esteja a ciência, ainda não fazemos parte de uma geração&amp;nbsp;de "seres" pré-programados que possam ser encomendados por catálogo, em que as chances de desiludir os consumidores, os pais, provavelmente serão mínimas ou pelo menos mais reduzidas. Crenças religiosas, visões políticas, tendências sexuais e outros aspectos, não deveriam fazer parte da lista de critérios que aumentam&amp;nbsp;o risco de um filho desapontar uma mãe ao ponto de se quebrar o tal laço afectivo que os une.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Será que no meio dessa desilusão, elas, mães, também se sentem responsáveis e culpadas por trazerem ao mundo uma pessoa que acreditam ser uma erva daninha?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Ao saberem que vão dar à luz uma criança, quais são as suas expectativas para as diferentes fases da vida dessa criança? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por mais que se queira colocar as coisas numa frase tão redutora como aquela que deu origem a essas palavras, não se consegue porque o universo Mãe-Filho é de tal forma vasto que todas as suas variantes são equivalentes a relações únicas e que não se podem resumir num só adjectivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Curiosamente, a conversa que surgiu uns minutos depois, vinda de outro quadrante, veio mesmo a calhar e integra-se aqui na perfeição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- Olá Ana!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- Olá!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- Então, já sabes da novidade?!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- Não...o que é?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- Vou ser mamã!&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Fx4fxeiqmdk" title="YouTube video player" type="text/html" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8822133274352492270?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8822133274352492270/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8822133274352492270' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8822133274352492270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8822133274352492270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/01/maefilho.html' title='Mãe...filho'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TUDGEPrak1I/AAAAAAAAAYw/YQKjyjqLnwE/s72-c/Klimt_MotherAndChildDetail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1850544301395307655</id><published>2011-01-15T22:33:00.002-01:00</published><updated>2011-01-15T22:37:42.165-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Veio o sol ou foi a chuva que se foi</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TTItXB3bsDI/AAAAAAAAAYs/BTFXZNFNIQE/s1600/rain_2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TTItXB3bsDI/AAAAAAAAAYs/BTFXZNFNIQE/s320/rain_2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Excerto de "Um livro por escrever"...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Permanecíamos ali imóveis, na quietude do silêncio, a ver o tempo passar, mas no interior do revestimento do meu ser,&amp;nbsp;um coração bombeava ao mesmo ritmo&amp;nbsp;inconstante com que os pingos da chuva caiam à nossa volta, atingindo ferozmente as copas das árvores, as suas folhas, os seus galhos, acabando por abafarem o seu som no embate contra o solo, fazendo com que dali não pudéssemos sair. Mas eventualmente acabamos por sair e a única coisa que não saiu, foi esse momento que se esconde na minha memória e que, de vez em quando, explode na superfície como se fosse a bolha de um caldo que se revolve no interior de um caldeirão. Envolve-se em si mesmo, viajando dentro de si, como se procurasse alguma coisa que sabe que existe em si, e depois no cansaço da sua busca, vem à superfície para recuperar o fôlego e volta a mergulhar novamente, repetindo a sua missão até que algum outro factor a interrompa. Nos dias de hoje, procuro nos rostos das pessoas com quem me cruzo, o brilho dos teus olhos, as linhas do teu rosto e, eventualmente, o teu sorriso. Não procuro as tuas palavras porque isso já seria exagerar. Curiosamente, por obra do acaso ou meramente devido a uma ilusão dos sentidos, por vezes vejo em alguém uma espécie de&amp;nbsp;reflexo do teu rosto e desfruto do momento de te ver novamente, mesmo tendo a noção de que tudo não passa de um truque ou engano da mente, imagino diálogos e momentos, e sinto uma espécie de satisfação, como se&amp;nbsp;fosse algum tipo de droga, cujo prazer&amp;nbsp;dura enquanto acontece, e depois, como se aquela chuva voltasse a cair na tentativa de apagar a memória que ela foi responsável por criar, o seu efeito desvanece-se e tudo volta ao normal. Veio o sol ou foi a chuva que se foi.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1850544301395307655?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1850544301395307655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1850544301395307655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1850544301395307655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1850544301395307655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/01/veio-o-sol-ou-foi-chuva-que-se-foi.html' title='Veio o sol ou foi a chuva que se foi'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TTItXB3bsDI/AAAAAAAAAYs/BTFXZNFNIQE/s72-c/rain_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5771451388413864609</id><published>2011-01-07T00:11:00.004-01:00</published><updated>2011-01-27T00:20:36.740-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Aqui tem, Menino!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pois, parece que afinal ainda sou um menino. Mas isso é mau ou é bom? Preferes ser um adulto ou um menino? O que é isso de nos tratarem por menino, ou sermos um menino quando já não se é suposto ser um?! Talvez seja uma forma gentil de tratar as outras pessoas que achamos simpáticas... Será acreditar na inocência da pessoa tratada por menino? Talvez não queira dizer nada, simplesmente nada. Mas há dias em que a maneira como interagimos com algumas pessoas, nos deixa a pensar em várias coisas. Esse exemplo do menino, e também quando alguém que nem conhecemos, mas que ao passar por nós, nos dá um "bom dia", faz-me acreditar que há uma réstia de esperança no que respeita ao sentimento de solidão, isolamento, individualismo e egocentrismo que a sociedade acaba por demonstrar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;By the way, essa história do menino vem na sequência do&amp;nbsp;atendimento&amp;nbsp;numa loja, mais&amp;nbsp;precisamente&amp;nbsp;num café, por uma jovem que acredito ter mais ou menos a minha idade (como não se pergunta a idade a uma senhora, terei de ficar sempre na dúvida se ela terá ou não quase a mesma idade do que eu).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A dona da loja é uma senhora com a sua idade, é viúva, mas não veste preto. O marido fazia questão de a querer vestida com as cores da vida porque para ele, a vida era para ser vivida e não lamentada constantemente. Preto era sinónimo de escuridão, do nada, do vazio, era o momento em que ele sabia que ia fechar os olhos para sempre e por isso, ela veste as cores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Hoje, creio que se pode afirmar que já faz algum tempo que a&amp;nbsp;infelicidade&amp;nbsp;lhe bateu à porta, levando-lhe sem licença, uma parte dela, uma parte do&amp;nbsp;equilíbrio&amp;nbsp;da vida dela. Com o passar dos anos ela teve de reaprender a viver, a estar no mundo com essa falta de&amp;nbsp;equilíbrio. Ela teve de aprender a sair de casa sozinha. deixando para trás a casa sozinha, deixando para trás a saudade agarrada às paredes de casa. Assim, sozinha, tinha de enfrentar diariamente as caras dos clientes que a visitavam no seu negócio de família, um pequeno café, que, ao contrário de muitos outros, da maioria, resiste às ondas sonoras da rádio e às explosões de cor da imagem de uma televisão. O som predominante, não contando com o barulho dos copos, das chávenas, das colheres, dos pratos, é o som das vozes das pessoas. Ela permanece serenamente ao balcão, como se estivesse ocupando o posto que é dela e que sempre o foi, fica observando as 13 mesas que preenchem o amplo espaço aberto daquele estabelecimento. Há dias em que ela mão suporta esse som das pessoas, ou o ambiente que a rodeia, e ela então foge. Foge sem correr e desaparece como se evaporasse, e refugia-se no sossego da pequena divisão que existe no corredor cujo acesso é feito pela porta localizada atrás do balcão principal. Lá, e nesses momentos, ela sabe que desilude o marido, porque não consegue aguentar e chora no escuro, chora compulsivamente e deixa sair de dentro de si a raiva, a frustração, e uma série de outros sentimentos que se acumulam até não haver mais espaço dentro dela. Ninguém parece ver isso, mas lá no fundo da sala, alguém que ouve música através de uns&amp;nbsp;auscultadores,&amp;nbsp;observa todas essas movimentações como se assistisse a uma peça de teatro com a sua própria banda sonora, enquanto faz passear uma&amp;nbsp;esferográfica&amp;nbsp;por uma folha de papel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;"Que música é que o menino está a ouvir?"&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Pareciam ser as palavras que os lábios da jovem desenhavam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- Esta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="243" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GSOzJaQMeCI?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GSOzJaQMeCI?fs=1&amp;amp;hl=pt_PT" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="243"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5771451388413864609?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5771451388413864609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5771451388413864609' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5771451388413864609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5771451388413864609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2011/01/aqui-tem-menino.html' title='Aqui tem, Menino!'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5578751026345980779</id><published>2010-12-27T13:45:00.001-01:00</published><updated>2010-12-27T14:26:26.511-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Esquecimento</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TRiv73GqltI/AAAAAAAAAYo/3afaxKdunko/s1600/forgotten.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TRiv73GqltI/AAAAAAAAAYo/3afaxKdunko/s320/forgotten.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Aos poucos as tuas palavras foram-se transformando em silêncio e&amp;nbsp;a tua presença foi&amp;nbsp;ficando&amp;nbsp;mais invisível do que a tua sombra. Mas não posso reclamar, se não formos ao espelho, o nosso reflexo não irá simplesmente aparecer lá. Muitas vezes usamos a expressão "o mundo é pequeno" quando chegamos à conclusão que estamos mais interligados do que pensamos, pois de certa forma conhecemos alguém que também é conhecido(a) de outro alguém que conhecemos, no entanto, a situação inversa&amp;nbsp;não lhe&amp;nbsp;fica nada atrás. Quantas vezes estamos a poucos metros de distância, a poucos minutos, a poucos passos, a poucos gestos, de pessoas que conhecemos, que estão relacionadas connosco de alguma forma,&amp;nbsp;e na realidade parece que vivemos em planetas diferentes?! O tempo encarrega-se de resolver certas situações na vida das pessoas, mas ele não pára, e se ele consegue ser benéfico, também consegue ser o lado oposto da moeda,&amp;nbsp;infectando as memórias&amp;nbsp;com espaços vazios chamados esquecimento. E não é necessário chegar ao Natal para nos lembrarmos das pessoas ou para nos lembrarmos que nos esquecemos delas ao longo do ano, ao longo da vida, mas infelizmente é praticamente isso que fazemos e eu, à semelhança de muitas outras pessoas,&amp;nbsp;lamentavelmente,&amp;nbsp;não fujo à regra em determinadas situações. Depois há ainda a questão de esquecer ou&amp;nbsp;ser esquecido e voltamos à história do ovo e da galinha. A&amp;nbsp;teimosia do ser humano por vezes sufoca-o em paradoxos desnecessários&amp;nbsp;que melhor analisados, ou objectivamente analisados, são na verdade&amp;nbsp;bem mais simples de serem resolvidos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5578751026345980779?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5578751026345980779/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5578751026345980779' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5578751026345980779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5578751026345980779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/12/esquecimento.html' title='Esquecimento'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TRiv73GqltI/AAAAAAAAAYo/3afaxKdunko/s72-c/forgotten.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5947387380538554714</id><published>2010-12-06T20:00:00.003-01:00</published><updated>2010-12-07T09:20:22.616-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Transcender</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Como seres que sentem e que somos, por vezes somos confrontados com situações que nos fazem querer fazer mais do que aquilo que podemos fazer e dão-nos vontade de nos querermos transceder, mas que, por diversos motivos, ficamos imóveis e apenas transcendemos mais um série de pensamentos. Ficamos imóveis a digerir as palavras e a reflectir&amp;nbsp;no infinito&amp;nbsp;e a calcular as probabilidades disto e daquilo. Ao fim ao cabo pode-se dizer que estamos constantemente a tentar prever o futuro e a equacionar tudo o que nos rodeia, e dessas equações, saem resultados que poderiam originar novas equações e assim consecutivamente. Nunca chegaríamos a lado nenhum se estivéssemos constantemente nesse frenesim e por isso, por vezes apercebemo-nos simplesmente que há coisas sobre as quais não nos devemos preocupar em demasia porque acabam por ser um beco sem saída. É preciso dar meia volta e seguir noutra direcção. O único senão é que, normalmente seguimos determinados caminhos porque acreditamos que eles &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;são os correctos,&amp;nbsp;que nos levarão a algum lado, e no entanto, quando chegamos a um desses becos, sabemos que temos de dar meia volta. A&amp;nbsp;questão que se coloca é como encontrar um caminho alternativo... e isso nem sempre é fácil. Embora muitas vezes se diga "que o mundo é pequeno", ele não o é! Existe um vasto Universo de coisas das quais não fazemos a mais pequena ideia de que existem e daquelas que conhecemos, são poucas as que conhecemos com alguma plenitude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5947387380538554714?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5947387380538554714/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5947387380538554714' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5947387380538554714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5947387380538554714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/12/transcender.html' title='Transcender'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8985179951654516434</id><published>2010-10-24T14:00:00.000Z</published><updated>2010-10-24T14:39:15.701Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Tu, que eras tu sem que fosses tu</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TMRE-nB_fwI/AAAAAAAAAYg/lHoYtmecJtA/s1600/imagesCAZ43WX6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TMRE-nB_fwI/AAAAAAAAAYg/lHoYtmecJtA/s1600/imagesCAZ43WX6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Por vezes vem-me à memória os tempos em que tu eras tu sem que o fosses, e eu era eu, mas mais novo, mais inocente, igual a quem sou hoje, mas com menos&amp;nbsp;uns quilos de anos a pesar no agir, no pensar e no sentir. Havia coisas que eu percebia porque naquele tempo já tinha idade de as perceber, mas tu, que não eras tu, tornavas os dias difíceis e mesmo percebendo, eu não percebia. Eu não percebia tudo, e não percebia tudo porque parte de mim ainda era uma criança&amp;nbsp;que queria estar a ser criança. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O tempo era formado por grupos de horas lentas&amp;nbsp;que caminhavam entre o dia e a noite, e&amp;nbsp;eu, pouco mais podia fazer no vagar do tempo, sem ser estar em estado de&amp;nbsp;alerta, a observar os teus movimentos e a decifrar os teus passos, embalado na melancolia daquelas correntes invisíveis que nos amarravam&amp;nbsp;a ti como se fosse uma obrigação nossa.&amp;nbsp;É verdade que queriamos estar presos a ti, mas de outra forma, e que essa fosse&amp;nbsp;o teu abraço&amp;nbsp;em sinal de afectos, como era natural que assim fosse. Eu sei que&amp;nbsp;por vezes a vida distrai-nos e leva-nos a enveredar por caminhos menos correctos e mais prejudiciais para nós e para quem nos rodeia, de maneira que, em resposta a essas memórias,&amp;nbsp;percebo, ou suponho, que apenas querias estar no teu "mundo", estar um pouco&amp;nbsp;à parte da dimensão real&amp;nbsp;de tudo e de todos, viver à parte qualquer que fosse o teu sofrimento, um algum arrependimento talvez, alguma falta de sentido para com a vida... talvez. No entanto a nossa função era não&amp;nbsp;deixar que te afastasses ainda mais e era aí que residia a dificuldade,&amp;nbsp;era difícil não te deixar escapar,&amp;nbsp;juntavamo-nos para te fazer ficar perto de nós, mas nem sempre tínhamos sucesso. Mas hoje estás connosco. Há muito tempo que estás connosco sem te tentares afastar, e eu, que sou quem eu era, mas mais velho, com mais milhares de horas de vida na mochila, sei que enfrentas outros desafios e que escalas montanhas de desilusões e tens poucas esperanças de um futuro risonho, mas mantens-te perto do nós, ou dos que restam, ou do que resta dos que restam.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8985179951654516434?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8985179951654516434/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8985179951654516434' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8985179951654516434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8985179951654516434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/10/tu-que-eras-tu-sem-que-fosses-tu.html' title='Tu, que eras tu sem que fosses tu'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TMRE-nB_fwI/AAAAAAAAAYg/lHoYtmecJtA/s72-c/imagesCAZ43WX6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-218363721062144391</id><published>2010-10-18T21:30:00.004Z</published><updated>2010-10-19T00:47:12.045Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Encadeamento de palavras</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Estive aqui para deixar algumas palavras, mas por factores que desconheço, resultantes de pensamentos aleatórios, desconexos, dei por mim a desistir de dar uso às letras, ou pelo menos a parte delas... Aquilo que sobrou ficou escrito&amp;nbsp;através do seguinte encadeamento de palavras...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0b5394; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Não é que se esteja&amp;nbsp;necessariamente triste quando se precisa de um momento de silêncio, de introspecção e sossego. Por vezes sabe bem ficar no escuro, ficar simplesmente deitado ao som de algumas músicas, ficar&amp;nbsp;naquele silêncio de melodias que nos levam para outros lugares, para outros momentos, numa espécie de viagem por sonoridades que se transformam em algo mais do que um momento&amp;nbsp;que podia ser mais um vazio, mas não o é. Por contrário poder ser uma breve&amp;nbsp;tentativa de encontrarmos aquela luz que é a felicidade e que queremos acreditar&amp;nbsp;que&amp;nbsp;existe algures em nós. Quando essas faíscas de rejúbilo&amp;nbsp;nos visitam, nasce em nós&amp;nbsp;uma satisfação que nos revitaliza e&amp;nbsp;é como se&amp;nbsp;estivessemos aflitos debaixo de água e conseguíssemos vir à superfície recuperar o fôlego.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #444444; font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Naquela escuridão de sons umas das músicas que lá estavam era essa de Katie Herzig. Por vezes conseguimos encontrar uma espécie de alegria em músicas que soam o contrário, o que também não inviabiliza o sentimento evocado pela essência da música. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gsgOPZfzQvc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gsgOPZfzQvc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #351c75; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No teu silêncio, que músicas se ouvem?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-218363721062144391?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/218363721062144391/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=218363721062144391' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/218363721062144391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/218363721062144391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/10/encadeamento-de-palavras.html' title='Encadeamento de palavras'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1681231905225965159</id><published>2010-10-12T23:30:00.001Z</published><updated>2010-10-13T10:09:24.633Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Surgiste</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TLWFIZj4HPI/AAAAAAAAAYc/aY83EjFOtG4/s1600/SHADOW.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ex="true" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TLWFIZj4HPI/AAAAAAAAAYc/aY83EjFOtG4/s320/SHADOW.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Não sei que dia seria aquele, talvez não fosse preciso haver essa definição porque o importante não era o dia em si, mas sim&amp;nbsp;o momento. Uma vez que não sabia que dia era, tão pouco sabia que horas poderiam ser...seria de manhã? De tarde?&amp;nbsp;Ou já caminhava para a noite?! Isso também não tinha relevância. Tudo o que importava era&amp;nbsp;estarmos presentes, uma presença&amp;nbsp;que, mesmo no inconsciente, não me passava despercebida e eu sabia que se tratava de uma imagem ilusória,&amp;nbsp;no entanto esse detalhe era também ignorado e apenas vivia-se&amp;nbsp;aquela instância,&amp;nbsp;era algo agradável e reconfortante. Uma presença e uma simples conversa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;No início,&amp;nbsp;não eras nada, nada&amp;nbsp;de nada! Não eras sequer um ponto, ou um vestígio de um grão de&amp;nbsp;pó! Mas depois surgiste,&amp;nbsp;e aos poucos&amp;nbsp;foste ganhando formas e cores, foste&amp;nbsp;projectando uma imagem,&amp;nbsp;uma existência, um corpo e uma sombra e foste&amp;nbsp;sendo uma pessoa. Uma pessoa que existe.&amp;nbsp;Existe para si, existe para os outros, existe para todos os que se dão a conhecer e desenrolam esse novelo de amizade e partilha.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1681231905225965159?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1681231905225965159/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1681231905225965159' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1681231905225965159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1681231905225965159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/10/surgiste.html' title='Surgiste'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/TLWFIZj4HPI/AAAAAAAAAYc/aY83EjFOtG4/s72-c/SHADOW.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2750117664765286738</id><published>2010-10-05T23:30:00.000Z</published><updated>2010-10-06T00:15:42.552Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Conviver</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Admiro o mundo, as pessoas, as amizades, os convívios, as relações, a liberdade de viver vivendo a vida, no entanto, não são poucas as vezes que as pessoas se remetem para o seu canto onde supostamente se sentem seguras, e, de certa forma, satisfeitas. Satisfeitas com essa paz, sem perturbações, inquietações, satisfeitas com o seu sentimento de controlo onde não existem situações de ansiedade e desconforto&amp;nbsp;perante o desconhecido.&amp;nbsp;No entanto, há alturas em que isso não é suficiente, estes são os dias do avesso, e essas pessoas acabam por se aperceber de que afinal&amp;nbsp;se trata de uma satisfação que finda numa espécie de vazio e emerge&amp;nbsp;uma necessidade de comunicar, expressar, conviver... isso é a nossa necessidade, e razão ao mesmo tempo,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;estarmos de algum&amp;nbsp;modo&amp;nbsp;interligados, cresce em nós&amp;nbsp;uma fome de partilha. Uma partilha que&amp;nbsp;transforma&amp;nbsp;tudo aquilo que gostamos de viver na companhia de mais alguém, em algo verdadeiramente especial. Muitas vezes a simples presença de alguém é capaz de tornar tudo diferente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2750117664765286738?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2750117664765286738/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2750117664765286738' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2750117664765286738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2750117664765286738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/10/conviver.html' title='Conviver'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1647802461863720931</id><published>2010-08-11T23:00:00.003Z</published><updated>2010-08-12T09:10:41.043Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Wish you well</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Estás aqui connosco, e talvez por não&amp;nbsp;te estar a acompanhar pessoalmente nesse processo de "fazer as malas" &lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;para&lt;/span&gt; a grande viajem, sinto o tempo passar depressa demais,&amp;nbsp;em que apesar de ainda estares entre nós, já sinto um vazio. Um vazio que se&amp;nbsp;estende cada&amp;nbsp;vez que te vejo desvanecer em imagens que te escondem em formas que nos&amp;nbsp;atingem como se fossem um gesto de despedida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O tempo que passou, entre o dia em que tiveste a infelicidade de ganhar o bilhete para essa viajem [todos nós temos um bilhete reservado com o nosso nome guardado dentro dessa enorme tômbola que não pára de girar, um dia será a nossa vez de ganhar a viagem], e o dia de hoje, em que, na mais profunda tristeza ouço os teus passos afastarem-se lentamente e ao mesmo tempo de forma fugaz, passou com a rapidez com que&amp;nbsp;uma chama devora um fósforo. Cada dia que passa sinto em mim uma espécie de cobardia, uma espécie de vergonha, que se devem ao pensamento que&amp;nbsp;pesa em mim&amp;nbsp;como se fosse uma culpa,&amp;nbsp;uma culpa que brota do facto de talvez não ter feito o que devia, que era estar presente, oferecer alguma ajuda [mesmo que não saiba que tipo de ajuda pudesse ser], talvez apenas dizer-te que não foste só mais uma pessoa e que apesar de&amp;nbsp;não nos&amp;nbsp;conhecermos&amp;nbsp;muito bem, há laços que existem mesmo antes de termos consciência disso, e que nas poucas vezes que pudemos partilhar momentos da nossa vida, sobretudo a partir da altura em que&amp;nbsp;já temos uma melhor noção da realidade [quando crescemos], fomo-nos aproximando.