The Tree of Life

Como quase todos nosso fazemos em determinados momentos da nossa vida, paramos um pouco para pensar o que é que ela é exactamente, ou o que é que ela pode ser e qual o propósito de tudo isso que nos envolve.
São perguntas infinitas que também têm respostas infinitas, mas que infelizmente só algumas podem ser encontradas por nós e mesmo essas que encontramos nem sempre são satisfatórias porque sabem apenas a "algo melhor do que nada". Será que é aí que está a piada disso tudo? O facto de não sabermos e queremos descobrir? De onde viemos, para onde vamos, que influência real temos nós no nosso percurso de vida que supostamente é definido pelas nossas acções e em circunstâncias que nem sempre as recordamos como momentos que foram tão decisivos como depois, mais tarde, nos apercebemos que o foram? Essas são só algumas das questões que encontramos no filme "The Tree of Life". Certamente haverão opiniões que vão contra o que lá é sugerido, mas a ciência diz-nos de uma forma, a religião pode dizer-nos de outra, mas apesar de todas as vertentes, não se pode dizer que não haja um pouco de tudo, afinal de contas há coisas que nem mesmo a ciência mais avançada dos nossos dias é capaz de explicar. Quem já viu o filme saberá que a componente musical e visual são fundamentais no seu objectivos que é positivamente cumprido transportando-nos para uma atmosfera ou ambiente de reflexão ou se simples observação, como se estivéssemos num amplo local escuro onde apenas existiam aquelas imagens à nossa volta. A juntar a isso ainda temos a componente humana e os seus sentimentos e complexas formas de ligação que culminam naquilo a que chamamos família.



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