Transparências ou talvez não

Nem sempre o mar nos deixa ver o seu fundo, da mesma maneira que nem sempre conseguimos antever o alcance das nossas acções, das nossas atitudes, quais as consequências implícitas nos nossos actos e qual vai ser a interpretação das nossas intenções. Da mesma maneira que nem sempre vemos um céu completamente azul porque pode haver a presença das nuvens, mas isso não é necessariamente mau porque elas conseguem cantar mais alto do que aquilo que um plano de tinta azul.

Há coisas que fazemos por fazer, sem grandes objectivos, que até podem acabar por ficar esquecidas, como se não tivessem sido feitas, só que de repente surge algo que te faz ver que valeu a pena ter investido algum tempo naquilo que foi feito e dá-te vontade de não parar...não parar de fazer não sei o quê...qualquer coisa.

Mas por agora chega de divagar e deixo aqui uma música que talvez vá ao encontro daquilo que eu tentava dizer enquanto divagava.

Maria Taylor - "Song Beneath the Song"


Comentários

  1. É estranho porque penso que essa música aparece na "Anatomia de Grey", o nome não é estranho e gostei da música e sei que já ouvi algures...não é uma transparência mas estar aqui a dizer que o som não me é estranho caminha para a estrada das transparências!

    O fundo do mar está consignado à nosso imaginação, quando esse mesmo fundo é tão escuro quando o nosso quarto enquanto dormimos. Só temos que ligar a luz...

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