&amp;nbsp;Em mim, criou-se um registo que está guardado, gravado. Nesse registo não ligo ao defeitos; &amp;nbsp;pois até nem sei&amp;nbsp;quais o que te poderia atribuir e além disso todos nós estamos repletos deles, pois afinal de contas somos o que somos não só devido às virtudes, mas também aos devido ao nossos defeitos; simplesmente guardo a tua imagem, e nela, ficam&amp;nbsp;os momentos que partilhamos ao longo dos anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Se lesses ou leres&amp;nbsp;essas palavras, gostava&amp;nbsp;que elas significassem&amp;nbsp;para ti, o meu pedido de desculpa pela minha ausência.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Há situações na nossa vida em que não sabemos qual a atitude correcta, se devemos ser apenas espectadores ou se devemos fazer parte do elenco de actores participantes na peça da vida. Quanto muito, talvez já não fosse mau fazer de figurino... ou será que estar no palco só para preencher um espaço é tão vago como ser um espectador?! Apesar de estar a comparar, sei que cada um tem a sua importância, é tudo uma questão de saber escolher a função a desempenhar mediante o guião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;Deixo esta música aqui porque parte dela diz exactamente aquilo que este texto pretende dizer. Creio que já fiz referência a&amp;nbsp;esta música&amp;nbsp;aqui no blog anteriormente, por isso...desculpem a repetição se for o caso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dtjd-Qtrz-E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/dtjd-Qtrz-E?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Wish You Well - Katie Herzig&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1647802461863720931?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1647802461863720931/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1647802461863720931' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1647802461863720931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1647802461863720931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/08/wish-you-well.html' title='Wish you well'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-973624057694525491</id><published>2010-08-09T12:33:00.000Z</published><updated>2010-08-09T12:33:04.346Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rascunhos'/><title type='text'>Desempenhar um papel</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Esses fragmentos estavam perdidos algures na caixa de rascunhos ....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Todos nós estamos aqui para desempenhar um papel, para fazer parte de algo, construir um destino que se vai desenhando debaixo dos nossos pés como se a nossa sombra fosse desbravando&amp;nbsp;caminhos para podermos continuar a seguir em frente, encarando vários desafios, sendo alguns deles transformados em algo positivo e outros nem tanto,&amp;nbsp;pois o fracasso também faz parte da jornada de cada um de nós, quer a nível individual, quer a nível colectivo! Por mais que se queira, é impossível&amp;nbsp;fazer esse percurso&amp;nbsp;apenas na nossa própria companhia, desde o inicio até ao final.&amp;nbsp;Pode haver momentos em que se pense que isso é possível, mas depois enfrenta-se a realidade e admite-se que se estava errado ao pensar que não era preciso ajuda...&amp;nbsp;Temos tendência a chegar a essa conclusão nas&amp;nbsp;alturas em que nos sentimos perdidos, isolados, sem objectivos e sem vontade de alcançar quaisquer metas ou de&amp;nbsp;perseguir os rastos de um passado que nos poderia&amp;nbsp;ter levado a&amp;nbsp;algum lado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-973624057694525491?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/973624057694525491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=973624057694525491' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/973624057694525491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/973624057694525491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/08/desempenhar-um-papel.html' title='Desempenhar um papel'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5793524650626617994</id><published>2010-04-27T13:30:00.002Z</published><updated>2010-04-27T17:59:39.833Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>A visita</title><content type='html'>&lt;span style="background-color: white; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Fui à tua casa para te visitar mas não estavas lá. De certa forma, isso já eu sabia, mas mesmo assim fui lá. Cheguei e entrei porque a porta estava aberta...a porta está sempre aberta para os amigos. É assim que deve ser. Deixei-me ficar por lá durante algum tempo. Não estavas lá,&amp;nbsp;mas ainda assim não foi por isso que deixei de ficar&amp;nbsp;na tua companhia, na tua companhia através da música, que deixaste algures ligada quando saíste, e que ficou lá a tocar, a dar vida à casa, àquele espaço, &lt;span class="goog-spellcheck-word" style="background-attachment: scroll; background-image: none; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat;"&gt;independentemente&lt;/span&gt; do tempo que estarias a pensar&amp;nbsp;ficar por fora. Talvez tenhas ido apanhar ar, libertar a mente para novos pensamentos, novas ideias, novas vivências, novas memórias, novos sons, novas palavras...Todos nós sentimos essa necessidade porque estar estagnado cansa e é como estar parado no espaço e no tempo. Quando se está&amp;nbsp;nesse estado é quase como estar sem vida e não é assim que devemos viver o dia-a-dia. Vagueei pela casa guiado pelos sons e revisitei algumas das molduras dispostas aqui e acolá. Molduras essas que abraçavam os teus quadros, as tuas obras, os teus quadros que eram memórias e sentimentos&amp;nbsp;pintados com&amp;nbsp;palavras, os teus quadros que eram histórias contadas com emoções, os teus quadros que eram imagens estáticas e dinâmicas retratadas e&amp;nbsp;gravadas de e para um olhar. Por lá permaneci durante algum tempo, deixei-me ir ficando,&amp;nbsp;quando me&amp;nbsp;fui embora não foi por não teres chegado a casa ou por me cansar de esperar, pois a visita não foi como se estivesse à espera de algo ou como se tivesse uma série de tarefas a desempenhar.&amp;nbsp;Posso dizer que a visita foi como revisitar uma exposição de pintura...ver os detalhes que escaparam aquando da primeira ou primeiras visitas, ver cores que estavam escondidas algures e poder olhar para as telas com outros olhos! Ler as entrelinhas e preencher os vazios.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5793524650626617994?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5793524650626617994/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5793524650626617994' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5793524650626617994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5793524650626617994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/04/visita.html' title='A visita'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3336393848420366811</id><published>2010-04-07T08:30:00.001Z</published><updated>2010-04-07T10:01:14.993Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>It’s alright love, you’re in good hands</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Liberto os meus braços e deixo as minhas mãos procurarem-te. Elas percorrem o vazio da escuridão, seguem o seu caminho para descobrirem o teu rosto, o teu cabelo, o teu sossego. Quando te encontram, dançam em movimentos&amp;nbsp;serenos e toques&amp;nbsp;suaves, que mesmo assim, causam um rebuliço no meu coração, fazendo o meu corpo estremecer em soluços quentes debaixo de uma chuva salina que aumenta a temperatura do meu ser, dos meus olhos e me faz vaguear nas memórias. Percorro essas memórias e é&amp;nbsp;como se&amp;nbsp;eu estivesse a descer um rio onde nas suas margens pudesse ver o reflexo da vida e em simultâneo alguns flashes de hipotéticos momentos futuros. Em certos e prolongados momentos o meu braço envolve o teu corpo puxando-o para junto do meu e é como se nesse&amp;nbsp;instante me estivesse a agarrar às margens do rio à procura de um apoio, de algo para me segurar e que me ajude a regressar a terra firme. Esses troncos, essas rochas que são as tuas palavras, os teus gestos, os teus afectos, os pequenos detalhes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7-uCy8UfO5M&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7-uCy8UfO5M&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3336393848420366811?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3336393848420366811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3336393848420366811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3336393848420366811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3336393848420366811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/04/its-alright-love-youre-in-good-hands.html' title='It’s alright love, you’re in good hands'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1196632298945682975</id><published>2010-03-24T08:29:00.006-01:00</published><updated>2010-03-24T10:37:57.567-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videoclips'/><title type='text'>Vale a pena ver - I</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Vale a pena ver...nem que seja porque foi filmado aqui, nesta terra, no meio do Atlântico....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Gomo - Still inside your mind&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="450" height="284"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/coDIQuy_jGo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/coDIQuy_jGo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="284"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1196632298945682975?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1196632298945682975/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1196632298945682975' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1196632298945682975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1196632298945682975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/03/vale-pena-ver-i.html' title='Vale a pena ver - I'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4528113975294651814</id><published>2010-03-23T13:30:00.000-01:00</published><updated>2010-03-23T17:23:58.036-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manuscritos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>O meu olhar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S6jAs71JhmI/AAAAAAAAAYM/OmhP-apiYAM/s1600-h/Detenho_o_meu_olhar_1200.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S6jAs71JhmI/AAAAAAAAAYM/OmhP-apiYAM/s320/Detenho_o_meu_olhar_1200.jpg" vt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4528113975294651814?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4528113975294651814/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4528113975294651814' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4528113975294651814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4528113975294651814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/03/o-meu-olhar.html' title='O meu olhar'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S6jAs71JhmI/AAAAAAAAAYM/OmhP-apiYAM/s72-c/Detenho_o_meu_olhar_1200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8752349109948664947</id><published>2010-02-11T13:30:00.001-01:00</published><updated>2010-02-16T22:27:10.233-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>O tocador de violino</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S3QreMwd56I/AAAAAAAAAX8/V3zpRxROL-4/s1600-h/vio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S3QreMwd56I/AAAAAAAAAX8/V3zpRxROL-4/s320/vio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Naquela tarde, ou inicio de tarde, que por acaso era Sábado [ mas para nós, e porque naqueles dias não havia dias definidos, já que eles eram especiais e eram nossos, não pertenciam a uma semana ou a um calendário, pertenciam a nós], vagueávamos sem saber ao certo o que é que procurávamos, sem saber qual era o nosso destino ou as nossas intenções. Pairava no ar uma sensação de desamparo [em tom de certa desorientação] e de uma ligeira tristeza que era como o reflexo do céu nas pequenas poças resultantes da acumulação das gotas de água que iam caindo e que se espalhavam ao longo dos passeios e das ruas, era uma sensação de falta de ligação em relação àquele local, em relação àquelas ruas que percorríamos e que, ao passarmos por elas, tentávamos decifrar os seus cheiros, o seu ambiente e a sua lida diária caso não fosse Sábado ao inicio da tarde e as nuvens não estivessem a gotejar de quando em quando. Apesar de toda a melancolia que se podia sentir, tudo isso tinha algo de agradável, talvez fosse apenas o facto de não termos quase nada definido ou não conhecermos nada. O nosso passeio tornou-se estranhamente mais prazeroso quando aos nossos ouvidos chegaram algumas notas que emanavam das cordas de um violino perdido algures entre os edifícios e as rua que nos rodeavam. Era um som suave, mas que a partir de certo ponto, enchia toda aquela zona com sons que eram como magia, flutuavam no ar e atraiam a nossa atenção como se fossemos feitos de algum material que pudesse ser sugado por um íman. Foi como se acabássemos de ganhar um objectivo e uma orientação em direcção a um destino ao acaso e seguimos de mão dada em busca da origem daquele som. Quando chegamos à nossa meta, ficamos ali alguns minutos a desfrutar daquele momento, e devido a alguma timidez nossa, permanecemos imóveis, não nos aproximamos para agradecer a oferta àquele senhor que se abrigava da chuva no vão de uma enorme porta, e que era o responsável por todo aquele espectáculo solitário, ele e o seu violino, em perfeita harmonia, a ser apreciado por nós e por mais dois ou três pares de pessoas que ignoravam a chuva. Hoje tenho aquele dia e aqueles momentos armazenados na memória e essas minhas palavras são uma espécie de reconhecimento e agradecimento que não foram prestados na devida altura. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S3spuW0pryI/AAAAAAAAAYE/SX1BuF_jRjc/s1600-h/555.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ct="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S3spuW0pryI/AAAAAAAAAYE/SX1BuF_jRjc/s320/555.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8752349109948664947?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8752349109948664947/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8752349109948664947' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8752349109948664947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8752349109948664947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/02/o-tocador-de-violino.html' title='O tocador de violino'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S3QreMwd56I/AAAAAAAAAX8/V3zpRxROL-4/s72-c/vio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-479354984419449307</id><published>2010-02-08T08:30:00.000-01:00</published><updated>2010-02-08T10:24:54.054-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Palavras que ouvi, nomes que ouvi</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2_0XSRwKQI/AAAAAAAAAX0/wJgG2Mb4hFQ/s1600-h/Painting-110308-800x952.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2_0XSRwKQI/AAAAAAAAAX0/wJgG2Mb4hFQ/s320/Painting-110308-800x952.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Foram palavras que ouvi e foram silêncios que quebrei e quebrei-os para mim.&amp;nbsp;Desde então, continuam a fazer eco e fico cansado de me ver a ouvir tais palavras. Foram palavras que foram ditas e que, embora não tenham sido fogo de artifício, foi como se explodissem em diferentes direcções, com tonalidades e cores que deram origem a formas, a movimentos, que por sua vez geraram algo que ganhou vida num espaço e num tempo, existiram, e&amp;nbsp;apesar de&amp;nbsp;terem existido no invisível é como se existissem ou tivessem existido na realidade, no pálpavel. Eu vi-as, ouvi-as e senti-as! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Como em qualquer frase que se pronuncia, existem verbos, adjectivos e eventualmente nomes. E entre nomes e mais nomes, há nomes que causam impacto, e foram esses (ou esse)&amp;nbsp;os responsáveis pelo&amp;nbsp;ruído. Responsáveis por todo um frenesim enfadonho que corrompe os meus pensamentos e faz deles pequenas laminas afiadas dispostas como se fossem armadilhas com olhos enraivecidos e dentes cerrados... armadilhas nas quais provavelmente serei o único a cair. Quando penso que estou livre do perigo dessas pequenas armadilhas, eis que tropeço novamente nos meus pensamentos e&amp;nbsp;dou por mim a divagar pelas memórias, agora distorcidas como se olhasse para trás através de um vidro granulado, dando outros significados às coisas que outrora eram aquilo que eram e&amp;nbsp;aquilo que só podiam ser. Através desse vidro, um&amp;nbsp;elogio não é só um elogio, é outra coisa,&amp;nbsp;um silêncio não é só um silêncio, é outra coisa,&amp;nbsp;uma música não é só uma música, é outra coisa, um abraço não é só um abraço, é outra coisa, uma reacção não é só uma reacção, um olhar não é só um olhar, um diálogo não é só um diálogo e um toque marcante&amp;nbsp; também é outra coisa ... tudo se transforma, tudo se disforma.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-479354984419449307?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/479354984419449307/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=479354984419449307' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/479354984419449307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/479354984419449307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/02/palavras-que-ouvi-nomes-que-ouvi.html' title='Palavras que ouvi, nomes que ouvi'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2_0XSRwKQI/AAAAAAAAAX0/wJgG2Mb4hFQ/s72-c/Painting-110308-800x952.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3480775187676824664</id><published>2010-02-02T08:30:00.001-01:00</published><updated>2010-02-02T17:27:24.538-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Sem sabor</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2htx3Ozo8I/AAAAAAAAAXs/QIyaaW4UVJo/s1600-h/Z5-720281.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2htx3Ozo8I/AAAAAAAAAXs/QIyaaW4UVJo/s320/Z5-720281.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Ontem, ou anteontem, alguém dizia que para além de perdoarmos os outros temos que conseguir ser capazes de nos perdoar para podermos seguir em frente em certas etapas da nossa vida. Tendo em conta parte do último “post” deixado aqui no blogue, poderei dizer que concordo com essa afirmação... até porque por vezes o uso de palavras escritas, em detrimento daquelas que por algum motivo não ditas, não conseguem chegar ao seu destinatário, ou se chegam e o resultado não é o esperado, sendo que esse seria principalmente o facto de conseguir acabar por ser de alguma forma indultado, resta sermos nós a arranjar uma forma de nos desprendermos da culpabilidade ou da ideia de a possuir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Não somos perfeitos, e sei que o mais provável é já estarmos cansados de ouvir isso porque usam muitas vezes essa desculpa para justificar os seus erros, mas não nos podemos dar ao luxo de tapar o sol com a peneira todas as vezes que achamos não fazer mal errarmos em algo, e que da próxima vez as coisas hão-de correr melhor, pois assim ficamos sempre na mesma e o que fica na mesma acaba por cair no esquecimento, na monotonia de uma rotina que esconde atrás de si o que é interessante e motivante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Mas voltando às palavras, e lendo o meu “post” anterior, cujas palavras sei que deviam ser ricas em significado ou ricas na mensagem que deviam carregar (para mim continuarão a ser como eram no momento em que ganharam vida), sinto-me agora como se desse uma dentada em algo que soubesse ter um sabor especial, algo doce,&amp;nbsp;e no entanto, tudo o que conseguia saborear era o sabor do ar, de algo insípido, o sabor do vazio. Talvez este sabor seja o sabor de ainda não ter conseguido ser capaz de fazer aquilo que menciono no inicio deste texto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Também só passaram uns dois dias...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3480775187676824664?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3480775187676824664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3480775187676824664' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3480775187676824664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3480775187676824664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/02/sem-sabor.html' title='Sem sabor'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S2htx3Ozo8I/AAAAAAAAAXs/QIyaaW4UVJo/s72-c/Z5-720281.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1684097286999079746</id><published>2010-01-19T08:30:00.001-01:00</published><updated>2010-01-19T09:08:16.890-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Enquanto vivemos o presente</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S1WEfA4qWpI/AAAAAAAAAXk/m_SeXT5_6yQ/s1600-h/Z1-751131.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428390594213468818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 319px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S1WEfA4qWpI/AAAAAAAAAXk/m_SeXT5_6yQ/s320/Z1-751131.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Enquanto vivemos o presente, nem sempre pensamos como será recordar esse presente num futuro a curto, médio ou longo prazo. Vivemos o presente pensando que estamos a vive-lo da melhor forma possível [mesmo sabendo que há coisas que poderiam estar melhores, pois como humanos que somos, raramente estamos satisfeitos com o que temos, e isso é um erro que cometemos, e infelizmente só nos lembramos disso quando vemos algo ou alguém em pior situação que nós], pensamos que estamos a fazer as coisas certas e da forma mais correcta possível, pensamos que estamos a receber e a retribuir aquilo que precisamos uns dos outros&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt; [&lt;/span&gt;e aquilo que precisamos por vezes não é muito, é somente um simples aceno, um sorriso, um sinal que nos indique que não estamos sós e que fazemos parte dos bons pensamentos e intenções de quem convive connosco] e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;que&lt;/span&gt; temos alguém que pensa em nós, que vive de nós e para nós, e que nos motiva a fazer o mesmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como acontece com todos nós, somos levados nas ondas do tempo. Muitas vezes foram aquelas que já referi que ele não pára (o tempo) e ao longo do percurso é normal que as mudanças aconteçam. Quando elas acontecem, sabemos que isso afecta vários níveis da nossa vida, da nossa existência, quer seja a nível pessoal, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;física&lt;/span&gt; e psicologicamente, quer seja a um nível externo, mudando o mundo que nos rodeia e as relações entre nós e as outras pessoas, a relação entre nós e o mundo &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;físico,&lt;/span&gt; o cenário das nossas vidas. Mudamos os nossos comportamentos, mudamos os nossos hábitos, mudamos as nossas crenças, e tudo isso porque somos seres em &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;constante&lt;/span&gt; transformação, sempre no intuito de estar a evoluir para melhor, pois regredir não serve de muito, pelo menos quase na totalidade dos casos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Numa espécie de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;retrospectiva&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; misturada com uma análise ao presente, em jeito de comparação, são inúmeros os sentimentos que despertam (e vão despertando) em mim, e tudo isso porque vejo que afinal (ou talvez) o passado, que já foi presente, não tenha sido vivido da melhor forma possível ou da forma mais correcta como outrora parecia ser. Claro que não quero com isto dizer que era um passado que recusaria ou um passado que me arrependa hoje, pois não me arrependo nada de o ter vivido, apenas estava a recordar momentos/situações menos boas. Estar insatisfeito com parte do passado faz-me sentir culpado, e embora saiba que não posso acarretar a totalidade desse fardo, dessa culpa, que me deixa um nó na garganta e um ardume nos olhos, não a consigo deixar de sentir, sobretudo quando a confirmação dessa culpa, ou parte dela, surge sob a forma de palavras que magoam (mesmo que não sejam essa a sua intenção) e deixam-me sem &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;fôlego&lt;/span&gt;, sem capacidade de resposta, porque essas palavras são como uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;cascata&lt;/span&gt; que cai sobre uma fogueira. A chama, que seria a resposta, simplesmente apaga-se porque há fogos que não valem a pena alimentar. Quando se trata da interacção entre pessoas, sejam elas duas ou mais, há que ver que qualquer uma das partes assume a sua parte preponderante na relação, quer esta seja de amizade, familiar, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;profissional&lt;/span&gt; ou outra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Deixar alguém vazio e à procura de um ombro amigo onde possa chorar, que não o nosso, quando na realidade não era esse o objectivo, nem nunca haveria de ser, antes pelo contrário, é algo que visto mais tarde, num futuro que agora é o presente por exemplo, é revoltante, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;envergonhante&lt;/span&gt; e desmotivante [no que respeita à própria auto-estima de quem não queria que isso acontecesse ou não queria deixar que isso acontecesse] para quem faz a análise do tempo passado. É revoltante porque sabemos que não há maneira de conseguir voltar atrás no tempo e fazer as coisas de outra maneira, voltar atrás no tempo e reparar tais feridas, eliminar os caminhos que fazem com que nos dias de hoje esses pensamentos menos positivos estejam presentes presentes porque são recordados e são recordados porque existiram. É &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;envergonhante&lt;/span&gt; porque é o mesmo que saber que quando &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;éramos&lt;/span&gt; precisos talvez não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;estivássemos&lt;/span&gt; lá, ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;vice&lt;/span&gt;-versa, e talvez naquela altura, convencidos de se estar a fazer as coisas certas, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;tínhamos&lt;/span&gt; os sentido enevoados e não fomos capazes de ver as coisas com mais clareza e assim não fomos capazes de tomar as decisões que deviam ser tomadas. É desmotivante porque sei que não era isso o pretendido e olhando para mim, para dentro de mim, vejo o meu coração escurecido e embaraçado porque ele sente que falhou alguns objectivos da sua lista, mesmo que essas falhas não tenham sido longas ou contínuas, ele sente que falhou. