Any Other World

Hoje fica aqui uma música de Mika, "Any Other World", juntamente com um videoclip de animação digital (nesse caso de um videojogo). Quem fez o videoclip conseguiu adaptar as imagens à letra da música e não está mau tendo em conta esse factor.

E tal como diz a música, "dizer adeus ao mundo em que se pensava viver" é uma coisa que às vezes temos de aprender a fazer porque nem sempre corre tudo como esperávamos, o calor torna-se intenso e o gelo derrete-se (não era minha intenção referir-me ao aquecimento global, mas...). É nessa altura que uma nova realidade passa à nossa frente e as nuvens que estavam à beira da janela esta manhã, ou ontem à noite, já se foram embora para outro lugar porque se calhar nunca estiveram lá, e nunca pude fazer delas um trampolim de algodão flexível para ir saltitando de um lado para o outro na liberdade do azul. Estamos preparados para essa realidade?! Seremos capazes de lidar com essas situações, que podem não ser novas, mas que são inétidas. Nem sempre! Porque a força da sua natureza (das situações) é de tal forma estranha que deixa as palavras andando às voltas e a mudar de formas no labirinto do pensamento, sem nunca conseguirem encontrar a saída, ficando a torneira sem água, sem um pingo. Umas continuam por lá tentando (ainda) achar a saída enquanto outras desistem e encostam-se nos arbustos e neles afundam-se para nunca mais emergir.


In any other world
You could tell the difference
And let it all unfurl
Into broken remenance

Smile like you mean it
And let youreself let go

Cos its all in the hands
Of a bitter bitter of man

Say goodbye to the world
You thought you lived in
Take a bow
Play the part
Of a lonely lonely heart
Say goodbye to the world
You thought you lived in
To the world you thought you lived in

I try to live alone
But lonely is so lonely
So human as I am
I had to give up my defences

So I smile and try to mean it
To make myself let go

Cos it's all in the hands
Of a bitter bitter man

Say goodbye to the world
You thought you lived in
Take a bow
Play the part
Of a lonely lonely heart
Say goodbye to the world
You thought you lived in
To the world you thought you lived in

Cos it's all in the hands
Of a bitter bitter man

Say goodbye to world
You thought you lived in
Take a bow
Play the part
Of a lonely lonely heart
Say goodbye to the world
You thought you lived in
Say goodbye to the world
You thought you lived in
Say goodbye to the world
You thought you lived in
Say goodbye to the world
You thought you lived in
Say goodbye to the world
You thought you lived in

To the world you thought you lived in

In any other world
you could tell the difference

Comentários

  1. Hi tahnk you for visiting my box i apreciate keep coming every week you will find something new.
    Unfortunatly i dont speak your language i do speak frensh english and arabic but you have very nice pic on your blog have a nice day
    Joe
    your welcome

    ResponderEliminar
  2. olá! fiquei muito feliz com as tuas observações!! posso colocar o link do teu blog no meu? assim fica mais fácil frequentar! se puder adicionar no orkut ou msn, pra trocar umas idéias! tenho certa dificuldade pra comentar!!

    =***

    ResponderEliminar
  3. Ás vezes temos de fazer sacríficios extraordinários para mantar as nuvens sempre no msmo sítio, quando tudo indicam que elas nos vão escapar. às vezes temos de abdicar da própria alma, da nossa alma tudo para poder acordar de manhã e constatar que o mundo, o nosso mundo continua igual. Infelismente nós é que vamos morrendo um pouco todos os dias... Somos mesmo estranhos para seres que se dizem racionais...

    ResponderEliminar
  4. Um outro mundo...tenho meu, talvez tão complexo como a realidade mas o que realmente importa não é a capacidade de lidar com ele? aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii enchia o resto do espaço com a letra iiiii não de dor mais de esperança :-)

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

16.16 - Portugal - Campeão Europeu 2016

16.14 - "Adoro" quando ... e as orelhas de elefante

16.8 - John Verdon - Peter Pan tem que morrer ... ou não