16.15 - Not a fairy tale, but also, not a sweet dream


A nossa vida pode não ser um conto de fadas. É simplesmente como muitas outras, um enorme conjunto de momentos, com os seus momentos positivos e negativos, com os problemas fugazes e outros que teimam em permanecer (regra geral esses são aqueles que não dependem só de nós, ou melhor, quase nem dependem de nós, mas afectam-nos de forma massiva).
Infelizmente a minha pode estar a caminhar para se tornar um (pequeno, médio ou grande...até parece um menu) pesadelo. O click ou o pontapé de saída pode até já ter acontecido e agora ser apenas uma questão de para lá caminhar, só espero que essa caminhada seja feita com passos de formiga (como aquele jogo de infância em que tínhamos de avançar até certa meta conforme o tipo de passos que podíamos dar) e isto no que diz ao tamanho deles e não à sua velocidade, pois em termos de velocidade escolheria sem dúvida um amigo caranguejo, que andasse bem para trás ou para os lados, esquivando-se e arranjando um caminho alternativo. Mas infelizmente o tempo [ainda e nem tão cedo, e atrevo-me a dizer nunca nesse caso] não volta para trás. 

Comentários

  1. Os contos de fadas existem apenas nos livros, e o tempo não falta para trás porque só tem um sentido, o do ponteiro dos relógios.

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    1. Pois, isso já sabemos infelizmente (que tudo segue o sentido dos ponteiros do relógio), e é por isso que tanto desejamos o inverso. Para remediar o mal que foi feito ou enveredar por outros caminhos.

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