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Enfim, sabemos que será sempre assim, que o presente, amanhã será um passado e por isso resta-nos, na condição de sabermos que não somos perfeitos, que temos de aprender com os nossos erros, com as nossas falhas e defeitos, tentar fazer os possíveis e impossíveis para conseguir sarar as feridas que ainda mostram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;cicatrizes&lt;/span&gt; (e por isso são mais facilmente recordadas) e conseguir proteger-nos ou vacinar-nos contra eventuais futuras lesões. Que no dia de amanhã sejam apenas recordados os bons momentos, as virtudes e não os defeitos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje, e quero que assim seja para sempre, há mais luz. É essa luz que terá me me guiar, e também a quem está comigo, ao longo desta vida que espero longa, e pelos caminhos que todos os dias surgirão, assim como já tem acontecido, fazendo com que as adversidades encontradas tenham sido ultrapassadas e que a tristeza das recordações das possíveis e supostas falhas sejam esquecidas e sobrepostas pela alegria e plenitude daquilo que é sentir quando se gosta, quando se ama, quando se ama de tal forma que é difícil encontrar os gestos que o consigam exprimir ou as palavras que o consigam dizer sem que o sentimento se torne banal e vazio de sentido. Talvez o amor não se exprima, talvez o amor se viva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1684097286999079746?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1684097286999079746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1684097286999079746' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1684097286999079746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1684097286999079746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/01/enquanto-vivemos-o-presente-nem-sempre.html' title='Enquanto vivemos o presente'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S1WEfA4qWpI/AAAAAAAAAXk/m_SeXT5_6yQ/s72-c/Z1-751131.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1392804477263212789</id><published>2010-01-13T15:56:00.007-01:00</published><updated>2010-01-14T09:33:13.358-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Um pensamento, uma intuição, um sonho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S07yxxYjMNI/AAAAAAAAAXc/JUztPmtfFQQ/s1600-h/framed5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5426541537911845074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 253px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S07yxxYjMNI/AAAAAAAAAXc/JUztPmtfFQQ/s320/framed5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nunca pensei que seguir um pensamento, uma intuição ou um sonho me pudesse arrastar para tão longe. É como se a minha razão fosse invadida por uma hera que cresce desmesuradamente, atacando-me sempre que me apanha distraído, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;independentemente&lt;/span&gt; da cor do céu ou do local onde me encontro. Tinha a perfeita noção que as batalhas entre o pensar e o sentir não eram &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fáceis&lt;/span&gt; de ultrapassar, mas quando esses dois factores se encontram deturpados, as dificuldades ganham novas dimensões e é como se fosse arrastado por uma corrente que me leva não sei para onde, só sei que não é para nenhum lugar seguro. Resta a todo o custo conseguir encontrar algo/alguém que possa segurar o meu braço e evitar o pior. Hoje, a minha noção está modificada e já não sei o que pensar em relação a isso. Quando penso que já estou com os pés em terra firme, seguro e confiante, eis que surge outra intempérie e vejo-me novamente a tentar encontrar chão debaixo dos pés.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;O meu porto seguro são os momentos de lucidez que me permitem viver o mundo real sem que outra dimensão, ou mundo paralelo, tenha uma existência perturbante e destruidora, mesmo que imaginária. Nesse mundo paralelo sinto-me desprotegido, ameaçado, vulnerável, ridiculo e decadente... abro o olhos e sinto a vergonha de ter sido induzido por um pensamento, uma intuição ou um sonho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1392804477263212789?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1392804477263212789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1392804477263212789' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1392804477263212789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1392804477263212789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/01/um-pensamento-uma-intuicao-um-sonho.html' title='Um pensamento, uma intuição, um sonho'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/S07yxxYjMNI/AAAAAAAAAXc/JUztPmtfFQQ/s72-c/framed5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7832036091403335000</id><published>2010-01-11T09:36:00.005-01:00</published><updated>2010-01-11T10:00:36.157-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><title type='text'>Gotta figure it out</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000099;"&gt;Quando há músicas que dizem quase tudo, ou quase aquilo que queremos dizer ou sentimos em determinado momento dia ou estado de espirito, vale a pena partilhá-las de alguma maneira possível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-FWj9T-QAk4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-FWj9T-QAk4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;I separated my heart from my head&lt;br /&gt;To feel out what`s inside&lt;br /&gt;I don`t like what i see so i say&lt;br /&gt;Good night&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Don`t wake me cuz i`m dreaming in color&lt;br /&gt;Black and white is not my friend&lt;br /&gt;Candy coded figures only in my bed&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I`ve never been so deep inside a shadow&lt;br /&gt;I`ve never been so insecure of what i know&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;I need a story to tell&lt;br /&gt;Where`s the feeling i long for&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;Before i lose you love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Big city streets are calling me loud&lt;br /&gt;The busy keeps me high&lt;br /&gt;Well this quiet town is wearing me down tonight&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well i know that i should stay here for a while&lt;br /&gt;Listen to the sound&lt;br /&gt;Of my shaky heart&lt;br /&gt;Looking for gold in the ground&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I`ve never been so deep inside a shadow&lt;br /&gt;I`ve never been so insecure of what i know&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;I need a story to tell&lt;br /&gt;Where`s the feeling i long for&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;Before i lose you love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It`s not ok to make him wait&lt;br /&gt;To make you wonder why i&lt;br /&gt;Can`t hold you close and give you hope&lt;br /&gt;That this will be all right&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I wanna make it right&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gotta figure this out&lt;br /&gt;I need a story to tell&lt;br /&gt;Where`s the feeling i long for&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;I`ve gotta figure this out&lt;br /&gt;I need a story to tell&lt;br /&gt;Where`s the feeling i long for&lt;br /&gt;I`ve gotta figure it out&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Before i lose you&lt;br /&gt;Before i lose you&lt;br /&gt;Before i lose you love &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7832036091403335000?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7832036091403335000/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7832036091403335000' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7832036091403335000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7832036091403335000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2010/01/gotta-figure-it-out.html' title='Gotta figure it out'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8231557235943708309</id><published>2009-12-25T12:30:00.000-01:00</published><updated>2009-12-25T13:22:33.162-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Feliz Natal</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E uma vez mais chegamos àquela altura do ano em que muitas palavras e gestos se repetem. À parte das coisas que já aborrecem por serem repetidas, há sempre algo novo e por vezes há diferenças que tornam quase tudo novo. Talvez seja a essas diferenças que devemos dar a nossa atenção para assim termos algum alento, termos as energias renovadas para mais um ciclo dentro daqueles que constituem as nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Para a maioria das pessoas existe uma chama de euforia que desperta nesta altura do ano, euforia esta (que pode ser contagiosa...cuidado!) com a qual devemos ter certos cuidados porque, tal como as coisas que fazemos porque o nosso coração assim manda, corremos o risco de ter de repensar o passado quando este presente estiver ultrapassado, e é certo e sabido que, repensar o passado nem sempre resolve muita coisa, antes pelo contrário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Resta-me dizer a todos os que aqui passarem que, aquilo que desejo para mim e para vós, são uns dias de sossego, se possível na companhia da &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;família&lt;/span&gt; (seja ela grande ou pequena), festejar da melhor forma possível o Natal, &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;independentemente&lt;/span&gt; do seu significado para cada um de vós. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Sei também que o Natal não é sinónimo de festa e alegria para todos nós; Para uns, é nesta altura que se sentem mais deprimidos porque o Natal funciona como um marcador de tempo, que vem para avisar que este não pára e que já se passou mais um ano e muita coisa continua na mesma. Quando estamos presos a uma rotina, onde a evolução a vários níveis parece não acontecer, sente-se um aperto, uma ansiedade em querer quebrar limites, em querer avançar para algo.; Para outras pessoas é aquela altura em que a dor da saudade ganha maiores proporções e traz algum sofrimento que é agravado quando essa dor tem de ser suportada no silêncio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Vivamos então em Paz connosco e com aqueles que nos rodeiam esses dias que não devem ser indiferentes a ninguém. Ganhemos forças para o novo ano que se avizinha e consigamos ganhar mais compreensão e abrir mão a mais de nós próprios para que nos possam retribuir da mesma forma...sempre sem o interesse de receber porque se está a dar algo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;FELIZ NATAL a todos!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8231557235943708309?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8231557235943708309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8231557235943708309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8231557235943708309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8231557235943708309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/12/feliz-natal.html' title='Feliz Natal'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-471060201101220769</id><published>2009-12-16T08:00:00.003-01:00</published><updated>2009-12-17T09:58:03.829-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>um NADA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SyoMf824wPI/AAAAAAAAAXU/3dx_PBBpNWc/s1600-h/001_600.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416155244918259954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SyoMf824wPI/AAAAAAAAAXU/3dx_PBBpNWc/s320/001_600.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje, e à &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;semelhança&lt;/span&gt; dos últimos dias, sinto-me um NADA. Um nada para mim e um nada para os outros. Sinto o meu corpo a desvanecer no passar do tempo que é marcado pelas palpitações do coração que parece querer sentir mil e uma coisas ao mesmo tempo. Por ser demasiado, ele acaba por ficar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;congestionado&lt;/span&gt; deixando-me numa sofreguidão que surge como se o mundo fosse acabar daqui a uma hora e houvesse uma infinidade de coisas que ainda queria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;experimentar&lt;/span&gt;/fazer nesta vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Sei que de nada serve estar constantemente a olhar para o lado menos bom de tudo, pois isso é provável que estrague o pouco [que pode ser muito] do bom que já se alcançou, mas os nossos pensamentos por vezes ganham autonomia e levam-nos até onde não queremos e é agonizante não ter controle sobre o próprio pensamento e consequentes acções. Acções essas que deixam marcas como se fossem um carimbo sobre um selo. O selo continua a estar lá, conseguimos ler o seu texto e ver a sua imagem, mas está marcado para sempre e por vezes a atenção recai sobre as linhas do carimbo e não sobre o selo em si ou o que ele significa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-471060201101220769?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/471060201101220769/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=471060201101220769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/471060201101220769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/471060201101220769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/12/um-nada.html' title='um NADA'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SyoMf824wPI/AAAAAAAAAXU/3dx_PBBpNWc/s72-c/001_600.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7477967339412559781</id><published>2009-12-11T13:30:00.000-01:00</published><updated>2009-12-11T16:26:18.149-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Um sabor diferente</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje, as linhas de água que chegam aos meu lábios têm um sabor diferente, não sabem a salgado nem sabem a doce, têm um sabor que vem de outros sentimentos. Sentimentos que talvez desconhecesse, ou pelo menos pensava que desconhecia porque nunca fizeram parte de mim, mas são sentimentos que me deixam fraco e vulnerável, sentimentos que me ocupam os pensamentos e fazem deles seus escravos, criando raízes em cada espaço vazio num emaranhado que só o tempo poderá ajudar e desfazer. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Arrepios e arritmias surgem através do som que faz expelir aquilo que sinto abrindo estreitas aberturas do meu coração que ainda não foram entupidas pelas palavras que nunca ganham vida, que se mantêm a bolhar como se estivessem envolvidas num manto de lava no interior de um vulcão que ferve e se corroí em cada centímetro. As palavras deixa-me a ferver, no entanto é como se estivesse submerso em águas geladas e pesadas das quais, por mais que tente, não consigo emergir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;consequência&lt;/span&gt; ou não, a noite transforma-se numa eternidade, num desassossego, dando lugar à procura de um abraço, de um corpo, do teu corpo, do teu calor e da tua música de embalar que parece ser aquilo que me acalma e afaga e me faz voltar a adormecer. Infelizmente, por vezes, o dia torna-se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;turbulento&lt;/span&gt; e lá volta tudo novamente e deixo de ouvir o tic-tac que pertencia ao relógio que era o tempo a passar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7477967339412559781?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7477967339412559781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7477967339412559781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7477967339412559781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7477967339412559781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/12/um-sabor-diferente.html' title='Um sabor diferente'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5870487925593833204</id><published>2009-11-24T13:30:00.000-01:00</published><updated>2009-11-24T17:47:45.463-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>À noite na floresta</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swwpyw0mE4I/AAAAAAAAAXM/3_r0KAlzDpo/s1600/larrybecker-zurier.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407743204640822146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 231px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swwpyw0mE4I/AAAAAAAAAXM/3_r0KAlzDpo/s320/larrybecker-zurier.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Esticaste o braço e varreste as estrelas do céu deixando-me perdido de olhos abertos a ver o nada que a escuridão da noite tinha para oferecer. Tentava orientar-me e sabia que estavas ali perto, eu ouvia-te, mas não te encontrava! Estavas ali mas ao mesmo tempo corrias por entre as árvores, montes e riachos, eu quase conseguia ouvir todos os teus movimentos, os teus braços a acordar os ramos adormecidos das árvores, o vento por ti provocado a espantar as folhas caídas e outrora sossegadas e os teus pés a fazerem furos na água numa mistura de sons ocos e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;estridentes&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Fiquei ali, somente a ouvir os sons, a vaguear pelos pensamentos e à espera que tu e os teus braços regressassem para me embalar e aconchegar na noite, sentir a segurança da tua presença e o calor da tua companhia para então poder fechar os olhos e correr contigo pela floresta fora até nascer um novo dia.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5870487925593833204?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5870487925593833204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5870487925593833204' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5870487925593833204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5870487925593833204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/11/noite-na-floresta.html' title='À noite na floresta'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swwpyw0mE4I/AAAAAAAAAXM/3_r0KAlzDpo/s72-c/larrybecker-zurier.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3082484567065550213</id><published>2009-11-22T00:00:00.004-01:00</published><updated>2009-11-23T09:27:13.269-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Looking Back</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swpjbxvp21I/AAAAAAAAAXE/RDUfsMkU6-0/s1600/LookingBack.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407243631472532306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 210px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swpjbxvp21I/AAAAAAAAAXE/RDUfsMkU6-0/s320/LookingBack.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Olhando para trás...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em tempos, e devido a uma decisão incoerente, mas inocente, escapaste das minhas mãos e naquele momento pareceu que o tempo parou, pensei que seria um fim e estremeci de pânico, corri sem que o cansaço existisse, percorri caminhos que não tiveram distância, avançava sem ver as luzes e sem sentir a noite, sentir o que quer que fosse, pois o medo preenchia todos os milimetros dop meu pensamento. Queria apenas poder voltar atrás, queria apenas desaparecer. Depois daquele momento, a noite parecia interminável, tudo o que eu procurava era o auxílio, pois o medo era &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;terrificante&lt;/span&gt; e até saber que a tua fragilidade fora mais forte do que tudo, foram eternidades de ansiedade. São memórias que fazem a minha pele crepitar sempre que nelas mergulho. Entretanto, como o tempo parece voar, muito já se passou desde então e de quando em quando eis que essas memórias me invadem, mas hoje é diferente, todos os dias são diferentes, embora no seu conjunto pareçam uma repetição. Sabemos que o tempo é responsável por transformar tudo e nós não somos excepção, antes pelo contrário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por momentos vi a tristeza no teu olhar e fiquei a pensar quais seriam os motivos dela existir, mas afinal penso que também já passaste aquela idade onde os problemas são apenas assuntos dos adultos ou das pessoas com mais idade do que tu, e já percebeste que nem todos os dias são dias em que o sol brilha, o céu está azul e apetece sair e ver as pessoas sorrirem porque parecem não existir problemas. Talvez tenha sido a distância, agora mais do que antes, que me tenha feito olhar de maneira diferente quando te aproximaste, como se eu tivesse mudado de plataforma e tudo ganhasse uma nova perspectiva, um outro ângulo de visão, cuja influência da luz e da sombra modificasse aquilo que vemos e aquilo que sentimos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3082484567065550213?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3082484567065550213/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3082484567065550213' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3082484567065550213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3082484567065550213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/11/looking-back.html' title='Looking Back'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Swpjbxvp21I/AAAAAAAAAXE/RDUfsMkU6-0/s72-c/LookingBack.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1412519054560078832</id><published>2009-11-09T00:00:00.000-01:00</published><updated>2009-11-09T09:23:54.653-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Cinzas</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SvfrlDU47OI/AAAAAAAAAW8/u7ghDQZudMI/s1600-h/cinzas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402045299834809570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 306px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SvfrlDU47OI/AAAAAAAAAW8/u7ghDQZudMI/s320/cinzas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Embebido em movimentos e olhares de indiferença, cada gesto teu podia ter o sabor da água, mas por vezes sabe a vinagre e é como combustível que derrama sobre o fogo e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;alteia&lt;/span&gt; as chamas de algo que arde e volta a arder, sem nunca se apagar totalmente. Dentro das cinzas, aparentemente geladas, há sempre um calor pronto a emergir, fazendo da cor da lava, a cor da vida e em simultâneo a cor da morte, do perigo. Sim, porque é certo e sabido que vivemos no meio das antíteses e nelas temos de encontrar o meio-termo entre o acreditar e o não acreditar, entre o lutar e o desistir, entre o andar e parar. Mas parar para quê?! Para pensar? Para descansar? Para fechar os olhos e cair num sono profundo onde o corpo se estende na segurança do escuro, do vazio, do silêncio, da solidão que mata e dá vida?! As horas passam e reabrimos os olhos e cá estamos outra vez, ligamos a música e subimos no carrossel, andamos às voltas em chávenas de café ou em cavalos que não sabem se riem ou se estão ferozes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1412519054560078832?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1412519054560078832/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1412519054560078832' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1412519054560078832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1412519054560078832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/11/cinzas.html' title='Cinzas'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SvfrlDU47OI/AAAAAAAAAW8/u7ghDQZudMI/s72-c/cinzas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5272258981842729882</id><published>2009-10-27T00:00:00.000-01:00</published><updated>2009-10-28T10:05:16.702-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Dominó</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SuglOqFKQ5I/AAAAAAAAAW0/yzvD19sIPtw/s1600-h/dominos1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397605087147869074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SuglOqFKQ5I/AAAAAAAAAW0/yzvD19sIPtw/s320/dominos1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Debato-me contra mim próprio em momentos que não sei definir e que são resultantes de acções que não consigo recordar, mas que consigo imaginar com base não sei em quê. Tudo na tentativa de alcançar metas que nem ponto de partida tiveram, e isso, porque talvez afinal não sejam metas e não passem apenas de pequenas luzes intermitentes que nem sequer têm energia suficiente para marcarem presença no meio de qualquer escuridão, seja ela a da lua ou a de outra natureza. Esses são dias do avesso, dias em que se acorda e passa-se o dia a dormir, a ficar cansado de estar sentado, cansado de desperdiçar tempo porque tudo o que se faz é rigorosamente nada. Nada que no dia de amanhã se possa ver, ouvir, enfim, sentir ou recordar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mas, por mais iguais que os dias pareçam, eles têm sempre pequenas diferenças que podem ser tão determinantes como o acender de um fósforo...e o que chamamos a isso? O início de algo ou o fim de algo? Como é óbvio, nem sempre está em nós dar vida a essas diferenças no mundo físico [e às vezes nem precisam de ganhar vida nesse campo] porque as acções de quem está próximo de nós são suficientes para mexer connosco, de forma positiva ou negativa. Como se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;estivessemos&lt;/span&gt; numa enorme fila de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;dominó&lt;/span&gt; à espera de um sinal, de um toque, para nos movermos e dar seguimento a algo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5272258981842729882?