Por agora...

Somos fragmentos de um todo que se complementam, ou que se deviam complementar, peças de uma máquina que facilmente pode avariar se uma dessas peças estiver avariada, danificada. Uma avaria que pode sobrecarregar a restante maquinaria dando origem a outras avarias, até que chegará o ponto em que já não há reparação possível.
Há tanta coisa que gostaria de reparar e vou para longe em pensamentos que não me levam a lado nenhum, a nenhuma resolução, a nenhuma solução e sei que o nosso melhor amigo, e também muitas vezes inimigo [o tempo] não pára, não nos dá tréguas. Como uma parte de um todo, é difícil ter em mim a energia, e todos os outros atributos, de todas as partes. Há coisas que sozinhos não somos capazes de resolver, por mais vontade que haja no nosso coração. Vamos balançando entre o desespero e a esperança, uns dias mais perto de um lado, outros dias mais perto do outro lado, na tentativa de estabelecer o equilíbrio que nos permite continuar nesta caminhada desconhecida, nesta etapa atribulada e desgastante. Mas é a vida, é a vida por agora e é essa que se tem de viver...

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