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5272258981842729882/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5272258981842729882' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5272258981842729882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5272258981842729882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/10/domino.html' title='Dominó'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SuglOqFKQ5I/AAAAAAAAAW0/yzvD19sIPtw/s72-c/dominos1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4109852334900197890</id><published>2009-10-03T15:00:00.000Z</published><updated>2009-10-03T15:31:44.299Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>José Luis Peixoto - Cal</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SsdtJ1WSTwI/AAAAAAAAAWs/o_OCLmqeUkc/s1600-h/cal.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 215px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388395494878891778" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SsdtJ1WSTwI/AAAAAAAAAWs/o_OCLmqeUkc/s320/cal.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Neste post, deixo algumas breves linhas relacionadas com o que achei acerca dos vários textos que podemos encontrar no livro Cal de José Luís Peixoto, dos quais ficam também aqui pequenos excertos. Quem gosta da escrita deste autor português, irá certamente reencontrar palavras e frases ao estilo daquelas que podem ser a razão de se gostar do estilo de escrita de José Luís Peixoto, um estilo bastante característico e que desperta no leitor determinados sentimentos que nos fazem pensar e reviver memórias ou detalhes que nso esquecemos ou que estão adormecidos em nós. Para quem não conhece, deixo a minha recomendação, com a condição de aconselhar apenas às pessoas que queiram ler algo que lhes faça refletir ou que estejam à procura de algo calmo, estejam à procura de encontrar pessoas simples e com elas reviver determinados momentos das suas vidas, momentos distintos, acontecimentos distintos, personagens semelhantes, mas distintas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;A idade das mãos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contemplamos alguns momentos da vida de Ana...uma mulher com mais de oitenta anos, mas que nos é apresentada sem idade porque não nos lembramos da verdadeira idade dela e isso porque estamos com ela e estamos com o anjo que a acompanha, com a sua cadela de estimação, a sua burra e o prisioneiro que a surpreende e permanece ao seu lado. Em breves momentos acontece tanta coisa e ao mesmo tempo não acontece quase nada, mas as palavras que são tão simples tornam-se grande e o quase nada transforma-se em muito, transforma-se no suficiente para nos encher os olhos, a imaginação e o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;"Havia momentos em que achava que não havia momento nenhum da sua vida fora da prisão em que não tivesse pensado duas vezes desde que entrara na prisão. Passava as noites deitado, a ver um quadrado negro na janela e a esperar. Às vezes, havia uma estrela que brilhava dentro daquele quadrado. Ele acreditava que, se pudesse ver o céu inteiro, conseguiria sempre distinguir aquela estrela. Nascia o dia e depois voltava a noite."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;O sorriso dos afogados&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Uma pequena viagem entre o agora e o depois, entre o cá e o lá...onde podemos encontrar quem menos esperamos, quem nos sorri e num momento de cumplicidade damo-nos conta da nossa existência e da existência daqueles que existem de uma maneira diferente, daqueles que existem mas não estão presentes porque estão algures num mundo de sossego, de silêncio e tranquilidade...como o fundo do mar ou no fundo de uma barragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;"Havia apenas mais uma hora de luz naquele dia. Entrei na água. Entrei num novo mundo, diferente da terra das pessoas, diferente do céu dos pássaros. Uma hora seria suficiente. Conheço todos os cantos da barragem. ... O céu da barragem não e infinito. Acaba numa superfície de vidro que não se consegue tocar." &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;Os velhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Laços familiares que se prolongam ao longo de gerações. A proximidade, a lonjura, a convivência dos momentos simples, dos momentos em famílias e os defeitos dos membros da família. Longas vidas que caminham por rumos diferentes mas todas com um mesmo destino, a mesma meta em tempos diferentes, mas o sentimento final é o mesmo, é o sentimento de tristeza pela perda de alguém. A perda de alguém que, mesmo com defeitos, era alguém especial...mesmo sendo um velho. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"O meu padrinho novo tinha setenta e tal anos. A minha madrinha também. Não me lembro de o meu padrinho velho ter menos de noventa e tal anos. Eram os velhos. Às vezes, à hora de jantar, o meu pai virava-se para a minha mãe e perguntava: foste ver os velhos? Não era por maldade. Eles eram velhos. A minha madrinha tivera uma filha havia mais de quarenta anos, mas morreu ainda criança. A minha madrinha, ao lume, sentia pena da sua menina morta. Mexia as brasas com a tenaz e falava disso como se chorasse."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;A mulher que sonhava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Este texto leva-nos numa pequena viagem entre o mundo real e o mundo sonhado em que os dois mundos se misturam e é como se estivéssemos dentro de um túnel de água com inúmeras curvas em que, ora estamos a falar do real, ora estamos a falar dos sonhos. Sonhos que podem ser bons ou podem ser maus, tudo depende da idade e das circunstâncias da realidade vivida num sonho ou da realidade real que parece ser suavizada apenas pela recordação dos sonhos sonhados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"Acordou tão feliz. A freira abriu a porta do quarto e atravessou o pequeno corredor entre as camas. Algumas mulheres acordaram logo que esses pequenos ruídos tocaram o silêncio:...Já fora da cama, enquanto vestia o roupão e calçava os chinelos, lembrava-se ainda do sonho que tivera. Lembrava-se do sonho como se sonhasse ainda. Sorria. Tinha sonhado que era nova e que não estava no asilo. Era nova e estava em casa. A mãe chamava-a da cozinha, tinha sonhado. ...O incómodo de ter acordado permanecia. O incómodo de ter sonhado. Num sonho que continuava depois do momento em que acordou, tinha-se visto velha."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;O homem que está sentado à porta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em apenas alguns minutos, muito poucos por acaso, talvez menos que o número de dedos numa mão, parece que somos postos à conversa com um senhor que está sentado na soleira de uma porta. Um senhor que conhecia o pai do Peixoto e que acaba nas páginas do livro escrito pelo filho do Peixoto. No final do texto somos convidados a entrar na casa deste senhor e procurar esse livro que fala dele porque quem lhe diz que ele está num livro, por mais conhecimentos que tenha, não lhe sabe dizer de que se trata esse livro...será que o conseguiremos ajudar? Talvez sim....depende se conseguimos ou não encontrar o tal livro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"Quem visse o filho do Peixoto aí a correr pelas ruas com os outros cachopos nunca poderia imaginar que, um dia, ele ainda havia de se lembrar de escrever sobre mim num livro. Nunca ninguém consegue compreender as voltas todas do mundo. Mas, mesmo assim gostava de saber melhor porque é que ele escreveu sobre mim....Mas já que aqui estás, será que podias ler-me um bocado do livro e explicar-me o que está lá escrito?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;O grande amor do mudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Este texto levou-me por momentos ao mundo que José Luís Peixoto nos deu a conhecer em Nenhum Olhar, aliás, até agora, em Cal, quase que se pode dizer que as personagens destas estórias vivem muitos próximas das que vimos em Nenhum Olhar, é um ambiente que já conhecemos. Quase no final deste texto pensava que íamos conhecer um pouco melhor a Ana que tinha uma cadela, uma burra e um anjo que a acompanhava, mas afinal conhecemos uma outra pessoa, que também tem um passado peculiar...uma vida que se perdeu na esperança de reencontrar alguém que desapareceu "misteriosamente"e que se transformou numa flor debaixo de uma azinheira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;"Eu cheguei a conhecer o mudo. Ainda não andava na escola. Não sei se já tinha cinco anos. Subia e descia o muro do quintal. As minhas mãos cabiam nos buracos pequenos do muro. Os meus pés cabiam nas curvas ténues da cal. ... Quando chegou Março nasceram flores nos campos. Debaixo da azinheira nasceu uma única flor. Era uma flor bravia. As raízes dessa flor atravessavam a terra, eram longas, e entravam dentro do corpo do mudo. Aquilo que tinha sido a vida do mudo entrava por essas raízes e corria dentro dessa flor. Ninguém sabia, mas o mudo era essa flor."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;Febre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Este foi um texto que depois de ler me deixou a pensar que há alturas na nossa vida em que nada faz sentido, em que tudo perde a cor, em que tudo perde a sua razão e é aí que surge a febre, é aí que tudo fica amarelo, doentio, monótono e desprovido de sentido. É nessa febre que se espera que alguém nos bata à porta para nos levar a algum lado...será essa viagem a salvação ou será essa a viagem final?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;"Sentava-se no sofá, pousava as mãos nas pernas e olhava a escuridão. E até a escuridão era amarela. Mais asfixiante ainda do que a casa, porque a escuridão era infinita e de um amarelo sem formas. No início, instintivamente, fechava os olhos, e dentro do seu olhar fechado, mesmo o que nada via era amarelo. ... Antes de dormir, tomava sempre um chá de casca de limão e, chegou mesmo a pensar que pudesse ser esse hábito aparentemente inocente que lhe turvasse a vista de amarelo."&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;O dia de anos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente moldado à vida da senhora de setenta e dois anos que aparece várias vezes neste livro, surgem os planos para um dia de aniversário. Aquele dia que alguns esperam com grande ansiedade, quer pela vontade de festejar, quer pela vontade de simplesmente ver esse dia passar depressa para não pensar mais nisso por mais 11 meses e alguns dias. E como do inesperado surge grandes momentos, grandes memórias, surgem também desilusões e momentos de transtorno emocional em que um dia especial se torna num dia triste e sem sentido, um dia de solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;"Estava a olhar para os cachopos do carrocel e a comer a fartura aos poucos para durar muito, quando apareceram dois homens a cumprimentarem o meu marido. Abalaram os três. ... Às vezes, assomava-me à porta da venda e o meu marido estava sempre encostado ao balcão a beber um copo meio de vinho tinto. ... No chão, ficaram só as caixas de sapatos vazias e os papéis arrastados por uma aragem miúda. Ficou só a noite. ... Olhei a noite. ... Tinha feito setenta e dois anos."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;O último dia de todos os Verões&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Este texto narra uma história triste, o relato de um simples dia de trabalho, no campo, onde estão presentes o pai e os seus dois filhos. Aquilo que parecia ser uma rotina, como aquela que enfrentamos todos os dias e da qual muitas vezes reclamamos por estarmos fartos, aborrecidos, naquele dia ganhou outros contornos e é quanto menos se espera que as coisas podem acontecer. Após determinados acontecimentos, não temos outra solução senão adaptar a nossa vida, os nossos dias, as nossas memórias, à nova realidade, à nova rotina, que pode até ser a mesma, mas devido a um pequeno pormenor, pode ser totalmente diferente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"Os homens acertavam com os machados nos sobreiros e arrancávam-lhes pranchas de cortiça como se lhes arrancassem a pele. O tronco das árvores ficava mais claro, ficava liso e tinha pequenas gotas de água. Quando o pai passava a palma da mão por esses troncos, fechava os olhos, recolhia algumas gostas de água e passava-as pelo rosto. Nessa tarde, de repente, como um lençol, uma camada fina de céu pousou sobre os campos. Ninguém conseguiu distinguir esse momento exacto; no entanto toda a gente soube ver que a terra ficou mais fresca, os pássaros apareceram, o vulto luminoso da lua tornou-se nítido no céu.Foi depois desse momento invisível que ..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;Peça de Teatro: "À Manhã"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Uma breve peça de teatro onde encontramos uma mão cheia de personagens, umas mais presentes que outras, mas todas elas relacionadas. Relacionadas entre si através da amizade, através de laços familiares ou relações amorosas. Uma escrita simples com alguns termos do quotidiano pelo meio, provavelmente típicos da terra natural do autor do texto, mas no geral é uma linguagem muito própria. As personagens não diferem muito das que encontramos ao longo de todo o livro, não esquecendo Olga, que tem Alzheimer ou algo do género...e por isso ela vai viajando entre o real e o imaginário. Um imaginário que de certa forma é mais real do que a realidade que devia ser o mundo real dela. Infelizmente o cinismo, forçado ou intencional, é uma das características que fazem parte do ser humano, daquelas que ninguém se deve gabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;"Macha: Então pois. Mas os cachopos estão muito finos. Um dia estava lá a entreter-me com uma malha, até estava a fazer um cachecol para o Kevém, o marido da minha Lucréria chama-se Kévem...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Ti Irininha: Kévem?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Macha: É. Kévem. É os nomes ingleses que eles para lá têm. Mas estava entretida com a malha e entrou o mais pequeno, que está agora como nove anos, e andava só de roda de mim. Ora, a irmã estava na sala com o namorado e eu mandei-o para lá. Nem um minuto lá ficou. Perguntei-lhe porque é que voltou tão depressa e disse-me: ah, avó então não vê que eles estão no sexy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Ti Irininha: No sexy? Já a formiga tem catarro."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;Ver a minha avó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como o próprio título do texto indica, encontramos neste texto uma visita a uma avó, um olhar sobre vários aspectos da vida da avó do autor do texto. Quem era ela? O seu modo de vida simples, os gestos que já deixaram de ter importância, e, no entanto, são um conjunto de pequenas acções que marcam e enchem a memória. Que guardam os traços de uma avó, pequenos detalhes que podem ser comuns a muitos de nós. Um texto que deixa um sentimento de nostalgia a vaguear sobre nós.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;"À noite, ela liga a televisão a preto e branco. Aborrece-se com filmes porque não é capaz de ler as legendas. Pode ver a telenovela, mas a não lhe dar suficiente atenção, a esquecer os nomes e a suspeitar da história. Ela sabe que não é real. As lágrimas da rapariga triste são feitas de cera, ou são fingidas, o que é a mesma coisa. A rapariga triste da televisão não mora em nenhuma rua da nossa vila."&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;A mulher de negro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Muitas vezes sentimos uma angústia que cresce em nós, e é como alguém que encontrássemos dentro de nós quando iniciamos a procura de uma solução, de uma voz que nos diga o que fazer e é como se fosse essa, a pessoa a quem éramos capazes de contar tudo, fossemos capazes de dizer tudo o que queríamos dizer, sem medos, sem precauções, simplesmente dizer tudo. É essa a mulher de negro que talvez possamos encontrar nesse texto, uma pessoa frágil, que habita no interior de uma floresta, da nossa floresta, e que se apresenta como uma confidente, como uma fuga à luz do dia, uma fuga ao ruído de um mundo aberto e exposto e por vezes inseguro e perigoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"Ao entrar na floresta, o guiador a balançar nas minhas mãos, afastava-me de tudo o que era a minha casa, os meus amigos, os lugares onde pensava que me podia sentir seguro. A tarde tornara-se fresca no meu corpo sob as roupas: a camisola branca, as calças. Conhecia menos o meu corpo sob as roupas do que conhecia as roupas. Conhecia as roupas do tempo que passaram guardadas em gavetas, conhecia-as de quando as dobrei e guardei em gavetas, quando as escolhi e comprei, e , nesse dia, quando as escolhi por querer vesti-las.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;A palma da sua mão tinha linhas que eram o mapa de uma vida inteira, uma vida com todos os seus enganos, com todos os seus erros, cm todas as suas tentativas. Os seus olhos de pedra. Senti os ossos da sua mão a envolverem os meus dedos. Não me puxou, mas eu aproximei o meu corpo do seu."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;A viúva junto ao rio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Um texto bonito, no entanto, é um dos mais tristes que encontramos em todo o livro. É como o passar de uma vida à frente dos olhos e a impossibilidade de fazer o que quer que seja para a agarrar. Estar tão perto de algo, prestes a consegui-lo e há algo que o impede. É a sensação que temos por vezes em diversas etapas da nossa vida, independentemente do contexto em que se possa inserir. Teremos forças para acreditar que nunca é tarde demais?! E que mesmo parecendo tarde ainda dá tempo de lutar e perseguir os sonhos e objectivos?! Talvez seja bom acreditar que sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"Hoje, estou sentada na margem do rio e Deus está snetado ao meu lado. Há quarenta anos, era de manhã. Há quarenta anos, o rio era exactamente igual. Estou velha. Também Deus está velho. Sentamo-nos juntos e pensamos. O tempo é mais leve. Nem eu, nem Deus esperamos nada. Mergulho os dedos e a água é fresca. Ouço as palavras serenas que a água me diz. Os meus cabelos já não são longos e negros."&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4109852334900197890?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4109852334900197890/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4109852334900197890' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4109852334900197890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4109852334900197890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/07/jose-luis-peixoto-cal.html' title='José Luis Peixoto - Cal'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SsdtJ1WSTwI/AAAAAAAAAWs/o_OCLmqeUkc/s72-c/cal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1577959778974626053</id><published>2009-08-21T13:30:00.000Z</published><updated>2009-08-21T14:13:44.865Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Mergulho no ar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Vou a correr com a minha velocidade máxima e através do impulso que consigo dar ao meu corpo, lanço-me no ar e mergulho. Abro os meus braços e rasgo o vento que tenta deter-me sem sucesso. Sinto o tempo a passar por mim como uma flecha que sai de um arco, abro as mãos para o agarrar, mas ele é tão &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;invisível&lt;/span&gt; quanto o vento e intocável como a linha do horizonte. É um sentir sem ter tempo para sentir, é sentir as coisas a alta velocidade, é estar a chegar a algum lado depressa mesmo sem saber ao certo o que lá está, lá em cima ou lá em baixo, qualquer que seja a direcção do meu voo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Contínuo na minha viagem vertiginosa... Ultimamente ela tem se tornado mais intensa e têm sido tantas as pequenas coisas que, nem mesmo sendo pequenas, deixam-me a pensar, deixam-me a pensar no antes e depois, e deixam-me a pensar porque esses antes e depois não são antes e depois como a diferença que um corte de cabelo pode fazer. São antes e depois como uma laranja com casca e essa mesma laranja já sem casca... não vai deixar de ser laranja, mas será diferente. É uma viagem cujo resultado será algo novo, será um novo aprender a andar, aprender a andar nos caminhos da vida [diferentes dos que já conheço ou julgo conhecer], uma &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;adaptação&lt;/span&gt; a um estilo de vida diferente, novas rotinas, novas perspectivas, novas situações, novas responsabilidades, um novo eu que não será diferente, será apenas eu, mas com outra experiência de vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Mas como todos nós sabemos, a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;o longo das nossas vidas encontramos inúmeros desafios que tentamos sempre superar e é na superação desses desafios que nos sentimos crescer, que sentimos estar a caminhar em alguma direcção e a chegar a algum lado, qualquer que seja a ideia que temos do que está no nosso destino. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1577959778974626053?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1577959778974626053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1577959778974626053' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1577959778974626053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1577959778974626053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/08/mergulho-no-ar.html' title='Mergulho no ar'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4570458224701338005</id><published>2009-08-15T01:05:00.004Z</published><updated>2009-08-15T01:23:31.298Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Memórias no papel</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SoYN-TBib2I/AAAAAAAAAWk/PbZJEaEz44g/s1600-h/allways_with_me.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369994969595670370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SoYN-TBib2I/AAAAAAAAAWk/PbZJEaEz44g/s320/allways_with_me.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Algures no passado as tuas palavras eram a expressão de uma alegria que sentias. Era uma alegria que te fazia acordar para um novo dia que não era só um novo dia, era uma nova realidade, era o alcançar de uma meta tão pacientemente perseguida e almejada. Mas lá no fundo dizias nas tuas palavras que era como se ainda não tivesses acordado e que aquele sol na janela não era um sol verdadeiro, era uma miragem fora do deserto, fora do mundo. Balançavas entre a certeza e a dúvida sempre na certeza de que aquela iria ser a forma do teu coração para um sempre....um sempre que podia ou não ter um prazo de validade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje olho para um papel quadriculado e vejo lá &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;símbolos&lt;/span&gt; azuis que formam frases que outrora eram sentimentos, que outrora eram o brilho dos teus olhos e a razão do teu sorriso. Hoje não sei a forma do teu sorriso nem o que dá vida ao teu olhar. Mas uma coisa eu sei, o rasgar de um papel não é o rasgar das memórias...essas não se escrevem no papel, mas sim no coração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4570458224701338005?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4570458224701338005/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4570458224701338005' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4570458224701338005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4570458224701338005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/08/memorias-no-papel.html' title='Memórias no papel'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SoYN-TBib2I/AAAAAAAAAWk/PbZJEaEz44g/s72-c/allways_with_me.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6887329593577060154</id><published>2009-08-09T23:30:00.001Z</published><updated>2009-08-10T00:09:53.149Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Contagens descrescentes</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Venho aqui marcar presença neste mês de Agosto, mês de férias para muitos, para outros é o mês e regresso ao trabalho ou então o mês que antecede o tão esperado período de férias. Por esse, e outros motivos de ordem maior, também pode ser considerado o mês em que entra em fase de aceleração, diversas contagens decrescentes, como se estivesse descalço numa rampa molhada e cheia de &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;&lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;limos&lt;/span&gt; ou como&lt;/span&gt; se tudo estivesse associado à sua própria ampulheta. Ir aqui, ir acolá, fazer isso, fazer aquilo, pensar nas hipóteses, considerar as mudanças, preparar para o desconhecido, viver momentos de ansiedade, momentos de alegria momentânea resultante de fragmentos de &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;mini&lt;/span&gt;-sonhos que piscam de quando em quando na nossa mente como se fossem o &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;flash&lt;/span&gt; de uma máquina fotográfica. Ao mesmo tempo que o a areia vai derramando e as datas limites vão sendo alcançadas, tenta-se viver o dia-a-dia da forma mais normal possível, como o &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-corrected"&gt;equilíbrio&lt;/span&gt; necessário e indispensável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Infelizmente também para este texto havia um tempo limite para o terminar e porque os minutos e segundos já se esgotaram irei colocar agora um ponto final neste texto e partir para a próxima meta, já que ao mesmo tempo que se alcança uma muitas vezes deixamos duas ou três para trás. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6887329593577060154?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6887329593577060154/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6887329593577060154' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6887329593577060154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6887329593577060154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/08/contagens-descrescentes.html' title='Contagens descrescentes'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7649682677437047642</id><published>2009-07-18T00:16:00.004Z</published><updated>2009-07-18T01:06:30.008Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Philippe Jaroussky</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Naqueles momentos senti-me minúsculo como uma formiga, &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;insignificante&lt;/span&gt; como um fio de cabelo e &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;transparente&lt;/span&gt; como um vidro, mas mesmo assim senti-me vivo! Senti-me vivo porque o que me fazia sentir pequeno e invisível não era aquilo que me fazia sentir bem, não era aquilo que faz parte do grupos de coisas que para mim constituem motivos, razões, âncoras para permanecer nos portos da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por vezes, basta estar perante algo que me leva para um outro lugar, tão distante e tão próximo das portas do mundo cujo chão piso todos os dias, um lugar físico e ao mesmo tempo um lugar que não existe, mas que se sente e se vive. Vive-se porque naquele momento somos capazes de acreditar, valorizar e transformar o talento dos outros em algo que nos dá prazer, algo que nos enche a alma e nos fazem sentir gigantes. Gigantes porque precisamos de todo esse espaço para armazenar aqueles sentimentos que nos enchem e se expandem durante aqueles momentos. Mesmo que sejam apenas por uns minutos ou um par de horas...é &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;satisfatório&lt;/span&gt;...o tempo que for possível estar presente e apreciar esse mundo à parte é &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;satisfatório&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kEJs5X57LMg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kEJs5X57LMg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7649682677437047642?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7649682677437047642/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7649682677437047642' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7649682677437047642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7649682677437047642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/07/philippe-jaroussky.html' title='Philippe Jaroussky'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1834522306976788004</id><published>2009-07-16T22:45:00.003Z</published><updated>2009-07-16T23:02:36.939Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Super-heróis...liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sl-xTDPwpkI/AAAAAAAAAWc/N-IBCP0Aads/s1600-h/My_freedom_begins_here.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359197022441219650" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sl-xTDPwpkI/AAAAAAAAAWc/N-IBCP0Aads/s320/My_freedom_begins_here.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E se fossemos todos super heróis?! Personagens com &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;características&lt;/span&gt; fora do normal?! Qual seria o poder escolhido por cada um de nós? Para que fins usaríamos os nossos poderes ou as nossas &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;características&lt;/span&gt; especiais? Para fazer o que os super heróis da TV fazem? Ou será que teríamos outros objectivos?&lt;br /&gt;Por estarmos fartos da monotonia da realidade do nosso mundo, e devido à falta de incentivos pessoais, globais e de todos os outro tipos possíveis, damos asas à imaginação e damos igualmente uso ao que, os outros como nós, criam. &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;Refugiamo&lt;/span&gt;-nos &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;momentaneamente&lt;/span&gt; em histórias, que até podem ter como base algo nosso, mas que nos encantam por terem elementos que estão fora do nosso alcance e do nosso domínio, e vivemos fantasias que nos fazem esquecer o real. Nesses momentos a liberdade do imaginário enche-nos a alma e acreditamos na felicidade, no amor, no &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;extraordinário&lt;/span&gt;, no ideal, em tudo aquilo que muitas vezes se torna invisível na nossa existência que é frequentemente questionada e desvalorizada. Existência cuja razão se agride diariamente, e cujas justificações são provenientes de pequenos grãos que nos alimentam por serem a magia da nossa fantasia real e nos fazem elevar porque nos tornamos leves. Somos tão leves que conseguimos voar nesses esporádicos momentos e quanto estamos no ar, vemos tudo sob outra perspectiva, não há limites, somos livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em limites e liberdade…o que devem fazer aquelas pessoas cujas amizades são criticadas devido aos preconceitos que as pessoas têm?! Já sabemos que a discriminação é um facto que ainda vai perdurar por muitos anos e décadas entre nós, mas quando há situações de tal forma próximas de nós, é inevitável levantar esse tipo de questões. Mas como resposta muito simples poderia dizer que o importante é a definição de amizade, a partilha, uma relação sem interesses escondidos nas palavras ou sentimentos partilhados. Todavia não é esta a definição que se esconde nas mentes distorcidas de uma quota-parte das pessoas que fazem parte do grupo a que pertencemos sem pertencer, a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1834522306976788004?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1834522306976788004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1834522306976788004' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1834522306976788004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1834522306976788004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/07/superheroisliberdade.html' title='Super-heróis...liberdade'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sl-xTDPwpkI/AAAAAAAAAWc/N-IBCP0Aads/s72-c/My_freedom_begins_here.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5147122186994845503</id><published>2009-07-07T21:45:00.006Z</published><updated>2009-07-07T22:49:57.254Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Emoções</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlPQ-9sb6cI/AAAAAAAAAWM/pPVTR6NwR2Y/s1600-h/abstract-painting-iordanoff.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 237px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355854162005060034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlPQ-9sb6cI/AAAAAAAAAWM/pPVTR6NwR2Y/s320/abstract-painting-iordanoff.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A respeito de algo que se calhar à partida nada teria a ver com demonstrar emoções, mas sim com reacções baseadas no raciocínio lógico, com a razão, chegou-se à conclusão [ou para quem quiser, uma espécie de conclusão, pois para muitos nada é absoluto mas sim relativo] que nós não somos senão um contentor de emoções, que vivemos à base disso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Somos seres emocionais e tudo o que fazemos baseia-se em emoções. Todos os nossos pensamentos são derivados de emoções que por sua vez vão gerar outras emoções. Também pode-se dizer que as nossas acções e o nosso estado de espírito são o resultado do processamento das nossas emoções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Claro que nem todos de nós temos a mesma sensibilidade, da mesma forma que nem todos nós demonstramos as nossas emoções com &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;transparência&lt;/span&gt; e isso, tal como tudo na vida, tem os seus aspectos positivos e negativos. Para uns, mostrar as suas emoções através da demonstração de sentimentos é um sinal de fraqueza, de fragilidade pessoal, para outros é uma mais-valia para o seu carácter e uma forma mais fácil de se relacionarem com as pessoas, com o mundo. Em qualquer uma das situações, as emoções, &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;independentemente&lt;/span&gt; da forma e intensidade como são expressas, são a base das nossas relações, são a ponte entre o "eu e o tu", entre o "eu e o mundo". Afinal de contas se as coisas não fossem assim, acabariamos por ser um universo de robots pre-programados. Não é que no nosso dia-a-dia não encontremos pessoas que pouca diferença têm dos robots, nomeadamente no que respeita à compreensão e interacção com o próximo, mas isso é apenas a minha simples opinião e certamente eu também poderei não passar de um robot, no entanto tento não ser pré-configurado e instruído pela regras que movem as massas. Podemos e devemos ser todos diferentes e no entanto saber conviver e expressar-nos respeitosamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5147122186994845503?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5147122186994845503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5147122186994845503' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5147122186994845503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5147122186994845503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/07/emocoes.html' title='Emoções'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlPQ-9sb6cI/AAAAAAAAAWM/pPVTR6NwR2Y/s72-c/abstract-painting-iordanoff.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8309399481657614249</id><published>2009-07-06T22:00:00.000Z</published><updated>2009-07-06T22:23:03.560Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Do cheio ao vazio</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlJ3bTC_CsI/AAAAAAAAAWE/-_xU-KR1-Qc/s1600-h/RobinBrehmFull.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 392px; DISPLAY: block; HEIGHT: 118px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355474217749908162" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlJ3bTC_CsI/AAAAAAAAAWE/-_xU-KR1-Qc/s320/RobinBrehmFull.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser Mais e sou Menos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser o Sol e sou a Lua&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser uma Estrada e sou um Beco sem saída&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser um Oceano e sou uma Gota num Lago que muitas vezes parece querer secar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser uma Montanha e sou uma Pedra adormecida dentro de um buraco escuro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Quero ser Eu e sou a Sombra...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;A Sombra que nada sabe dizer, errante e dependente da direcção e da força da luz que emana de uma fonte aleatória de sentimentos e vontades. Talvez na realidade as coisas não sejam bem assim, mas até lá o "?" marcará presença porque nunca estaremos no olhar dos olhos que nos observam, nunca estaremos a ser processados por um cérebro que não seja o nosso, e quem nos vê através do espelho não é quem nos vê e nos consegue tocar, é simplesmente uma sombra com cores e formas esbatidas num reflexo de luz, um fantasma que nasce de nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Divagar nas dúvidas é talvez aquilo que mais nos &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;entretem&lt;/span&gt;, pelo menos no meu caso posso dizer que isso acontece muitas vezes, mas tenho de ver isso pelo lado positivo É bom questionarmos o mundo e a vida... Quem não tem dúvidas não é necessariamente quem sabe tudo, pois quem não tem dúvidas pode ser quem não questiona e quem não questiona não descobre e quem não descobre não vive. Como algures no texto era referido um "beco sem saída", agora pergunto, e aqueles que vivem questionando constantemente e não encontram respostas?! Há dias que somos o beco sem saída, mas há que acreditar que nesse beco sem saída existem muitas portas por abrir e muitos "&lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;mini&lt;/span&gt;-mundos" por explorar, "&lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;mini&lt;/span&gt;-mundos" que nos levam ao resto do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Muitas vezes a ideia da insignificância nasce da nossa vontade de exigirmos para nós, mais do que aquilo que podemos ter, mais do que aquilo que podemos ser, mais do que aquilo que podemos alcançar, e isto porquê?! Porque talvez não nos esforçamos o suficiente para lá chegar, o suficiente para conseguir, o suficiente para triunfar dentro dos nosso próprios objectivos, por mais distintos que sejam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8309399481657614249?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8309399481657614249/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8309399481657614249' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8309399481657614249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8309399481657614249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/06/do-cheio-ao-vazio.html' title='Do cheio ao vazio'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SlJ3bTC_CsI/AAAAAAAAAWE/-_xU-KR1-Qc/s72-c/RobinBrehmFull.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2521217097296529422</id><published>2009-06-26T09:10:00.004Z</published><updated>2009-06-28T15:13:49.232Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Janela'/><title type='text'>Naquela Janela - III</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666666;"&gt;"O medo de não saber medir o poder das palavras ou o poder do silêncio quando aplicados no momento errado, o medo de não saber reagir...o medo de uma janela, daquela janela e daquele momento".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Só lhe passava pela cabeça que, naquele momento, ela pudesse desistir de si, desistir da sua vida e de tudo, porque vê-la sentada naquela janela era o mesmo que &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;vê&lt;/span&gt;-la caminhar em direcção ao desconhecido, na direcção do abismo. Era isso que indicavam os olhos dela. A sua cara pintada com um rasto de lágrimas que não eram mais do que as suas pegadas ao longo daquela caminhada. Ele olhava para ela e tentava ir ao encontro dela através do olhar, mas as lágrimas secavam tão depressa com o vento que soprava pela janela e levava consigo o rasto das pegadas. Mas mesmo assim ele não desistia de ir ao encontro dela, ao encontro do epicentro de toda a &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-corrected"&gt;angústia&lt;/span&gt; que ela poderia sentir naquele momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Ele sabia que aquele era o momento em que se apercebera que os seus actos não eram simples gestos e as suas palavras não eram simples sons. A partir do momento que as acções dele seriam reflectidas em alguém e nos actos de alguém, as coisas, por mais simples que pudessem ser, ganhavam outros contornos. Foi assim que ele viu que não estava sozinho no mundo como até então pensara estar. Por mais insignificante que fosse a presença dele, por mais silenciosas que fossem as suas palavras, por mais imóvel que ele permanecesse na esperança de não sentir o mundo, havia sempre algo que mudava, algo que sofreria as consequências disso. Com esse pensamento ele sentiu o medo que lhe podiam causar as acções fruto do instinto, resultantes de uma reacção espontânea, não pensada ou avaliada, e talvez o que se estava a passar naquela janela fosse o resultado de uma longa equação onde as variáveis seriam sentimentos, encontros, desencontros, certezas, dúvidas. Resultado esse que ele ainda não conseguira alcançar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2521217097296529422?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2521217097296529422/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2521217097296529422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2521217097296529422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2521217097296529422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/06/naquela-janela-iii.html' title='Naquela Janela - III'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6424188823457784768</id><published>2009-06-08T23:59:00.000Z</published><updated>2009-06-09T03:00:50.632Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>O dia de hoje</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por mais que quisesse ignorar este dia, eu sei que felizmente [e infelizmente...mas essa parte refere-se só a mim] não conseguiria porque há pessoas que não deixariam que isso acontecesse. Apesar de ser um dia igual a muitos outros em diversos aspectos, há algo nele que marca a diferença e de tempos a tempos ele estabelece simultaneamente uma meta e um ponto de partida. Mesmo que a transacção se desvaneça numa &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;nuance&lt;/span&gt; de cores, de horas, de momentos, passando quase irreconhecível. Podia ser simplesmente o dia entre o ontem e o amanhã, mas o dia de hoje é um dia de reflexão [dentro do possível], como se os pensamentos dos outros dias ganhassem sons e os esses tivessem liberdade para seguir contornos diferentes desaguando em pequenos corredores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tudo o que é inverso ao positivo nesse dia é desafiado nos pratos da balança pelo peso da felicidade [ou lá o que isso pode ser para cada um de nós] que resulta de pequenos gestos que no dia de hoje fazem diferença e dizendo isso, posso concluir dizendo que hoje houve algumas coisas que marcaram a diferença e como é que me podia esquecer desse dia?!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6424188823457784768?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6424188823457784768/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6424188823457784768' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6424188823457784768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6424188823457784768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/06/o-dia-de-hoje.html' title='O dia de hoje'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6425387746147024613</id><published>2009-06-03T23:59:00.001Z</published><updated>2009-06-04T02:10:48.972Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Janela'/><title type='text'>Naquela Janela - II</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Um objectivo já havia sido predefinido, no entanto os caminhos que os levaram a estar naquele momento entre aquelas quatro paredes, como se conhecessem há imenso tempo, mas que na realidade ainda eram relativamente estranhos um ao outro, eram caminhos improvisados, frutos do acaso, frutos do desentendimento e da busca de sentimentos perdidos ou sentimentos nunca encontrados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O que para ela parecia ser a correcção de um erro, para ele acabava por ser a criação de outro erro, e no meio de toda a ambiguidade que dominava aquele espaço e as decisões que tinham de ser tomadas, uma espécie de afastamento falou mais alto e de um momento para o outro era como se nada fizesse sentido para ambos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Ele sentou-se no sofá, deixando os cobertores e lençóis abandonados em cima da cama e ficou em silêncio. Ela também se levantou, caminhou até à janela e sentou-se no parapeito contemplando a noite, as luzes dos &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-corrected"&gt;edifícios&lt;/span&gt; ao longe e dos carros que passavam esporadicamente na rua, alguns andares mais abaixo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quando a indiferença deu sinal de si, as lágrimas dela inundaram-lhe os olhos e deslizaram pelo rosto e o coração dele disparou subitamente, bombeando sangue a alta velocidade por todo o corpo, levando os pensamentos que se atropelavam embrulhados na adrenalina provocada pela imagem dela a chorar, sentada na janela. Para ele aquele momento podia ser o culminar de muita coisa e representava um perigo. A fragilidade daquele momento ironicamente poderosa! O medo de não saber medir o poder das palavras ou o poder do silêncio quando aplicados no momento errado, o medo de não saber reagir...o medo de uma janela, daquela janela e daquele momento.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6425387746147024613?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6425387746147024613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6425387746147024613' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6425387746147024613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6425387746147024613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/06/naquela-janela-ii.html' title='Naquela Janela - II'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4327851874024118335</id><published>2009-06-01T02:02:00.004Z</published><updated>2009-06-01T02:14:44.186Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Sim e Não</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por vezes um "Não" é muito mais do que 3 letras, é muito mais do que um universo, é um infinito de acontecimentos que morreram antes de terem oportunidade de ganhar forma, morreram antes de viver. São mais que 3 letras que dão lugar ao silêncio e à vergonha. Mais que 3 letras que muitas vezes conseguem ser aquilo que verdadeiramente são...o negativo, o impossível, o invisível, o não existir, não querer nada e o não viver nem deixar viver. É preciso aprender a usar esses conjuntos de 3 letras: &lt;span style="color:#009900;"&gt;SIM&lt;/span&gt; e&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; NÃO&lt;/span&gt;....tão simples e tão complexas, tão insignificantes e tão determinantes...o tudo e o nada!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4327851874024118335?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4327851874024118335/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4327851874024118335' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4327851874024118335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4327851874024118335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/06/sim-e-nao.html' title='Sim e Não'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8690547793554614455</id><published>2009-05-31T23:59:00.000Z</published><updated>2009-06-01T02:01:55.977Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Janela'/><title type='text'>Naquela Janela - I</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E assim foi, algures num mês de Maio, certamente já distante e sobreposto por muitos outros meses e alguns anos, duas personagens que podiam ser &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;Mathias&lt;/span&gt; e Alice ("Solidão dos números primos"), mas que não eram, talvez para esse par estejam reservadas outras palavras, outros destinos e outros momentos, deram por si num quarto. Um quarto que não era o dele nem era o quarto dela. Era um quarto de todos e ao mesmo tempo um quarto de ninguém. Por mais coisas que tivessem naquele quarto, objectos, roupas, seriam somente os momentos vividos aquilo que lhes pertencia verdadeiramente e ao qual podiam chamar "seu", de ambos e não de um só. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Naquela noite, as paredes daquele quarto transformaram-se em cenários onde tudo podia acontecer e onde certas situações poderiam ser apenas um teste ou acontecimentos reais. Eles não o sabiam e estavam apenas a desempenhar os seus papéis. Afinal de contas todos nós somos personagens a desempenhar o nosso papel nos cenários da nossa vida e também nem sempre estamos preparados para o que nos pode acontecer e temos de improvisar, temos de agir e reagir independetemente de os únicos espectadores serem o nosso coração e a nossa razão. Estes serão fiéis ao nosso papel, mesmo nos dias em que parecemos um fantoche nas mãos deles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#c0c0c0;"&gt;&lt;em&gt;Contínua em breve... (espero eu)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8690547793554614455?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8690547793554614455/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8690547793554614455' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8690547793554614455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8690547793554614455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/05/naquela-janela-i.html' title='Naquela Janela - I'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1105228712086649627</id><published>2009-05-21T00:53:00.003Z</published><updated>2009-05-21T01:29:52.656Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Quando somos um só</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nos momentos em que eu e tu somos um só, nos momentos em que todos somos um só, as coisas não têm preço, mas têm um valor. Um valor que não se quantifica, mas que se vive. Um valor através do qual nos sentimos confortáveis, seguros, sem preocupações, sem pensamentos negativos...a alma enche-se subitamente de um bem-estar que surge quase do nada e nos deixa satisfeitos. Um valor equivalente ao movimento de um conjunto de roldanas que se movem em conjunto e em conjunto alcançam o progresso devido à sua sincronia, à sua união. É o que acontece quando conseguimos estar bem connosco, estar bem com os outros, estar bem, simplesmente bem e com vontade de seguir em frente, alcançar objectivos, perseguir sonhos, traçar metas e correr na sua direcção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os mal-entendidos nascem das mais pequenas migalhas de nada e muitas vezes incham como um grão de milho afogado em óleo fervente que dá origem às mais variadas formas após explodirem. Crescem e alastram-se, ocupam todos os cantos, sufocam o ar como se estivéssemos debaixo de água a suster a respiração enquanto fosse possível. Ofensas são disparadas com flechas ardentes que não se desviam dos alvos nem fazem cerimónia quando chega a hora de causar danos. Danos, feridas que deixam cicatrizes que até o tempo tem dificuldades em fazê-las desaparecer, feridas que nunca saram definitivamente e que ficam apenas adormecidas num latejo que aprendemos a ignorar. Um latejo que faz companhia aos que se vão acumulando.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Acabando de ler a primeira parte do texto, podiamos muito bem deixar de fora a parte dos mal-entendidos porque ninguém (ou pelos menos aquelas pessoas que preocupam-se consigo e com os outros) sente a falta deles e se as coisas estão como foram descritas na primeira parte do texto, porquê mastigar migalhas envenenadas de ódio, onde sentimentos que queremos que sejam verdadeiros, que sejam os que valem a pena retribuir, são substituídos pelo oposto e tudo isso sem motivos que nem sequer têm uma bengala para se apoiarem e que caem desamparados pelo chão?!...Apatece é dar pulos em cima desses motivos até estarem mais lisos que uma folha de papel, espalmados no chão de modo verem o quão ridiculos eles eram e sempre hão-de ser. Há coisas que não têm cabimento!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/O3UAVBjUwfQ&amp;amp;hl=" fs="1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1105228712086649627?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1105228712086649627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1105228712086649627' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1105228712086649627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1105228712086649627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/05/quando-somos-um-so.html' title='Quando somos um só'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-390879369273131332</id><published>2009-05-18T02:51:00.003Z</published><updated>2009-05-18T03:06:57.597Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Pensamentos soltos I</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Vim aqui matar saudades deste espaço que tenho deixado abandonado por alguns dias....faminto de palavras, deserto de sons e vazio de sentimentos. Geralmente o que tento deixar aqui tem uma razão de ser, razão essa muitas vezes (senão sempre) ligada aos sentimentos e pensamentos (a que mais podia ser?) e o facto deste espaço andar vazio não quer dizer que não se passe nada, que não haja vida, pois essa existe. Simplesmente tem faltado aquele tempo de reflexão, aquele tempo de direccionar os pensamentos para as palavras e fazer delas algo que ganhe existência, mesmo que essa seja virtual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Algo que aprendi há uns tempos atrás, foi que, aquilo que à partida parece ser algo apenas virtual, pode não o ser, porque quando as palavras que fazem parte de um mundo digital nos dizem tanto e nos tocam verdadeiramente, elas ganham vida própria no mundo real, ganham uma forma, ganham um contexto, ganham uma existência que nos marca e que nos liga. O que seriamos nós sem essas ligações?! (sei que já deixei essa pergunta nos ar há uns &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;posts&lt;/span&gt; atrás, mas ela voltou) Penso que todos nós sentimos a necessidade de nos sentirmos ligados, de nos sentirmos unidos uns aos outros, de não sermos apenas seres individuais que vivem em grupo...  estarmos na mesma divisão da casa, no mesmo passeio da rua, na mesma fila de trânsito, nem sempre nos faz sentir unidos ...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-390879369273131332?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/390879369273131332/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=390879369273131332' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/390879369273131332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/390879369273131332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/05/pensamentos-soltos-i.html' title='Pensamentos soltos I'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1040918169677451240</id><published>2009-05-02T01:40:00.000Z</published><updated>2009-05-03T01:38:26.946Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Estaria a mentir</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os últimos tempos têm sido algo agitados. Podias pegar neles e transformar cada momento numa pedra colorida e guardar num frasco de vidro transparente. Cada cor um sentimento, cada cor uma situação, cada cor uma recordação. Esse frasco seria a minha memória, o &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;portefólio&lt;/span&gt; da minha existência. Eu olharia para esse frasco e o que é que ele me diria?! Uma infinidade de coisas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tenho a vantagem de ter este espaço ao qual posso recorrer e deixar algumas dessas pedras espalhadas, alguns fragmentos. Os que não ficam aqui, são como fogo de artificio que é lançado ao encontro das nuvens ou da lua, ao encontro de um céu que me olha e no qual posso confiar. Um fogo de artificio onde as minhas palavras assumem diversas formas, diferentes direcções, cores distintas e sons diversos. É um fogo de artificio que pode causar impacto, quer pela positiva, quer pela negativa. Mas o importante é saber que estará lá alguém atento a olhar para o céu a assistir àquilo que sinto, àquilo que digo, é esse o poder e a plenitude da partilha [que também tem sido algo que não me tem feito ficar indiferente].&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O efeito só surge depois da causa e quando nós próprios somos a causa de determinados incómodos ou imperfeições, há que reflectir, olhar para trás, procurar as pegadas e voltar a percorrer o trajecto na tentativa de perceber onde é que estavam as pedras ao longo do caminho, quando é que fomos a própria pedra, onde é que tropeçamos? Perco algum tempo a fazer isso e às vezes pergunto-me se isso valerá a pena [perder esse tempo]! Não será mais fácil pensar que, somos como somos, e percebermos que nunca poderemos agradar a todos? E que a tentativa de alcançar esse feito, iremos ficar perdidos pelo caminho e eventualmente nunca chegar a lado nenhum a não ser a becos sem saída?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;A vida é um mundo estranho que decorre num mundo complicado! Hoje resta-nos as recordações de infância, onde a palavra "preocupar" [juntamente com muitas outras] não fazia parte do dia-a-dia, o mundo dos adultos era só dos adultos e para que é que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;havíamos&lt;/span&gt; de interferir?! Em alternativa temos também o mundo dos sonhos, onde tudo pode acontecer e onde somos nós a ditar a regras novamente, sem preocupações, sem limites, sem medo do amanhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Todos nós sabemos que um dia tudo acaba, mas porque também sabemos que enquanto não vivermos o suficiente [há tanto para ver, ouvir, sentir, partilhar], temos de tentar encontrar motivos para sorrir e continuar a fazer parte desse mundo, fazer um bom papel na nossa história e na história de quem nos rodeia e para isso é importante contar com as bases mais importantes, a família e a amizade. Como é que se vive sem essas bases [cada uma com a sua importância, mas ambas imprescindíveis]?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Eu ainda não estou pronto para partir, e se nesse momento dissesse que sim [apesar de haver dias desses] estaria a mentir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;"&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Long&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;walks&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;dark&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;through&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;woods&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;grown&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;behind&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;park&lt;/span&gt;, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;asked&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;God&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;who&lt;/span&gt; I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;supposed&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;be&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;stars&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;smiled&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;down&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;on&lt;/span&gt; me, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;God&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;answered&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;in&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;silent&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;reverie&lt;/span&gt;. I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;said&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;prayer&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;fell&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;asleep&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;had&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;dream&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;That&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;could&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;fly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;from&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;highest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;tree&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;had&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;dream&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;Now&lt;/span&gt; I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;old&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;and&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;feeling&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;grey&lt;/span&gt;. I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;don&lt;/span&gt;'t &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;know&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;what&lt;/span&gt;'s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;left&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;say&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;about&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;this&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;life&lt;/span&gt; I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;willing&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;leave&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;lived&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;it&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;full&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;and&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;lived&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;it&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;well&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;there&lt;/span&gt;'s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;many&lt;/span&gt; tales I'&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;ve&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;lived&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;tell&lt;/span&gt;. I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;ready&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;now&lt;/span&gt;, I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;ready&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;now&lt;/span&gt;, I'm &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;ready&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;now&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;fly&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;from&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;highest&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;wing&lt;/span&gt;." &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MKfDwChOoHI&amp;amp;hl=" fs="1&amp;amp;color1=" color2="0x54abd6&amp;amp;border=" width="445" height="364" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#000099;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;Priscilla&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;Ahn&lt;/span&gt; - "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;Dream&lt;/span&gt;"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1040918169677451240?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1040918169677451240/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1040918169677451240' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1040918169677451240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1040918169677451240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/05/estaria-mentir.html' title='Estaria a mentir'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1192426004646948062</id><published>2009-04-29T01:02:00.005Z</published><updated>2009-04-29T02:04:12.331Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Séries'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Um Universo de Possibilidades Infinitas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;"E se essa teia invisível que nos une &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;quebrasse, acabasse...&lt;br /&gt;E depois?&lt;br /&gt;O que seria de biliões de almas solitárias e desconectadas?&lt;br /&gt;Aqui reside o maior desafio das nossas vidas.&lt;br /&gt;Descobrir, conectar...Resistir.&lt;br /&gt;Enquanto nossos corações forem puros,&lt;br /&gt;e nossos pensamentos sãos,&lt;br /&gt;seremos realmente um só,&lt;br /&gt;capazes de reparar o nosso frágil mundo,&lt;br /&gt;e criarmos &lt;strong&gt;um universo de possibilidades infinitas&lt;/strong&gt;." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;(Heroes, Volume 4)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:78%;color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;De uma forma ou de outra acabamos por estar todos ligados, envolvidos nessa grande teia de infinitas ligações, umas reais, outras imaginárias. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;No entanto, sei que esse pensamento, essa conclusão, tem os seus dias invisíveis e nesses dias não serve de muito, pois na realidade sabemos que a teia não se alastra ou resiste tanto quanto muitos de nós gostariamos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Quantas ligações ficam bloqueadas?! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Quantas se desligam com o passar do tempo?! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Quantas deixamos passar ao lado? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Quantas são mal interpretadas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;É um labirinto no qual os becos sem saída estão presentes e onde é preciso ter a capacidade de não desistir de tentar encontrar o caminho certo que não tem que ser necessariamente a saída, pois esse é o objectivo final. Assim sendo, o caminho certo seria a descoberta de novos caminhos porque enquanto houver caminho há vida, e se esse caminho for percorrido com a ajuda de quem nos ajuda e precisa da nossa ajuda, será certamente mais fácil de trilhar, de descobrir, de resistir...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Infelizmente sabemos que muitas vezes é preciso perder o que temos para dar o devido valor. Se calhar [para não dizer "Com certeza"] o mesmo acontece com os fragmentos das teias de todos nós, que enfraquecem e caiem lentamente no abismo do esquecimento. O que é que resta? A solidão?! A preciosa companhia do vazio que nos arranca das mãos a capacidade de sorrir, a capacidade de partilhar o que quer que seja?! Talvez, mas também está em nós [e naquelas pessoas que realmente estão na nossa teia, na real e não apenas imaginária] evitar que isso aconteça.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1192426004646948062?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1192426004646948062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1192426004646948062' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1192426004646948062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1192426004646948062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/um-universo-de-possibilidades-infinitas.html' title='Um Universo de Possibilidades Infinitas'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2475115860924723926</id><published>2009-04-17T19:23:00.009Z</published><updated>2009-04-17T21:42:21.615Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Transparência</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Aos olhos de quem não tem tempo nem paciência para grandes caminhadas sei que não sou feito de vidro transparente. No entanto acredito que o percurso da minha opacidade à minha transparência não seja tão longo quanto a muralha da china porque antes que essa fosse percorrida, a essência já teria sido apurada, e nessa altura sim, já era possível existir alguma transparência, mas talvez o estilo de vida dos nossos dias só permita o consumo rápido de tudo e de todos. Tudo tem que acontecer em momentos fugazes onde os juízos pré-definidos e estereotipados são o prato principal. Acaba-se por ganhar um rótulo e com esse rótulo, uma série de atributos listados e enumerados como se fizessem parte da lista das compras semanais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;O meu silêncio deixa de ser uma simples ausência de palavras e transforma-se em traços que supostamente me esboçariam numa folha da papel reciclado, amarrotado, pronto a colocar no cesto do lixo porque algo que é vazio, sem valor e altamente prejudicial ao que está em redor, eventualmente merecerá um destino desses. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;O que me dá algum alento é saber que há excepções e quem já me dedicou algum do seu tempo, através de gestos e/ou palavras, sabe que não sou opaco como uma parede e que dentro de mim não vive uma sombra fria e composta por tristeza contagiosa, mas sim uma pessoa que sente e que simplesmente nem sempre sabe como transmitir isso. Há dias em que precisamos da ajuda dos outros para conseguirmos sorrir e quem consegue dar essa ajuda sabe o quanto transparente a outra pessoa consegue ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325771309670366690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 288px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SejwyfvefeI/AAAAAAAAAV0/DS76pvESopo/s320/makingsa.gif" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2475115860924723926?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2475115860924723926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2475115860924723926' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2475115860924723926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2475115860924723926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/transparencia.html' title='Transparência'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SejwyfvefeI/AAAAAAAAAV0/DS76pvESopo/s72-c/makingsa.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5092869575925274523</id><published>2009-04-13T21:30:00.001Z</published><updated>2009-05-02T19:50:35.329Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>Centímetro</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SeOzUHbC03I/AAAAAAAAAVs/zqsvcf83VAc/s1600-h/centimetro_500.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5324296342653293426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 310px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SeOzUHbC03I/AAAAAAAAAVs/zqsvcf83VAc/s320/centimetro_500.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Era o inicio de mais um dia e eu, juntamente com as ausências repartidas pelas outras três cadeiras, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;estávamos&lt;/span&gt; a fazer companhia àquelas duas mesas juntas. Juntas como as restantes mesas do café que mais parece um corredor e por isso as mesas têm de estar acasaladas, tornando-se muitas vezes apenas uma mesa em vez de duas porque estão de mãos dadas por baixo dos seus tampos... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Será que se estivessem desviadas 1 centímetro seria diferente?! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Acredito que sim! E sei que outras pessoas também pensam o mesmo, ou pelo menos a maior parte delas porque há sempre excepções à regra, e hoje, tu foste uma dessas excepções. E foste-o porque talvez 1 centímetro não signifique nada para ti ou então porque não havia necessidade de separar as mesas porque essa separação pode ser apenas psicológica, onde um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;centímetro&lt;/span&gt; pode corresponder a um metro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;E foi assim, sentaste-te na cadeira que estaria à minha frente se não estivesse na mesa do lado e permanecemos ali em silêncio, a olhar em direcções opostas sem cruzar o olhar, talvez a pensarmos na mesma coisa ou então a pensarmos em coisas totalmente diferentes porque se calhar eu faria parte daquelas pessoas que ficaria de pé à espera de duas mesas juntas e vazias ou de duas mesas separadas por um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;centímetro, como se aquele &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;centímetro&lt;/span&gt; fosse tamanho da largura de uma rua onde passam os carros, as pessoas e todo o movimento do inicio de um novo dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5092869575925274523?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5092869575925274523/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5092869575925274523' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5092869575925274523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5092869575925274523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/centimetro.html' title='Centímetro'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SeOzUHbC03I/AAAAAAAAAVs/zqsvcf83VAc/s72-c/centimetro_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2456035520126514826</id><published>2009-04-09T21:50:00.002Z</published><updated>2009-04-10T13:58:51.688Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Na tua fiel solidão</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Olho para ti e fico a pensar que...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Está na altura de deixar de fazer o que parece ser certo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Fugir do limite das linhas rectas e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;contínuas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Percorrer livremente todos os caminhos e explorar todas as possibilidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Deixar de fazer as transições de forma suave, delicada e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;harmoniosamente perfeitas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tirar partido do impacto entre a força e leveza do gesto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Explorar novas técnicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Variar um pouco aquilo que parece seguir sempre o mesmo ritual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Porque tudo o que é repetitivo pode dar origem ao aborrecimento, ao desinteresse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mesmo que para isso seja necessário fugir da zona de segurança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Não ter medo de arriscar &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Não ter medo de falhar [já sabemos que se aprende muito com os erros]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Para algo ser bem feito, normalmente é preciso praticar e sem risco não há treino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dominar os movimentos de maneira que sejam espontâneos e ao mesmo tempo eficazes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Atingir o efeito pretendido e deixar de andar apenas em zonas planas, pobres em textura&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Olhar para ti e ver a tua transformação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Passar do vazio, do triste e frio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Para a vida, a alegria e o calor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Eu e tu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;No silêncio ou na companhia de algo agradável e inspirador...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Mas já não será hoje porque já não dá tempo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Combinei com as horas mas elas foram mais rápidas do que eu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Mas sei que amanhã continuarás à minha espera&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Apesar de saberes que te ignoro durante dias e dias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Contínuas sempre à minha espera&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#000099;"&gt;Na tua fiel solidão&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323061746703028546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sd9QdLG0UUI/AAAAAAAAAVk/TpIDzHwNfAU/s320/white_canvas.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Onde é que guardei os pincéis?!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2456035520126514826?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2456035520126514826/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2456035520126514826' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2456035520126514826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2456035520126514826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/na-tua-fiel-solidao.html' title='Na tua fiel solidão'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sd9QdLG0UUI/AAAAAAAAAVk/TpIDzHwNfAU/s72-c/white_canvas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1185036547472266172</id><published>2009-04-08T08:30:00.005Z</published><updated>2009-05-02T19:50:58.142Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rabiscos'/><title type='text'>Nas gotas do orvalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sdx_25rADUI/AAAAAAAAAVU/IfZTtYCBD9E/s1600-h/na+Gota+do+orvalho_500.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322269440815926594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 312px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sdx_25rADUI/AAAAAAAAAVU/IfZTtYCBD9E/s320/na+Gota+do+orvalho_500.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dentro de todos nós existe uma fonte que liberta sentimentos&lt;br /&gt;Sabemos isso como também sabemos de onde vem a chuva&lt;br /&gt;Independentemente do estado em que se encontram&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Quando entram em acção&lt;br /&gt;Ambos conseguem fazer coisas grandiosas&lt;br /&gt;E&lt;br /&gt;Ambos conseguem criar o caos, ou o que isso pode significar&lt;br /&gt;Mas o melhor, é conseguir ver o reflexo do nascer do sol&lt;br /&gt;Nas gotas do orvalho da noite,&lt;br /&gt;Grandiosas em todo o minúsculo espaço que ocupam&lt;br /&gt;Nesse mundo gigante&lt;br /&gt;Que cada vez está mais fora do nosso alcance, do nosso controle&lt;br /&gt;Onde catástrofes acontecem todos os dias&lt;br /&gt;Umas mais devastadoras do que outras é certo&lt;br /&gt;Mas todas altamente destrutivas&lt;br /&gt;Levando consigo vidas, famílias, histórias de vida, anos de luta…&lt;br /&gt;Deixando no ar a poeira da destruição&lt;br /&gt;Que lentamente se deita sobre o chão em lençóis de dor&lt;br /&gt;À espera que aqueles que ficaram&lt;br /&gt;Ainda tenham de sofrer +&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#993300;"&gt;...Mas depois disso tudo, há ainda quem diga que isso é como passar um fim de semana num parque de campismo, ao ar livre, ao relento. Há pessoas que não medem as palavras que dizem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1185036547472266172?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1185036547472266172/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1185036547472266172' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1185036547472266172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1185036547472266172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/nas-gotas-do-orvalho.html' title='Nas gotas do orvalho'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sdx_25rADUI/AAAAAAAAAVU/IfZTtYCBD9E/s72-c/na+Gota+do+orvalho_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1175473181109619577</id><published>2009-04-01T16:45:00.006Z</published><updated>2009-05-02T19:49:19.926Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Textos'/><title type='text'>Mia Coutro - Fui Sabendo de Mim</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SdOcEROi2LI/AAAAAAAAAVM/pL1EaWgFPrI/s1600-h/dt.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319767182012504242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SdOcEROi2LI/AAAAAAAAAVM/pL1EaWgFPrI/s320/dt.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje faço das palavras de alguém as minhas palavras e porque elas por vezes são como sequências de cruzamentos, não são precisas muitas para nos dividirmos em múltiplas direcções, escolhas, umas mais correctas do que outras, mas no final todas são importantes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Porque é que há um dia para dizer mentiras?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Fui sabendo de mim&lt;br /&gt;por aquilo que perdia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pedaços que saíram de mim&lt;br /&gt;com o mistério de serem poucos&lt;br /&gt;e valerem só quando os perdia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fui ficando&lt;br /&gt;por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;umbrais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;aquém do passo&lt;br /&gt;que nunca ousei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu vi&lt;br /&gt;a árvore morta&lt;br /&gt;e soube que mentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Mia Couto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1175473181109619577?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1175473181109619577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1175473181109619577' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1175473181109619577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1175473181109619577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/04/mia-coutro-fui-sabendo-de-mim.html' title='Mia Coutro - Fui Sabendo de Mim'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SdOcEROi2LI/AAAAAAAAAVM/pL1EaWgFPrI/s72-c/dt.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1462068705171086091</id><published>2009-03-28T12:30:00.000-01:00</published><updated>2009-03-28T12:40:51.575-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Earthquake</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sc4olO_R8kI/AAAAAAAAAVE/bjo_zexdf0c/s1600-h/epicenter-of-the-loma-prieta-earthquake-juliet-mevi-shiflett.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318232830114918978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 244px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sc4olO_R8kI/AAAAAAAAAVE/bjo_zexdf0c/s320/epicenter-of-the-loma-prieta-earthquake-juliet-mevi-shiflett.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;De um momento para o outro foi como se sentisse um tremor de terra, a morte da imobilidade, o chão parecia falhar e balançar debaixo dos meus pés como se estivesse tudo dentro de um baloiço gigante, e por mais que tentasse estar quieto, eu sabia que era tempo perdido. As paredes embalavam-se mutuamente e o tecto fazia companhia ao movimento do chão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Apesar de toda esta agitação, todo esse frenesim, eu ouvia somente o silêncio, o silêncio proveniente do poderoso som das palavras que se sobreponham umas às outras como se fossem ganhando velocidade e perdendo controle e ao mesmo tempo a ganharem dimensões cada vez maiores. Até que elas esgotaram-se e apercebi-me que afinal estava tudo imóvel à minha volta, e o terramoto, era apenas eu a tentar lidar com o impacto, um impacto que não é o de acidente rodoviário, é um impacto que não sei descrever. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Agora que a tempestade vai passar e resta esperar que depois chegue a bonança [como costumam dizer] para voltar a arrumar as palavras que se espalharam e que agora flutuam e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;balançam&lt;/span&gt; como se fossem as penas de uma almofada rasgada.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não sei quanto tempo demorará a poeira a abater-se sobre o chão e o que fazer a seguir? Colocar simplesmente um tapete por cima e fica tudo arrumado ou varrer e limpar tudo de maneira que fique tudo como novo, como se nada tivesse acontecido e ser tudo parte de algo imaginário, abstracto, um momento no tempo.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A medida que o tempo vai passando vou sentindo pequenas réplicas e tento ignorá-las porque apesar de não terem tanta intensidade, elas fazem estremecer. Não quero ver a formação de fissuras porque não quero que fiquem &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;vestígios&lt;/span&gt; desse terramoto, quero olhar para o que me rodeia e sentir a serenidade. &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Dizem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que o tempo pode ser um óptimo amigo, vou contar com a ajuda dele, ou não fosse ele o único que não é capaz de parar ou voltar atrás, ele segue sempre em frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1462068705171086091?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1462068705171086091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1462068705171086091' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1462068705171086091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1462068705171086091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/earthquake.html' title='Earthquake'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sc4olO_R8kI/AAAAAAAAAVE/bjo_zexdf0c/s72-c/epicenter-of-the-loma-prieta-earthquake-juliet-mevi-shiflett.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4110301627616032390</id><published>2009-03-22T01:26:00.004-01:00</published><updated>2009-03-22T02:04:01.842-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Contradições</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/ScWqkfMCSxI/AAAAAAAAAU8/Bno99eH1icI/s1600-h/Contradictions.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315842479004732178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/ScWqkfMCSxI/AAAAAAAAAU8/Bno99eH1icI/s320/Contradictions.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Sentado no meio do nada encontro-me a vaguear na ansiedade de querer viver tudo e não querer viver nada ao mesmo tempo. Na inquietude de querer ter um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;álbum&lt;/span&gt; de páginas ilimitadas e nele guardar um areal de recordações e ao mesmo tempo ter uma sebenta repleta de páginas em branco sem o mais pequeno rabisco. No desassossego de querer recordar o dia de ontem, mas querer chegar ao dia de amanhã e não querer recordar o dia de hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;No silêncio e no calor do meu canto eu encontro a paz, a tranquilidade e o controle que me faz sentir bem, mas sei que tudo isso é relativo e temporário, porque basta olhar através da mais pequena brecha para ver e ouvir o verdadeiro som da realidade, o turbilhão de actos, palavras e sentimentos que me ultrapassam. Fico com vontade de fugir para o calor de uma fogueira no interior de uma caverna e limitar-me a ficar ali sentado a olhar para a dança das sombras nas suas paredes irregulares até adormecer e esquecer os problemas em vez de vaguear nas contradições que não servem para nada a não ser atirar-nos para um poço de areias movediças que nos atrofiam os movimentos e nos obrigam a procurar energias para não nos afundarmos na sua ferocidade disfarçada. Acobardar-nos e ignorar a realidade pode ser mais fatal do que ser mal sucedido ao longo da caminhada, mas mesmo sabendo isso nem sempre há vontade para fazer o que parece certo, o que parece ser a solução e quando é assim não sei...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4110301627616032390?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4110301627616032390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4110301627616032390' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4110301627616032390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4110301627616032390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/contradicoes.html' title='Contradições'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/ScWqkfMCSxI/AAAAAAAAAU8/Bno99eH1icI/s72-c/Contradictions.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-3121743066387367010</id><published>2009-03-20T20:00:00.001-01:00</published><updated>2009-03-20T20:23:02.853-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Muro</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O meu olhar perde-se nos tons de amarelo e vermelho [e por consequência nos de laranja também] de mais um por-do-sol e imagino que estou na minúscula janela daquele moinho que visto à distância, se funde no resto de tudo o que o rodeia, como se ele fizesse parte daquele conjunto e assim fosse permanecer para sempre, não passando tudo de uma sombra à frente do calor daquelas cores. Há já algum tempo que as hélices, ou pás, daquele moinho se desprenderam do vento e estão agora &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;jungidas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; até a&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;o&lt;/span&gt; último sopro do meu estado de espírito, do meu coração. Por esse motivo, o seu movimento tem sido inconstante e imprevisível. Ora está sereno como o leve abanar de uma espiga de trigo, ora está agitado como um cata-vento num dia de Inverno. Quando não estou lá, estou no mundo real a tentar enfrentar as contradições daquilo que tem de ser, daquilo que deve ser e daquilo que eu gostaria que fosse, e por momentos, o meu caminho parece ser abruptamente interrompido por um enorme muro que me diz ser amigo ou inimigo, como se ficasse ao meu critério decidir o que pensar acerca da razão da sua existência. Tentar trepá-lo não vale a pena porque não tenho onde me agarrar e creio que não possuo capacidades de alpinista... Além disso não sei o que está no seu topo ou o que encontrarei se quando descer no outro lado, talvez fosse apenas encontrar novelos de arame farpado ou pedaços de vidro estilhaçados e com os dentes à mostra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Enfim, apesar de os dias, as semanas ou os meses não parecerem estarem a ser longos, hoje fica aqui "It's been a long day" de Rosi Golan porque por vezes a monotonia assume proporções inversas às do tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ym3uCDVWKfI&amp;amp;hl=" fs="1&amp;amp;rel=" color1="0x006699&amp;amp;color2=" border="1" width="445" height="364" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-3121743066387367010?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/3121743066387367010/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=3121743066387367010' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3121743066387367010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/3121743066387367010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/muro.html' title='Muro'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-719373806344404219</id><published>2009-03-15T01:15:00.003-01:00</published><updated>2009-03-15T01:38:58.846-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Séries'/><title type='text'>O regresso do respiradouro</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje deixo aqui mais uma das excelentes cenas desta série [mesmo que aquilo que esteja por detrás das imagens seja algo triste]. E para quem a acompanha não será necessário fazer grandes comentários acerca desse já conhecido respiradouro e o seu significado. Agora, quando o respiradouro já parecia estar um pouco esquecido, eis que ele surge novamente como se fosse um toque de mestre, e tal como a cena mostra, nem sempre são precisas palavras para percebermos o que nos querem dizer ou para fazermos os outros perceberem o que queremos dizer. Eu pessoalmente tenho tendência em fazer perder as palavras que tenho e já o faço quase inconscientemente, é como se as encontrasse dentro de mim e não conseguisse fazer nada com elas porque não arranjo maneira de as tirar do meio da confusão, quase ao ponto de me engasgar com elas. É como se estivesse a comer uma ameixa e a pevide ficasse presa na minha garganta. Um respiradouro era capaz de ser o que faltava para fazer as palavras verem a luz do dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/j0KwV3AfdA4&amp;amp;hl=" width="480" height="295" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" fs="1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mesmo sabendo que o meu silêncio por vezes não é mais do que uma solução para evitar a tempestade que pode estar a caminho, sei que muito provavelmente é uma solução temporária. As nuvens aguentam &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;muita&lt;/span&gt; água, mas chega o dia em que elas estão sobrecarregadas e não aguentam mais, libertando assim tudo o que suportaram ao longo do tempo, libertando os seus sentimentos em forma de tempestade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-719373806344404219?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/719373806344404219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=719373806344404219' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/719373806344404219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/719373806344404219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/o-regresso-do-respiradouro.html' title='O regresso do respiradouro'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1576370394779842059</id><published>2009-03-14T16:36:00.003-01:00</published><updated>2009-03-14T17:04:59.632-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inconsciente'/><title type='text'>Seis no Quarto</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sbvxn37g_7I/AAAAAAAAAUk/zYOUUW3qi-s/s1600-h/ppself-AStanczyk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313105852744400818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 253px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sbvxn37g_7I/AAAAAAAAAUk/zYOUUW3qi-s/s320/ppself-AStanczyk.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Eram seis pessoas num quarto, mais precisamente três casais, amigos e familiares, [não vou falar de nada relacionado com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;"swingers"&lt;/span&gt; nem nada do género, aliás, nem sei bem do que vou falar] e até que não sei muito acerca daquele quarto ou de como foram ali parar e porque motivo estavam reunidos. Eram um quarto comum, tinha quatro paredes, como a maioria dos que conhecemos, mas nem sei qual era a cor delas, talvez um verde azeitona com riscas amarelas escuras. Naquele quarto reinava o silêncio, e as pessoas, umas sentadas no chão, outras na cama ou numa cadeira, por vezes trocavam o olhar quando não estavam concentradas na pequena televisão que não passava nada de interessante, talvez algum filme que já dera na televisão diversas vezes e que agora não despertava interesse. Eram pessoas que se viam algumas vezes e outras que se conheciam, mas não se viam. Não sabiam o que dizer e limitavam-se a estar unidos por uma caixa com luz e som...era uma oportunidade desperdiçada, tempo mal aproveitado. Talvez estivesse um bonito dia lá fora, propício para um passeio e para dialogar, contudo pareciam estar presos naquele silêncio cortante e frio, como se alguém ordenasse que assim fosse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Por vezes o nosso inconsciente prega-nos partidas dessas, que nos deixam a divagar ao longo de pensamentos sem sentido, a reviver momentos que nunca vivemos sequer...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1576370394779842059?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1576370394779842059/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1576370394779842059' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1576370394779842059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1576370394779842059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/seis-no-quarto.html' title='Seis no Quarto'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/Sbvxn37g_7I/AAAAAAAAAUk/zYOUUW3qi-s/s72-c/ppself-AStanczyk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-4835426457460366004</id><published>2009-03-12T23:30:00.000-01:00</published><updated>2009-03-13T00:04:39.385-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Forever Young</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Gosto da versão original [dos Alphaville], mas esta versão [dos Youth Group] não lhe fica nada atrás e sabe bem ouvir esta versão num ritmo que flui descontraidamente, quase num tom de reflexão. Neste momento, o som desta música faz-me imaginar como se tivesse eu passado a noite inteira aos pulos e pela manhã me encontrasse estafado e num estado de êxtase com um sorriso de satisfação. É estar no topo de uma montanha e ver o sol a brilhar e sentir o seu calor, saber que os objectivos haviam sido alcançados, os sonhos realizados, as amizades construidas...então isso seria como ser sempre novo, independentemente da idade e dos dias que faltassem. Podia simplesmente correr e levantar voo e sentir a adrenalina de viver cada minuto a mais e saber que cada segundo já era para mim, um bónus. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rQi8wEHMm5Y&amp;amp;hl=" fs="1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;color:#333399;"&gt;Let's dance in style let's dance for a while,&lt;br /&gt;Heaven can wait we're only watching the skies,&lt;br /&gt;Hoping for the best but expecting the worst,&lt;br /&gt;Are you gonna drop the bomb or not?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let us die on let us live forever,&lt;br /&gt;Don't have the power but we never say never,&lt;br /&gt;Sitting in the sandpit life is a short trip,&lt;br /&gt;Music's for the sad man&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Can you imagine when this race is run,&lt;br /&gt;Turning up our faces into the sun,&lt;br /&gt;Praising our leaders getting in tune,&lt;br /&gt;Music's played by the mad man&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forever young, I want to be forever young,&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever forever,&lt;br /&gt;Forever young, I want to be forever young,&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever, forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some are like water Some are like the heat,&lt;br /&gt;Some are melodies Some are the beat,&lt;br /&gt;Sooner or later they'll all be gone,&lt;br /&gt;Why don't they stay on?&lt;br /&gt;It's hard to get without a cause,&lt;br /&gt;I don't want to perish like a fading voice,&lt;br /&gt;Youth is like diamonds in the sun,&lt;br /&gt;And diamonds are forever,&lt;br /&gt;So many adventures couldn't happened today,&lt;br /&gt;So many songs that we forgot to play,&lt;br /&gt;So many dreams swimming out in the blue,&lt;br /&gt;Let them come true&lt;br /&gt;Forever young I want to be forever young,&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever, forever&lt;br /&gt;Forever young, I want to be forever young,&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever, forever&lt;br /&gt;Forever young, I want to be forever young,&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever, forever&lt;br /&gt;Forever young, I want to be forever young&lt;br /&gt;Do you really want to live forever?&lt;br /&gt;Forever, forever...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-4835426457460366004?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/4835426457460366004/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=4835426457460366004' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4835426457460366004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/4835426457460366004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/forever-young.html' title='Forever Young'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6061263227207115531</id><published>2009-03-10T20:26:00.002-01:00</published><updated>2009-03-10T20:31:17.857-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estados de Espírito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Re-vivências</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SbbbQxr3zsI/AAAAAAAAAUc/KzEf0B-k9LA/s1600-h/ink_chinese_water.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311673891791818434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 232px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SbbbQxr3zsI/AAAAAAAAAUc/KzEf0B-k9LA/s320/ink_chinese_water.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como se eu tivesse uma torneira que de vez em quando se abre e deixa correr lentamente uma água que não sei de onde vem nem o que contém, sinto-me a ser invadido pelas suas ramificações que se alastram ao longo do meu pensamento, deformando sentimentos e pensamentos, e reformulando o meu estado de espírito, deixando nada mais nada menos que uma inquietação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É uma espécie de revolta que visa visitar certas memórias e revivê-las de forma diferente, como se eu pudesse viajar no tempo e estar presente novamente naqueles momentos e neles fazer coisas que não fiz, dizer coisas que não disse, ser quem não fui. Mas já sabemos que isso é assim, é sempre mais fácil falar do que partir para a acção, e mais fácil ainda, é falar das coisas depois de elas acontecerem. Revivo aqueles momentos com a força da realidade que compõe o ar que respiro nesse momento, sendo quase possível substituir as vivências reais por essas vivências imaginárias e fundamentadas em objectos do imaginário e ilusório. Sei que isso seria um erro porque viver memórias é algo que se faz na companhia de mais ninguém e expor a quem me rodeia um estado de espírito proveniente da dessas reminiscências pode parecer no mínimo estranho ou constrangedor para ambas as partes.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;É como estar à procura de respostas num imenso mar sem água, sem fundo e sem reflexo, por onde vagueia ao acaso, distorcendo vontades e objectivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6061263227207115531?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6061263227207115531/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6061263227207115531' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6061263227207115531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6061263227207115531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/re-vivencias.html' title='Re-vivências'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SbbbQxr3zsI/AAAAAAAAAUc/KzEf0B-k9LA/s72-c/ink_chinese_water.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5604221057977248529</id><published>2009-03-01T13:01:00.008-01:00</published><updated>2009-03-01T13:44:35.861-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Nas asas da liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaqfBvGBsII/AAAAAAAAAUU/9oMbAs9XzyM/s1600-h/ceu.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308229962979979394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaqfBvGBsII/AAAAAAAAAUU/9oMbAs9XzyM/s320/ceu.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O vosso destino estava nas minhas mãos, na minha vontade e ao mesmo tempo na minha indecisão. Será que iriam saber ser livres? Essa não era a vossa realidade e o mundo da liberdade pode ser um mundo selvagem, com inúmeras adversidades que nunca vos passou pela frente porque eu dava-vos tudo, menos a liberdade. Mas devido à minha indecisão e à incógnita do vosso futuro, que prefiro que tenha sido decidido por mim em vez de o ser por mãos alheias, fico mais satisfeito saber que eu tomei a decisão de vos libertar...de vos libertar, de vos ver partir juntos na mais bela coreografia de um &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;voo&lt;/span&gt;...mais longo do que vocês alguma vês conseguiram imaginar ou experimentar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A liberdade era algo tão estranho para vocês que nem sequer eram capazes de se manterem de pé, deixaram-se ficar deitados de lado, assustados, simplesmente a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;contemplar&lt;/span&gt; a imensidão do enorme céu azul que estava sobre vocês e foi como se os vossos olhos fossem um balão que se foi enchendo de alegria à medida que se apercebiam que aquele era mesmo o céu verdadeiro. Quando o balão se encheu de tanta alegria, foi como se a vossa alegria se tivesse transformado em energia, energia essa que vocês usaram para se porem de pé e de seguida bateram as asas como se &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;aquele&lt;/span&gt; fosse o momento que tanto ansiavam ao longo da vossa vida...e então partiram, partiram nas asas da liberdade, talvez em busca da Primavera que não há-de tardar a chegar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5604221057977248529?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5604221057977248529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5604221057977248529' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5604221057977248529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5604221057977248529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/03/nas-asas-da-liberdade.html' title='Nas asas da liberdade'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaqfBvGBsII/AAAAAAAAAUU/9oMbAs9XzyM/s72-c/ceu.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8984957886405842248</id><published>2009-02-28T23:30:00.005-01:00</published><updated>2009-05-02T19:52:43.674Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estados de Espírito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><title type='text'>Adeus por agora</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaoEgew7mpI/AAAAAAAAAUM/-kL-9hKVmDM/s1600-h/247.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308060066870172306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaoEgew7mpI/AAAAAAAAAUM/-kL-9hKVmDM/s320/247.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Há textos que tendem a ser mais do que um conjunto de palavras e frases, e que, por algum motivo a eles associados, são capazes de se transcender a si próprios e de se transformarem numa homenagem, num abraço e num Adeus, num &lt;strong&gt;Adeus por agora&lt;/strong&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Isto porque chegou a tua hora de partir e infelizmente não foi possível ficares connosco mais tempo. Nós não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;sabíamos&lt;/span&gt;, mas tu sabias, que a última visita que nos fizeste há algum tempo atrás era a tua visita de despedida e porque não &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;sabíamos&lt;/span&gt; dissemos Adeus por agora...porque contavas estar contigo novamente, rir, brincar, falar, etc. Mas foi um Adeus por agora...P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;orque&lt;/span&gt; a qualquer minuto sabemos que podemos estar contigo a reviver a imensas boas recordações dos inúmeros bons momentos que nos proporcionaste...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os dias estão a passar, mas é como se a realidade ainda não tivesse despertado para um novo dia porque é uma realidade &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;difícil&lt;/span&gt; de encarar e todas aquelas pessoas que estão a sentir isso nesse momento sabem exactamente o que isso é, o quanto isso é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;difícil&lt;/span&gt;, o quanto é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;difícil&lt;/span&gt; abafar a dor silenciosamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Certamente que há muita gente que gostaria de te &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;agradecer&lt;/span&gt; mais uma vez pela amizade que foste capaz de oferecer e a amizade que foste capaz de receber. Amizade que sempre tentaste transformar em momentos de alegria, fazendo com que a tristeza não tivesse importância porque viver a vida com base nas tristezas não era maneira de viver, assim como viver sem arriscar era o mesmo que não estar a viver, era o mesmo que não estar a sentir a vida, era o mesmo que estar só e apesar de teres estado algum tempo sozinho, por circunstâncias da vida, a verdade é que nunca estiveste só, e nós, tal como tu, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;sabíamos&lt;/span&gt; disso e se calhar essa era a tua fonte de energia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;A mais pequena pedra e a mais pequena gota do oceano há-de se lembrar de ti, da tua presença e do teu sorriso, mesmo que o teu olhar estivesse triste o teu sorriso estava lá. Mas não faz mal porque estarás sempre connosco e isso é somente um &lt;strong&gt;Adeus por agora&lt;/strong&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GoYDNsJHY-k&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" fs="1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8984957886405842248?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8984957886405842248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8984957886405842248' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8984957886405842248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8984957886405842248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/adeus-por-agora.html' title='Adeus por agora'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaoEgew7mpI/AAAAAAAAAUM/-kL-9hKVmDM/s72-c/247.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-8051772989362773609</id><published>2009-02-24T13:20:00.005-01:00</published><updated>2009-02-24T13:40:14.164-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Gira-discos</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaQGTxxhEGI/AAAAAAAAAT8/Kp1nZSdd-nc/s1600-h/gira+discos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306373197797593186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaQGTxxhEGI/AAAAAAAAAT8/Kp1nZSdd-nc/s320/gira+discos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Um amigo dizia-me que a vida era como um gira-discos, que tanto tocava como de repente podia parar de tocar... Claro que essa afirmação teve a sua razão de ser expressada e depois de parecer estar a navegar num mar revoltado [de emoções] lembrei-me novamente dela e o quão certa ela estava e permaneci alguns minutos no silêncio a pensar nela enquanto os olhos ardiam. Nesse momento navego num mar mais calmo e as palavras que tinha para deixar aqui ficaram espalhadas ao longo do mar devido à força das ondas. Depois, quando for a altura certa, terei oportunidade de as recolher e fazer delas aquilo que elas merecem porque não serão palavras saídas da ponta dos dedos, mas sim do coração, se possível sem interferências.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mas é assim, a vida é como um gira-discos e cada um de nós é um que gira em cima de outro enorme que engloba todos nós e por isso há uns que estão interligados de muitas formas e com diferentes intensidades. Quando o gira-discos de alguém, que gira no nosso coração, pára definitivamente, o nosso fica descontrolado, começa a saltar, pausando momentaneamente ficando com riscos gravados nas suas pistas e que não serão apagados, para depois voltar a tocar porque a vida [que tantas vezes nos parece injusta] continua, mesmo que a música seja outra...e hoje a minha música é melódica e triste.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-8051772989362773609?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/8051772989362773609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=8051772989362773609' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8051772989362773609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/8051772989362773609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/gira-discos.html' title='Gira-discos'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SaQGTxxhEGI/AAAAAAAAAT8/Kp1nZSdd-nc/s72-c/gira+discos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2920809302982610883</id><published>2009-02-19T00:30:00.001-01:00</published><updated>2009-02-19T17:26:07.878-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Esperar pelo dia seguinte</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZ05ERfi3XI/AAAAAAAAAT0/O_ad-vfaRzI/s1600-h/3003614500_1b006465c4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304458681690283378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZ05ERfi3XI/AAAAAAAAAT0/O_ad-vfaRzI/s320/3003614500_1b006465c4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Lembro-me daqueles dias. Aqueles dias que podia esquecer, mas que não se conseguem esquecer porque deixam cicatrizes que apesar de não serem visíveis, não deixam de existir e de libertar a sua dor de vez em quando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Tu eras tu, mas ao mesmo tempo estavas perdida no teu interior, sem rumo, sem destino e sem luz. Afinal tu não eras tu naqueles dias, eras alguém que eu desconhecia. Via-te muitas vezes e convivia contigo várias vezes, mas continuava a desconhecer-te, eras estranha e irreconhecível, parecias egoísta. Os dias... aqueles dias eram longos, monótonos e destrutivamente repetitivos e eu tinha uma idade que não era a minha porque tinha de ser adulto sem saber como. Eram dias sem vida, dias em que as plantas morriam nos vasos como se o Inverno vivesse escondido naquela terra, revolvendo tempestades que tiravam a vida a tudo que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tocasse&lt;/span&gt; na sua cor. Elas, as plantas, morriam porque era a sua forma de encontrarem descanço. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Que caminhos percorreste? Encontraste alguém? Com quem falavas? Quem era esse alguém que te fazia mentir, que fazia afastares-te de nós e independentemente do esforço que &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;fizéssemos&lt;/span&gt; parecias cada vez mais distante, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;difícil&lt;/span&gt; de alcançar... perdias-te no nevoeiro daquela rua fria e húmida e tinhamos que esperar pelo dia seguinte até regressares para perto de nós e sentires que havia muito mais vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2920809302982610883?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2920809302982610883/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2920809302982610883' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2920809302982610883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2920809302982610883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/esperar-pelo-dia-seguinte.html' title='Esperar pelo dia seguinte'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZ05ERfi3XI/AAAAAAAAAT0/O_ad-vfaRzI/s72-c/3003614500_1b006465c4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-7147180070240832857</id><published>2009-02-17T00:01:00.006-01:00</published><updated>2009-02-17T10:02:22.041-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Naqueles momentos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZnGgpRikoI/AAAAAAAAATs/9sMxFQMbcqM/s1600-h/lava_river_500.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303488300343005826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZnGgpRikoI/AAAAAAAAATs/9sMxFQMbcqM/s320/lava_river_500.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;São lágrimas que deslizam como se fossem percursos de &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;lava&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Destruíndo silenciosamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queimam e arrefecem.&lt;br /&gt;Queimam a face, mas arrefecem a dor.&lt;br /&gt;Dilaceram a pele, mas vazam a dor, vazam a ofensa, vazam os pedaços de vidro que ferem as palmas das minhas mãos quando não há qualquer reflexo&lt;br /&gt;Um reflexo em forma de imagem,&lt;br /&gt;Um reflexo um forma de fuga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Naqueles momentos...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#000099;"&gt;momentos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;(uma das palavras que ao ser repetida começa a soar de forma estranha)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Momentos em que não sou ninguém,&lt;br /&gt;Momentos em que não sou nada,&lt;br /&gt;Não sou um som, não tenho cor e não tenho forma,&lt;br /&gt;Sou invisível e da minha sombra não emana qualquer cheiro,&lt;br /&gt;Mas o meu olhar está ali, alinhado com o meu coração,&lt;br /&gt;Juntos perseguem pontos no vazio, alinham-se nos riscos paralelos das vigas do tecto que reflectem a luz e seguem os contornos dos quadrados que estão no chão, imersos em formas irregulares e cansados de serem pisados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Naqueles momentos...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Momentos em que fico cansado,&lt;br /&gt;O meu olhar foge e leva consigo o meu pensamento&lt;br /&gt;Por vezes vêm aqui parar&lt;br /&gt;Como se tivessem palavras para partilhar&lt;br /&gt;Depois regressam ao ponto de partida&lt;br /&gt;À indefinição dos minutos que passam até que uma voz me desperte&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-7147180070240832857?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/7147180070240832857/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=7147180070240832857' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7147180070240832857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/7147180070240832857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/naqueles-momentos.html' title='Naqueles momentos'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZnGgpRikoI/AAAAAAAAATs/9sMxFQMbcqM/s72-c/lava_river_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-5952671023417117259</id><published>2009-02-16T18:42:00.000-01:00</published><updated>2009-02-16T18:42:23.468-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Outro mundo...ou simplesmente uma versão diferente</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZlk7mck1KI/AAAAAAAAATk/fA6LUrAF3J0/s1600-h/519101.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303381011300930722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZlk7mck1KI/AAAAAAAAATk/fA6LUrAF3J0/s320/519101.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;As horas passam-se e o dia prepara-se para entrar na sua fase nostálgica, na suposta fase do silêncio em que os sentimentos começam a flutuar como bolhas de ar. Mas os dias não são todos iguais, e as noites muito menos, e é tudo uma questão de circunstâncias, de variantes e condicionantes que nos fazem enfrentar novas situações, ou não tão novas quanto isso, porque sabemos que existem, simplesmente não as experimentamos ou presenciamos na primeira pessoa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Como se eu vivesse num mundo à parte e agora tivesse feito uma visita a um outro mundo, que afinal era o meu, e tudo por causa do dia que era e a hora que era, dei-me conta que certos aspectos durante o dia estão escondidos sorrateiramente entre o resto dos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;edifícios&lt;/span&gt; da cidade, olhos fechados, boca fechada, nem uma palavra nem um pestanejar. Estão adormecidos como se estivessem a recuperar energias para mais tarde germinar, sem incomodarem e sem quererem ser incomodados. Quando a hora do recolher já está cansada de ter ter chegado, e os &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;edifícios&lt;/span&gt; que estiveram acordados durante o dia, começam agora a adormecer, os outros ganham vida, mostrando toda a sua pujança, reclamando o seu espaço e o seu direito de viver e fazer viver. Nesse passeio nocturno passei despercebido no meio da multidão, escutei outros sons, analisei as luzes e as cores, fiz um "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;scan&lt;/span&gt;"&lt;/span&gt; a meia-dúzia de rostos na expectativa de reconhecer algum, não reconheci nenhum, e lá continuei o passeio, a visita, e nas várias ruas onde deixei as minhas pegadas, a situação foi mais ou menos idêntica, mais rostos, mais sons, mais imagens, a mesma vida, a mesma energia...diferente das horas e dos dias que eu melhor conhecia. Por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;onde&lt;/span&gt; andei eu ao longo desse tempo que se passou? O que é que perdi? O que é que ganhei? Que mundo é esse que desconheço?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-5952671023417117259?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/5952671023417117259/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=5952671023417117259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5952671023417117259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/5952671023417117259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/outro-mundoou-simplesmente-uma-versao.html' title='Outro mundo...ou simplesmente uma versão diferente'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZlk7mck1KI/AAAAAAAAATk/fA6LUrAF3J0/s72-c/519101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-1151238835755102707</id><published>2009-02-12T20:46:00.003-01:00</published><updated>2009-02-14T14:57:08.239-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>14 Fevereiro</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZbnX-b_XPI/AAAAAAAAATc/JfwWSZCfcLk/s1600-h/rose_heart_500.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302680010358742258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZbnX-b_XPI/AAAAAAAAATc/JfwWSZCfcLk/s320/rose_heart_500.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje é aquele dia que, como tantos outros ao longo do ano, é suposto servir de pretexto para qualquer coisa, sobretudo para o consumismo, é o dia em que se diz "Love is in the air"! Não é preciso chegar ao dia 14 de Fevereiro para se mostrar provas de um amor, provas daquilo que se sente, pois se no dia 13 ou 15 de Fevereiro não se souber isso, então foi tempo perdido e dinheiro mal gasto. Como não costumo ter atitudes extremistas, ao ponto de cancelar ou ignorar todas as datas que ocorrem em longo do ano e que servem para assinalar o dia de qualquer coisa, deixo-me levar um pouco pelo sentimento comum e ir com a maré, embora sempre com um pé atrás porque não sou muito apologista de dizer, fazer ou pensar só porque os outros o fazem. Mas como todos nós temos defeitos e virtudes, não me cabe a mim fazer juízos, somente me limito a expressar a minha opinião. Por isso, que o amor que se possa sentir hoje, que possa ser dado e recebido hoje, seja repartido pelos restantes dias do ano, repartido tanto pela cara-metade de cada um, como por aquelas pessoas que também têm um lugar no nosso coração e que por vezes ficam na sombra. A amor, quando existe, é grande e forte o suficiente para nos guiar até onde nunca pensamos chegar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Sigur Ros-Salka&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FJSjG6GegMI&amp;amp;hl=" fs="1" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-1151238835755102707?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/1151238835755102707/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=1151238835755102707' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1151238835755102707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/1151238835755102707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/14-fevereiro.html' title='14 Fevereiro'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZbnX-b_XPI/AAAAAAAAATc/JfwWSZCfcLk/s72-c/rose_heart_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-9155077562198582205</id><published>2009-02-10T23:55:00.001-01:00</published><updated>2009-02-10T23:58:34.784-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Sonhar para viver</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZIicAYn0OI/AAAAAAAAATU/fJ9MIBOgweE/s1600-h/river-of-stars.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301337575903449314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZIicAYn0OI/AAAAAAAAATU/fJ9MIBOgweE/s320/river-of-stars.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Num sonho, fecho os olhos e olho para as estrelas como se estivessem mesmo ali, na almofada, e vejo que nelas correm rios ofegantes que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;desaguam&lt;/span&gt; no infinito e que eventualmente deixarão de existir, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;desistindo&lt;/span&gt; ao longe no seu toque silencioso, delicado e quase inexistente. Extinguem-se no adormecer cansado e rendido a mais um dia que culmina num furacão de sentimentos vindos do nada, como o metro que passa na estação, aparece e desaparece, traz um sinal de luz e ao mesmo tempo leva-a consigo, deixando apenas a escuridão, o vazio. A fadiga de mais uma batalha sem repostas, armaduras quebradas, escudos rachados, espadas perdidas. Um céu que se fecha e condensa o ar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Pode-se dizer que se vive para sonhar ou que se sonha para viver...qualquer uma das hipóteses tem o seu quê de verdade, mas neste momento é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;difícil&lt;/span&gt; encontrar o ponto de &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;equilíbrio&lt;/span&gt; entre elas e uma coisa é certa, vive-se para ver e sentir aquilo em que acreditamos, apesar de muitas vezes isso se tornar &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;difícil&lt;/span&gt; tendo em conta os dias que correm.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-9155077562198582205?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/9155077562198582205/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=9155077562198582205' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9155077562198582205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/9155077562198582205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/sonhar-para-viver.html' title='Sonhar para viver'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SZIicAYn0OI/AAAAAAAAATU/fJ9MIBOgweE/s72-c/river-of-stars.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-6444206698160950196</id><published>2009-02-04T19:30:00.002-01:00</published><updated>2009-02-04T19:46:46.641-01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Transição...dos dias</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SYn-Qk9jT7I/AAAAAAAAATM/liuKz13wpTY/s1600-h/Thankful.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299045997331304370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SYn-Qk9jT7I/AAAAAAAAATM/liuKz13wpTY/s320/Thankful.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Passo com os pés por cima dos meus pensamentos como se estivesse a caminhar lentamente sobre um monte de cascalho em que o som estridente e disperso das pequenas pedras, a procurarem um novo canto, é o resultado do peso dos meus passos que se afundam, levando consigo as ideias para o fundo, esmagando-as e deixando um rasto de covas desordenadas e inúteis, como moças numa massa deformada pelos dedos encurvados num punho fechado alimentado pela frustração, indignação e debilidade emocional. E quem me levou até aí senão eu próprio? Devo-me queixar daquilo que sou responsável? Claro que não. Mas talvez olharmos para os nossos erros, para as nossas fraquezas, seja uma forma de admitirmos perante nós próprios que algo não está bem, que há coisas a corrigir e que só assim se pode caminhar em chão seguro e sólido ao invés do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;descambar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; a cada passo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Hoje é outro dia e talvez seja daqueles dias em que agradar os outros é ficar também satisfeito e isso só por si já é gratificante, sobretudo quando, se formos a ver bem as coisas, um pouco do nosso tempo, da nossa paciência e vontade de querer fazer alguma coisa, são suficientes para contribuir para a felicidade de alguém, para fazer algo valer a pena. É preciso não esquecer que estar feliz ao pé de alguém é meio-caminho andado para essa esse alguém também estar feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pequenos gestos e atitudes conseguem fazer toda a diferença quando num ambiente ou momento banal tudo era suposto ser apenas rotina, e um sorriso ou um olhar de sinceridade e companheirismo, dão origem a um momento singular em que as palavras podem descansar e permanecer na âncora do começo&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; do dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Essas raridades fazem parte da solidez do meu chão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-6444206698160950196?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/6444206698160950196/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=6444206698160950196' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6444206698160950196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/6444206698160950196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/02/transicaodos-dias.html' title='Transição...dos dias'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SYn-Qk9jT7I/AAAAAAAAATM/liuKz13wpTY/s72-c/Thankful.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-698432141805863774.post-2230960492667436906</id><published>2009-01-30T21:26:00.004-01:00</published><updated>2009-05-02T19:53:39.138Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Partilhando'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Divagações'/><title type='text'>Viver Vivendo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Há alguns dias atrás, ou talvez semanas, um amigo falou-me acerca de algo que lhe tinham dito e que se resumia ao facto de escrevermos [pensarmos ou imaginarmos] acerca de coisas que não se vivem. Não sabendo bem porque razão lembrei-me disso hoje, ou talvez sabendo porquê, mas não querendo saber, posso constatar que essa teoria talvez se aplique à minha realidade. É bom, é mau? Não sei, pois isso faz parte daquelas coisas que só ficamos a saber quando as vivemos e viver constantemente na dúvida acerca das mais variadas coisas, só confirma a ideia de se passar muito tempo a viver imaginando em vez de se viver vivendo. Eis que o tempo não perdoa e nos bate à porta e apercebemo-nos que deixamos as horas, dias, meses e anos passarem por nós e não soubemos aproveitar tudo aquilo que tinham para nos dar e no momento em que essa ideia toca o sino é muito fácil teorizar acerca disso e fazer-me de entendido na matéria, mas depois é como virar o disco o tocar o mesmo e apesar de gostar de estar aqui a partilhar com lê estas palavras algumas das minhas ideias, experiências, etc, é por vezes com tristeza que o faço, não por estar a dar vida ao meu blog, mas por estar na companhia das teclas vivendo imaginando em vez de estar com pessoas a viver vivendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Alanis Morissette - "Utopia"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-P_TIMBP_oE&amp;amp;hl=" width="425" height="344" type="application/x-shockwave-flash" fs="1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;we'd gather around all in a room fasten our belts engage in dialogue&lt;br /&gt;we'd all slow down rest without guilt not lie without fear disagree sans judgement&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;we would stay and respond and expand and include and allow and forgive and&lt;br /&gt;enjoy and evolve and discern and inquire and accept and admit and divulge and&lt;br /&gt;open and reach out and speak up&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is utopia this is my utopia&lt;br /&gt;This is my ideal my end in sight&lt;br /&gt;Utopia this is my utopia&lt;br /&gt;This is my nirvana&lt;br /&gt;My ultimate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;we'd open our arms we'd all jump in we'd all coast down into safety nets&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;we would share and listen and support and welcome be propelled by passion not&lt;br /&gt;invest in outcomes we would breathe and be charmed and amused by difference&lt;br /&gt;be gentle and make room for every emotion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;we'd provide forums we'd all speak out we'd all be heard we'd all feel seen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;we'd rise post-obstacle more defined more grateful we would heal be humbled&lt;br /&gt;and be unstoppable we'd hold close and let go and know when to do which we'd&lt;br /&gt;release and disarm and stand up and feel safe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;this is utopia this is my utopia&lt;br /&gt;this is my ideal my end in sight&lt;br /&gt;utopia this is my utopia&lt;br /&gt;this is my nirvana&lt;br /&gt;my ultimate&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/698432141805863774-2230960492667436906?l=fragmentosrepartidos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/feeds/2230960492667436906/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=698432141805863774&amp;postID=2230960492667436906' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2230960492667436906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/698432141805863774/posts/default/2230960492667436906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentosrepartidos.blogspot.com/2009/01/viver-vivendo.html' title='Viver Vivendo'/><author><name>Fragmentos Repartidos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04461316088803096653</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_vgarJiKSqCE/SXXKzWFxZkI/AAAAAAAAASo/vKtF-OaTxZI/S220/greatExpectations.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
